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  • Operação sobrevivência

    Arsenius Diante do fato que Roma se recusava terminantemente a retornar à fé tradicional da Santa Igreja e, por isso, não considerar a oficialização Fraternidade São Pio X do mesmo modo que Dom Lefebvre a considerava e, consequentemente, não oferecer nenhuma garantia que essa oficialização não fosse uma armadilha, o mesmo Dom Lefebvre julgou só ser oportuno reatar as conversações com Roma quando esta fizesse o dito retorno à fé nas verdades reveladas tal como a Santa Igreja sempre as conservou e transmitiu infalivelmente. Resumindo: um acordo prático com Roma só teria cabimento quando a doutrina desta estivesse de acordo com a doutrina que professamos na “Família da Tradição”, que é simplesmente a doutrina da Santa Igreja. Assim o compreendeu a Fraternidade, quando em seu Capítulo Geral de 2006, apoiando-se naquilo que então ela julgava ser o pensamento de Dom Lefebvre, decidiu que só faria um acordo prático com Roma, quando houvesse um acordo doutrinário. Mas em 2012 o novo Capítulo Geral julgou de modo diferente: deu as bases para um acordo prático, sem exigir de Roma uma mudança de sua doutrina modernista. Agora querem incutir-nos que o pensamento de Dom Lefebvre era este último: era suficiente que Roma desse “garantias” da continuidade da “Tradição”, como se estas bastassem estando unidas a uma doutrina deletéria que reina na cabeça dos eclesiásticos de Roma e como se estes fossem dignos de confiança. Mas nós, da chamada “Resistência”, preferimos pensar, como no Capítulo de 2006, que devemos esperar melhores tempos para que Roma nos dê um estatuto de oficialidade. Foi nessa mesma linha de pensamento que Dom Lefebvre resolveu sagrar bispos em 1988, sem a aprovação de Roma: já que, por hora, nossa situação não pode se regularizar, convém fazer o que pudermos para que possamos sobreviver. Foi a chamada “operação sobrevivência”. E visto que aqueles que deveriam perpetuar essa “operação” tomaram um rumo diferente no modo de enfrentar a crise atual (ou ao menos se submeteram à decisão do Capítulo de 2012. Mas o fato é que, oficialmente, a Fraternidade tomou este novo caminho), cabe a nós dar àqueles que pensam como Dom Lefebvre, os meios de continuarem, tendo a assistência necessária de bispos. É verdade que esta nossa postura nos mereceu o abandono por parte de nossos parentes e dos que ontem eram nossos amigos, assim como nos valeu os sarcásticos epítetos de “grupo” e “torcida”. Assim rejeitados e reduzidos a um número diminuto, não nos importamos, pois estamos com Aquele que é o centro de nossas vidas: Nosso Senhor Jesus Cristo crucificado, o qual é tudo para nós. Sabemos que Ele também, em Sua cruz, só teve a companhia de “um grupo”, um diminuto número de amigos: a Sua Mãe Santíssima, a Virgem dolorosa, cujo Coração triunfará, esmagando a cabeça do demônio (“ipsa conteret”); um só bispo dos doze que Ele sagrara – São João Evangelista – que estava lá fiel a Seus pés (“fidelis inveniatur”) e outras poucas almas. Ele, que ama a verdade (“veritatem dilexisti”), o que mais deseja é a fidelidade à mesma, por menor que seja o número dos que a ela aderem. Não aplico às santas almas do Calvário o adjetivo de “torcida”, pois é muito humilhante para elas: pode ficar só para nós. Não desejamos que o “time” (para ficar no mesmo diapasão dos que nos atacam) de Menzingen perca a “partida”, mas cremos que a derrota é tão certa quanto o é a morte com relação a um salto do alto do pináculo do templo. Cremos que se aplica à primeira o que Nosso Senhor disse, referindo-se ao segundo: trata-se de tentar a Deus. #Crise #FSSPX #tradição

  • Por caridade, ajude nosso Mosteiro !

