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As Sagrações do 1º de Julho

  • há 14 horas
  • 1 min de leitura

Após 28 anos, Écône voltará a ser cenário de sagrações, sem o consentimento da Roma neomodernista e neoprotestante, mas com o consentimento da Roma eterna, mestra de verdade e de sabedoria. Como estamos distantes de qualquer contato com os protagonistas desse grande ato, não podemos deixar de julgá-lo de fora. Deste ponto de vista, tudo parece desenrolar-se num contexto que Dom Lefebvre teria totalmente aprovado.


Mas é preciso, ainda assim, fazer algumas perguntas. Se a Fraternidade está realmente decidida a enfrentar as excomunhões, como Dom Lefebvre fez, todas as concessões feitas por Roma serão revogadas. Todos os laços pelos quais Roma havia vinculado a Fraternidade serão rompidos. Casamentos, confissões e ordenações serão realizados como no tempo de Dom Lefebvre. Será assim mesmo? O tempo no-lo dirá. Quanto aos escolhidos, esperamos que tenham as mesmas disposições que Dom Lefebvre desejava para aqueles que foram sagrados em 1988. Quanto aos bispos consagradores, terão eles as mesmas intenções de Dom Lefebvre em 1988? Mais uma vez, o tempo dirá. Não é fácil apagar num instante 25 anos de aproximações com a Roma conciliar, mas tudo é possível se eles tiverem a graça de possuir as mesmas disposições que Dom Lefebvre teve em 30 de junho de 1988.


Que Nossa Senhora do Bom Conselho conceda a eles essa graça de retomar a luta dos santos bispos Dom Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer, que nos defenderam contra os ataques dos modernistas instalados em Roma.



+ Tomás de Aquino O.S.B.




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