    “ A caridade cobre uma multidão de pecados” (I Pedro 4,8) Caros amigos, Ave Maria Puríssima! Para quem ainda não conhece exatamente o nosso mosteiro e suas atividades, segue um resumo. Nosso mosteiro foi fundado em 1987 por monges vindos da França, do Mosteiro de Santa Maria Madalena do Barroux. Trata-se de um mosteiro beneditino, da congregação do Rev. Pe. Muar, um ramo de beneditinos de vida mista, isto é, que além da contemplação, pela qual se une intimamente a Deus em oração, dedica-se também ao apostolado (missões com o objetivo de promover a união das outras almas a Deus). A contemplação Os monges louvam a Deus noite e dia em sua oração do Ofício Divino, a qual é composta basicamente de salmos, leituras das Sagradas Escrituras e dos Padres e Doutores da Igreja e por antífonas compostas e rezadas milenarmente pela Santa Igreja Romana. “Diz o profeta: ‘Louvei-Vos sete vezes ao dia” (Salmo 118,164; Regra de S. Bento cap. 16); “Levantava-me no meio da noite para louvar-Vos” (Salmo 118,62; Regra de S. Bento cap. 16) Assim eles cumprem o costume muito antigo, que remonta ao Antigo Testamento, de rezar sete vezes ao dia e uma vez durante a madrugada. Rezam: as Matinas às 4h (da manhã), depois as Laudes às 6h, Prima às 7:30h, Terça às 10h, Sexta às 12h, Noa às 14:15h, Vésperas às 17h e Completas às 19h. Além dessas orações que compõem o Ofício Divino, há ainda a meditação (oração mental, em que se contempla em silêncio alguma verdade de Fé), o Rosário que os monges rezam em particular e, a mais importante, o Santo Sacrifício da Missa, que é rezado todos os dias, tantas vezes quantos padres haja no mosteiro para celebrá-lo (no momento há 3 sacerdotes) e é assistido por toda a comunidade geralmente às 10:15 ou 11h. Nessas orações, eles não apenas louvam a Deus, que é o que mais importa, mas também “rogam a Deus pelos vivos e pelos mortos” (7ª obra de misericórdia espiritual). A orações dos monges obtêm muitas graças do Céu para a conversão e santificação das almas, pelo alívio das almas do Purgatório e por muitas outras necessidades. Eles rezam de maneira especial todos os dias por seus benfeitores. Se quiser alcançar alguma graça de conversão ou outra em particular, recomende-a às orações dos monges, pois “a oração do justo tem grande eficácia” (S. Tiago 5,16). O Apostolado “Tudo o que fizerdes ao menor dos meus irmãos, é a Mim que o fazeis” (Mateus 25, 40) Os monges fazem seu apostolado procurando a união das almas a Deus por meio de pregações, confissões, catecismos, retiros, celebração do Santo Sacrifício da Missa, propagação de sacramentais (como escapulários, medalhas e imagens bentas), publicação e venda de livros de formação e de piedade, e pela manutenção de uma escolinha infantil. Toda essa obra do Mosteiro, assim como a obra dos apóstolos no início da Igreja, não conta com nenhuma ajuda do governo, mas tão somente com a benevolência de almas caridosas, que sabem muito bem que manter tudo isso é bem dispendioso e que os religiosos, por seu voto de pobreza, não possuem nenhum bem com que financiar essas obras. Apesar de poder contar com a generosidade dessas pessoas, nem sempre o Mosteiro consegue manter-se sem dívidas (como é o ideal para uma instituição religiosa), pois volta e meia, por algum motivo particular, nossos benfeitores não podem continuar a auxiliar nossas obras de caridade. Dessa maneira, o saldo devedor do mosteiro neste mês está bem alto e gostaríamos de fazer um apelo à generosidade de todos aqueles que nos leem, para que possamos pagar os funcionários, que dependem de seu salário para sobreviver, e para podermos continuar nossas obras. Quem puder ajudar-nos mensalmente com R$ 10,00; R$ 20,00; R$ 50,00 ou qualquer valor que estiver ao seu alcance, escreva-nos fornecendo seus dados para que possamos enviar-lhe um boleto ou, se preferir, pode também fazer donativos via Paypal, Pagseguro ou depósito em uma de nossas contas (fazer doação). Favor comunicar-nos sua doação, pois em agradecimento o incluiremos em nossas orações quotidianas e , se desejar, enviaremos uma medalha milagrosa de N. Sra. das Graças já abençoada, cuja explicação se encontra mais abaixo. “Todo aquele que der ainda que seja somente um copo de água fresca a um destes pequeninos, porque é meu discípulo, em verdade eu vos digo: não perderá sua recompensa. ” (Mateus 10,42) Deus os abençoe, Dom Tomás de Aquino, OSB A Medalha Milagrosa Em 1830, na Rua du Bac, em Paris, aparece para Santa Catarina Labouré, Filha da Caridade de São Vicente de Paulo, a Santíssima Virgem Maria, com um vestido e manto “brancos como a aurora”. A Santíssima Virgem aparece-lhe e, entre outras coisas que lhe diz, pede-lhe que mande cunhar e espalhar medalhas contendo a mesma imagem em que Ela lhe aparece naquele instante. Ela aparece sobre um globo, estendendo-lhe as mãos, de cujos dedos saíam raios (embora não de todos). Em volta de Nossa Senhora havia a inscrição: “Ó Maria Concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós! ” A Virgem explica à religiosa que os raios representam as graças que o bom Deus derrama por suas mãos sobre o mundo e que aqueles dedos donde não saem raios significam as graças que que Ela quer dar, mas que os homens não lhe pedem. Nossa Senhora promete à santa religiosa que todos aqueles que usassem devotamente a medalha ao pescoço e rezassem todos os dias a oração nela contida, honrando sua Imaculada Conceição, d’Ela obteriam sua proteção e outras grandes graças, SOBRETUDO A DE CONVERSÃO. Alguns milagres importantes testemunhados na História A conversão do judeu Afonso Ratisbonne Em 1842, algum tempo após ter recebido a medalha milagrosa, embora de malgrado, mas por educação e consideração a seu amigo católico (o Barão Teodoro de Bussières) que lha dera, o judeu Afonso Ratisbonne, de importante família de banqueiros judeus, prestes a casar-se com uma jovem judia, aos 27 anos converte-se milagrosamente à Fé Católica, após entrar em uma igreja, acompanhado seu amigo que ia encomendar uma missa na sacristia. Nossa Senhora aparece-lhe e ele cai em prantos, dando graças e louvando a Deus por fazê-lo conhecer a verdade e convertê-lo assim a Nosso Senhor Jesus Cristo. Saindo dali ele pede que seu amigo o leve a um sacerdote para contar o ocorrido e pedir o santo batismo, sem o qual não se poderia salvar. Não se contentando apenas em abraçar o Catolicismo e, com isso, renunciar aos bens que lhe tocavam de sua família judia, ele também rompe seu noivado e entra para o seminário, ordenando-se sacerdote e fundando mais tarde a congregação de Nossa Senhora de Sião, a qual tinha o objetivo de promover a conversão dos judeus à Fé Católica. Tal fato causou espanto a todos da época, sendo até relatado nos jornais. Paris é protegida por uma chuva de medalhas Nos arquivos da capela da Rua du Bac, encontra-se uma brochura com um desenho de um avião lançando medalhas sobre Paris. Ali se explica que no dia 3 setembro de 1939, chega ao convento ao qual pertence aquela capela um aviador com um semblante enérgico que demonstrava a gravidade da situação. Ele pede à irmã que o atende todas as medalhas que ela pudesse encontrar, pois precisaria de muitas: era preciso “cercar Paris da proteção da Santíssima Virgem”, dizia ele. No dia seguinte, ele sobrevoa Paris, deixando cair de seu avião milhares de medalhas milagrosas. Os jornais da época falavam de uma preservação milagrosa de Paris. A cidade manteve intactos seus monumentos, igrejas, pontes, etc. Historiadores afirmam que se Paris não foi incendiada isto se deve ao fato de o Comandante chefe do exército alemão, Von Scholtiz, ter-se recusado a obedecer a Hitler. Uso da medalha Ela deve ser usada preferencialmente ao pescoço, mas em impossibilidade disso, pode-se trazê-la em outro lugar, como carteira, bolsa, etc. Costuma-se chumbá-la também à entrada das casas, ou mesmo escondê-la entre as coisas de uma pessoa que gostaríamos de converter, mas que não aceita a medalha. Além de usar a medalha, é necessário também rezar todos os dias uma oração em honra de Nossa Senhora, de preferência a que vem na medalha: “Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS.”  Se a pessoa a quem se dá a medalha não a reza, devemos rezar em seu lugar.

  • Sermão do II Domingo depois de Pentecostes 2016

    Baixar mp3Epístola (S. João 3, 3-18)Evangelho (S. Lucas 14, 16-24)13. Não vos admireis, irmãos, se o mundo vos odeia. 14. Nós sabemos que fomos trasladados da morte para a vida, porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte. 15. Quem odeia seu irmão é assassino. E sabeis que a vida eterna não permanece em nenhum assassino. 16. Nisto temos conhecido o amor: (Jesus) deu sua vida por nós. Também nós outros devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos. 17. Quem possuir bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como pode estar nele o amor de Deus? 18. Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas por atos e em verdade.16. Respondeu-lhe Jesus: Um homem deu uma grande ceia e convidou muitas pessoas. 17. E à hora da ceia, enviou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, tudo já está preparado. 18. Mas todos, um a um, começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um terreno e preciso sair para vê-lo; rogo-te me dês por escusado. 19. Disse outro: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te me dês por escusado. 20. Disse também um outro: Casei-me e por isso não posso ir. 21. Voltou o servo e referiu isto a seu senhor. Então, irado, o pai de família disse a seu servo: Sai, sem demora, pelas praças e pelas ruas da cidade e introduz aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. 22. Disse o servo: Senhor, está feito como ordenaste e ainda há lugar. 23. O senhor ordenou: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga todos a entrar, para que se encha a minha casa. 24. Pois vos digo: nenhum daqueles homens, que foram convidados, provará a minha ceia. #Sermões #SermõesMonásticos

  • Sermão do II Domingo depois da Epifania 2016

    Ontem, começamos 24 horas de adoração para reparar o grande crime que nos foi anunciado em toda parte e que consiste numa marcha feita em honra do demônio nas principais capitais de nosso país. Estas marchas devem iniciar-se hoje, às 4h da tarde. Elas refletem o estado de degradação moral no qual a sociedade moderna está mergulhada. Degradação moral e intelectual. Degradação sob todos os sentidos. Perda acelerada de todo bom senso e perda desta virtude sem a qual é impossível encontrar o caminho de volta para Deus, ou seja, a fé católica. A fé é uma virtude infusa por Deus em nossas almas pela qual nós cremos em tudo o que Ele nos revelou e nos propõe para crer por meio da Santa Igreja. A fé nos dá acesso à riqueza infinita de Deus, enquanto a incredulidade encerra o homem nos limites da criação. Ou melhor, nem isso. Como dizia o grande escritor inglês Chesterton: “Expulsai o sobrenatural e não ficará nem o natural”. Logo, quem cultua o demônio não terá nada, nem mesmo a criação. Ele ficará encerrado nos estreitos limites do inferno. O demônio é de todas as criaturas o mais triste, mais chato, o mais incapaz de qualquer admiração. O demônio é como uma goteira de uma bica estragada. Ele repete eternamente a mesma falha, a mesma monotonia de seu pecado, da sua falta e nunca conseguirá o que deseja. Ele é o eterno fracassado. O demônio não sabe senão dizer e repetir sua revolta. O inferno é não somente o lugar onde o fogo devora as almas sem consumi-las, onde o fogo queimará os corpos monstruosos dos réprobos, mas é também o lugar da mais intolerável ignorância de Deus e, portanto, da mais intolerável tristeza. O demônio é o Príncipe das Trevas. Como príncipe, ele tem o prestígio dos participantes desta marcha que contará com milhares de pessoas. Mas Príncipe das Trevas porque seu poder se funda na ignorância. Fala-se muito da Idade Média, chamando-a de Idade das Trevas. Ora, nunca uma Idade, uma era da História, foi mais iluminada, mais admirativa, mais estudiosa e laboriosa do que a Idade Média. Devemos, é verdade, reconhecer que os séculos IV e V, logo após as perseguições romanas, foram também séculos extraordinários, no qual floresceram Santo Atanásio, São Crisóstomo, Santo Ambrósio, São Jerônimo, Santo Agostinho e tantos outros doutores da Igreja. Até mesmo o paganismo foi superior, e bem superior, nesta época. Os pagãos, mesmo nas trevas do paganismo, não pecaram como hoje. “Se eu não tivesse vindo, disse Nosso Senhor, eles não teriam pecado. Mas agora que eu vim, eles não tem desculpa para o seu pecado”. O mundo moderno não tem desculpas para o seu pecado. O mundo moderno tem todos os meios de reconhecer Nosso Senhor. O mundo moderno tem à sua disposição: a Suma Teológica de Santo Tomás, o canto gregoriano, as catedrais e toda a arquitetura da antiguidade até os séculos XVI e XVII que eram arquiteturas cheias de vida, as obras dos grandes escritores católicos, o exemplo de uma falange inumerável de santos, as ordens religiosas cujo bem qualquer um pode constatar lendo a história da Igreja. O mundo moderno conhece a legislação da Igreja: o matrimônio indissolúvel, o respeito pela mulher, a proteção da infância, a criação das universidades, a legislação sobre a guerra. O que a ONU não consegue fazer, a Igreja conseguiu na Idade Média e mesmo até pouco tempo atrás. O mundo moderno conhece as encíclicas de Pio IX e de São Pio X, de Pio XI. O mundo moderno sabe que Cristo Rei é rei de todo o universo. E que faz o mundo moderno diante de tudo isto? Ele volta às costas a Deus, à Igreja e a Cristo Rei. Marcha para Satanás. As consequências virão e elas serão terríveis. As consequências já se fazem sentir. É aí que intervém Maria Santíssima, que disse a seu Filho: “Eles não têm mais vinho!”. Que vinho é este senão o Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor? Nosso Senhor Jesus Cristo veio restaurar todas as coisas. Ele veio refazer o que o pecado original havia desfeito. E ele o refez pelo seu Sangue, pela sua Paixão e Morte na Cruz. “Eles não têm mais vinho!”, ou seja, eles não têm mais missa. Eles não têm mais a inteligência da Paixão. Eles não sabem mais o valor da penitência, do sacrifício, da adoração. Só há dois caminhos a seguir. Só há duas bandeiras sob a qual nós devemos militar: a de Nosso Senhor e a do demônio. O mundo moderno opta pelo demônio; nós optamos por Nosso Senhor, o Cristo Rei. O demônio é o espírito de destruição. Quer destruir a família, destruir a vida religiosa, destruir a missa, destruir a vida intelectual, destruir as alegrias da amizade, da vida em comum, destruir as santas alegrias da vida, destruir a própria vida pelo abordo, pela eutanásia e pelo infanticídio, destruir a moral católica, destruir a nação, destruir toda a civilização. Chegar à estaca zero. Destruir tudo, até a própria liturgia da qual falamos. O demônio odeia Deus, odeia a criação de Deus. O demônio é um espírito de negação total. Nosso Senhor Jesus Cristo é, ao contrário, um espírito de criação, pois ele é Deus e, portanto, foi ele que criou todas as coisas com o Pai e o Espírito Santo. Nosso Senhor Jesus Cristo é a restauração do que havia sido destruído. “Ó Deus, que maravilhosamente criastes a dignidade da natureza humana e mais maravilhosamente ainda a restaurastes”, diz o Padre no ofertório da missa. Deus restaura com dons ainda maiores o que o pecado original e os pecados pessoais dos homens haviam destruído. Hoje, estas duas bandeiras, estes dois exércitos se confrontam: o demônio e Nosso Senhor Jesus Cristo. A arma do demônio é o prazer e o orgulho; a arma de Nosso Senhor Jesus Cristo é a cruz. Tomemos a santa cruz e marchemos para o Calvário. O Calvário é o monte da redenção, é o cume da civilização, é o novo Tabor, o novo Monte Sinai, onde Nosso Senhor Jesus Cristo nos deu as novas tábuas da Nova Lei, a lei da caridade. “O amor é forte como a morte”, diz a Sagrada Escritura. “Eles não têm mais vinho”, diz Nossa Senhora a seu divino Filho. E o que faz ele? Pede para encherem de água seis talhas de pedra. Depois de a encherem, as levaram ao mestre sala, que as provou e, surpreso, viu que era vinho e do melhor que jamais ele provara. Demos nossa água, isto é, nossas pobres obras, nossas pobres orações, mas que sejam verdadeiras, sinceras como as coisas elas mesmas são verdadeiras e sinceras. Com esta água de nossas ações, Deus Nosso Senhor fará prodígios como já fez no passado e como ele faz na Santa Missa, onde transforma o vinho em Seu Sangue. Nossa parte são as seis talhas cheias de água. Nossa parte é esta adoração reparadora, é nosso dever de estado, humilde, limitado, imperfeito, mas feito mesmo assim. É pouco, de pouco valor como a água. Mas Deus Nosso Senhor pode se contentar com este pouco e nos dar em recompensa o vinho inebriante da vida eterna que desejo a todos, pela intercessão de Maria Santíssima. +Dom Tomás de Aquino, O.S.B. #Sermões #SermõesMonásticos

  • Semelhanças que não meras coincidências

    Recentemente o Pe. Schmidberger, em uma carta dirigida a membros da Fraternidade São Pio X, se exprime em termos muito semelhantes aos empregados pelos Padres de Campos por ocasião de seu acordo com Roma. Essa semelhança é meramente casual ou exprime uma mesma disposição de espírito? Se a verdade for esta última (o que nos parece ser), chegamos à conclusão que ambos estão imbuídos da mesma ilusão, a qual levou Campos à situaçao em que se encontra hoje. Então, vejamos as palavras de cada um deles: Vemos a preocupação dos Padres de Campos pelo fato de estarem na “ilegalidade” na Igreja, preocupação essa que se percebe também nas palavras do Pe. Schmidberger. Ora, sabemos que essa “ilegalidade” é uma conseqüência normal da adesão (verdadeiramente ilegal, porque contra as leis “orandi et credendi”) das autoridades eclesiásticas atuais aos erros já condenados do liberalismo e do modernismo. Sabemos outrossim que essa adesão os faz inevitavelmente condenar-nos e rejeitar-nos, ao menos relegando-nos ao silêncio (o que não é pouco). Portanto, é mais do que “normal” que eles nos ponham numa pseudo ilegalidade. Consequências: a) por que nos molestar por estarmos na situação em que nos encontramos?; b) é uma ilusão procurarmos, por agora, uma legalidade, como se nessa situação pudéssemos nos manter na posição correta que convém termos na crise atual. Mais uma ilusão: achar que João Paulo II (no caso dos Padres de Campos) e tanto Bispos como Cardeais, compromissados com o Papa atual, iriam ser ajudados (?!) ou nos ajudariam no combate aos erros e heresias. Como se a conivência e o silêncio diante do que se passa hoje na “Igreja Conciliar” já não fosse uma traição do modo como os eclesiásticos deveriam proceder, pois se os supostos “simpatizantes e amigos” pensassem realmente como nós, não temeriam apoiar-nos publicamente, mesmo antes da “legalização”. Sentir-se de certo modo “cômodo” por estarmos longe do governo e da direção que as atuais autoridades querem nos impor não é o mesmo que sentir-nos assim com relação à autoridade eclesiástica enquanto tal. Distinguir para bem compreender: é o modo correto que todo bom discípulo de Santo Tomás, e da Igreja simplesmente, deve proceder. E o combate àqueles que propagam os erros? Isso não foi dito… E isso não foi feito pelos Padres de Campos. A Fraternidade o fará? Essa atitude já reina em Campos e, também, já vemos se delinear nas autoridades da Fraternidade e, provavelmente em não poucos súditos da mesma. E o silêncio sobre a renovada reunião de Assis? Constatamo-lo tanto em Campos como em Menzingen… Se já agora esta procede assim, o que será depois? Esperamos que Dom Lefebvre e o Pe. La Praz, do alto do Céu, onde cremos se encontram, alcancem de Maria Santíssima a graça de que a Fraternidade volte atrás nesse caminho no qual ela se engajou, e veja as coisas tais como elas são e não como gostaríamos que elas fossem. Para que em tudo Deus seja louvado! #Crise #Resistência

  • Lettre ouverte à Mgr Fellay

    Lettre ouverte à Mgr Fellay par 37 prêtres du district de France lasapiniere.info Excellence, Comme vous l’écriviez récemment « les liens qui nous unissent sont essentiellement surnaturels ». Cependant, vous preniez soin de nous rappeler, à juste titre, que les exigences de la nature ne doivent pas être oubliées pour autant. « La grâce ne détruit pas la nature ». Parmi ces exigences, il y a la véracité. Or nous sommes bien obligés de constater qu’une partie des problèmes auxquels nous avons été confrontés ces derniers mois viennent d’un manquement grave à cette vertu. Il y a dix ans, vous disiez comme Mgr Tissier de Mallerais: « Jamais je n’accepterai de dire : “Dans le concile, si on interprète bien, oui peut-être quand même, qu’on pourrait le faire correspondre avec la Tradition, on pourrait trouver un sens acceptable.” Jamais je n’accepterai de dire ça. Ça serait un mensonge, il n’est pas permis de dire un mensonge, même s’il s’agissait de sauver l’Église. »(Gastines, 16 septembre 2012) Mais depuis vous avez changé au point d’écrire : « L’entière Tradition de la foi catholique doit être le critère et le guide de compréhension des enseignements du Concile Vatican II, lequel à son tour éclaire certains aspects de la vie et de la doctrine de l’Église, implicitement présents en elle, non encore formulés. Les affirmations du Concile Vatican II et du Magistère Pontifical postérieur relatifs à la relation entre l’Église catholique et les confessions chrétiennes non-catholiques doivent être comprises à la lumière de la Tradition entière. » (St-Joseph-des-Carmes, 5 juin 2012) A Brignoles, en mai 2012, vous avez parlé de ce document qui « convenait à Rome » mais qu’il « faudra expliquer chez nous parce qu’il y a des déclarations qui sont tellement sur la ligne de crête que si vous êtes mal tourné ou selon que vous mettez des lunettes noires ou roses, vous les voyez comme ceci ou cela ». Depuis, vous vous êtes justifié de la manière suivante : « Si nous pouvons accepter d’être « condamnés » pour notre rejet du modernisme (qui est vrai), nous ne pouvons accepter de l’être parce que nous adhérions aux thèses sédévancan-tistes (ce qui est faux), c’est ce qui m’a conduit à rédiger un texte « minimaliste » qui ne prenait en compte qu’une seule des deux données et qui, de ce fait, a pu prêter à confusion chez nous. » (Cor Unum 102) « Ce texte, évidemment, quand je l’ai écrit, je pensais qu’il était suffisamment clair, que j’avais réussi suffisamment à éviter les… – comment est-ce qu’on dit ? – les ambiguïtés. Mais force…, disons les faits sont-là, je suis bien obligé de voir que ce texte était devenu un texte qui nous divisait, nous dans la Fraternité. Ce texte bien évidemment je le retire. » (Ecône 7 septembre 2012) Vous êtes donc un incompris qui, par condescendance, retirez un texte très délicat que des esprits étroits ont été incapables de comprendre. Cette version des faits est habile mais est-elle juste ? Retirer un document et rétracter une erreur doctrinale ne sont pas formellement la même chose. De plus, invoquer les « thèses sédévancantistes » pour justifier ce document « minimaliste » qui « convenait à Rome » semble fort déplacé quand dans le même temps, et depuis plus de treize années, vous autorisez un confrère à ne plus citer le nom du pape au canon après lui avoir confié que vous compreniez son choix devant la scandaleuse signature d’un document commun entre Catholiques et Protestants. Mgr Tissier de Mallerais confiait à un confrère que cette « Lettre du 14 avril » ne devrait jamais être publiée, car, selon lui, vous seriez « définitivement discrédité et probablement contraint à la démission. » Ce qui confirme l’avertissement charitable de Mgr Williamson : « pour la gloire de Dieu, pour le salut des âmes, pour la paix intérieure de la Fraternité et pour votre propre salut éternel, vous feriez mieux de démissionner vous-même comme Supérieur Général, que de m’exclure. » (Londres, le 19 octobre 2012), Pourtant, vous avez pris cela pour une provocation ouverte et publique. Mais quand Mgr de Galarreta déclare, le 13 octobre 2012 à Villepreux, cette phrase incroyable qu’on peut entendre mais non lire car la transcription en ligne de La Porte Latine l’a omise : « Il est presque impossible que la majorité des Supérieurs de la Fraternité – après discussion franche, analyse à fond de tous les aspects, de tous les tenants et aboutissants –, il est impensable que la majorité se trompe dans une matière prudentielle. Et si cela par hasard, par un impossible arrive et bien tant pis de toute façon on va faire ce que la majorité pense» , à Menzingen, le Secrétaire Général, l’abbé Thouvenot, a écrit qu’il « exposait avec recul et élévation les événements de juin dernier ». Comment la Fraternité a-t-elle pu tomber si bas ? Mgr Lefebvre, lui, écrivait : « Au jour du jugement, Dieu nous demandera si nous avons été fidèles et non si nous avons obéi à des autorités infidèles. L’obéissance est une vertu relative à la Vérité et au Bien. Ce n’est plus une vertu mais un vice si elle se soumet à l’erreur et au mal. » (Mgr Lefebvre, Lettre du 9 août 1986), Et l’abbé Berto, lui, écrivait en 1963 : « on doit voir plus loin que le bout de son nez, et ne pas se figurer qu’on a droit au Saint-Esprit comme ça sur commande, du moment qu’on est en Concile ». Lors de la conférence du 9 novembre 2012 à Paris, un prieur vous a demandé : « à la sortie de la retraite sacerdotale deux confrères m’ont accusé d’être en révolte contre votre autorité parce que je manifestais de la satisfaction au sujet du texte de l’abbé de Caqueray contre Assise III. Qu’en est-il ? » Votre réponse fut : « J’ignorais qu’il y avait des choses pareilles dans la Fraternité. C’est moi qui ai demandé cette déclaration. D’ailleurs elle a été publiée avec mon autorisation. Je suis tout à fait d’accord avec l’abbé de Cacqueray. » Or pendant la retraite des sœurs à Ruffec, vous avez confié à six confrères que vous n’étiez pas d’accord avec le texte de l’abbé de Cacqueray. Vous vous êtes d’ailleurs plaint à lui des reproches que le cardinal Levada, pendant 20mn, vous avait fait à ce sujet. Si vous lui avez donné l’autorisation de la publication c’était, expliquiez-vous, pour ne pas paraître partial… mais que personnellement vous désapprouviez le contenu que vous jugiez excessif. Qui donc, Monseigneur, utilise des moyens « foncièrement subversifs » ? Qui donc est révolutionnaire ? Qui nuit au bien commun de notre société ? Le 9 novembre 2012 à Paris, nous avons entendu un confrère vous demander : « Je fais partie de ceux qui ont perdu confiance! Combien y a-t-il de lignes de conduite dans la Fraternité maintenant… » Vous avez répondu : « C’est une grave blessure. Nous avons subi une grave épreuve. Il faudra du temps. » Devant cette réponse fuyante, un autre prieur vous a demandé alors : « Récusez-vous votre réponse à vos trois confrères évêques… » Votre réponse fut encore floue : « Oui, quand je la relis, il me semble qu’il y a quelques petites erreurs. Mais en fait pour vous aider à comprendre, sachez que cette lettre n’est pas une réponse à leur courrier, mais à des difficultés que j’avais eues avec chacun d’entre eux séparément. J’ai beaucoup d’estime pour Mgr Williamson, même de l’admiration, il a des coups de génies dans la lutte contre Vatican II, c’est une grosse perte pour la Fraternité et elle arrive au pire moment… » Mais qui donc est responsable de son exclusion ? En privé, vous dites beaucoup de choses : « j’étais en guerre », « Rome ment »…, mais vous n’avez jamais publié le moindre Communiqué officiel pour dénoncer ces prétendus mensonges. Pire, récemment, à propos de l’ultimatum du 22 février, vous avez cautionné officiellement le mensonge du Vatican. Votre langage est devenu interminablement confus. Cette manière ambiguë de s’exprimer n’est pas louable comme l’écrivait le Père Calmel : « J’ai toujours eu en horreur les expressions molles ou fuyantes, qui peuvent être tirées dans tous les sens, auxquelles chacun peut faire dire ce qu’il veut. Et elles me sont d’autant plus en horreur qu’elles se couvrent d’autorités ecclésiastiques. Surtout ces expressions me paraissent une injure directe à celui qui a dit : « Je suis la Vérité… Vous êtes la lumière du monde…. Que votre parole soit oui si c’est oui, non si c’est non… » Monseigneur, vous et vos Assistants avez été capables de dire tout et son contraire sans peur du ridicule. L’abbé Nély, en avril 2012, de passage à Toulouse déclarait à une douzaine de confrères que « si les relations doctrinales avec Rome ont échoué c’est parce que nos théologiens ont été trop rentre-dedans » mais il disait à l’un de ces théologiens: « Vous auriez pu être plus incisif. » Vous-même, le 9 novembre 2012, vous nous avez affirmé : « Je vais vous faire rire, mais je pense vraiment que nous, les quatre évêques, nous sommes du même avis. » Alors que six mois auparavant vous leur écriviez : « à la question cruciale entre toutes, celle de la possibilité de survivre dans les conditions d’une reconnaissance de la Fraternité par Rome, nous n’arrivons pas à la même conclusion que vous. » Dans la même conférence de retraite à Ecône, vous déclarez : « Je vous avoue que je n’ai pas estimé aller contre le chapitre [de 2006] en faisant ce que j’ai fait. » Puis quelques instants après au sujet du Chapitre de 2012 : « si c’est le Chapitre qui traite, c’est une loi qui vaut jusqu’au prochain Chapitre. » Quand on sait qu’en mars 2012, sans attendre le prochain Chapitre, vous avez détruit la loi de celui de 2006 (pas d’accord pratique sans solution doctrinale), on s’interroge sur la sincérité du propos. Un de vos confères dans l’épiscopat à Villepreux nous invitait à « ne pas dramatiser. Le drame serait d’abandonner la Foi. Il ne faut pas demander une perfection qui n’est pas de ce monde. Il ne faut pas pinailler sur ces questions. Il faut voir si l’essentiel est là ou non. » Il est vrai, vous n’êtes pas devenu mahométan (1er commandement), vous n’avez pas pris femme (6e commandement), vous avez simplement malmené la réalité (8e commandement). Mais l’essentiel est-il toujours là quand les ambiguïtés touchent au combat de la foi ? Personne ne vous demande une perfection qui n’est pas de ce monde. On peut bien concevoir qu’on se trompe devant le mystère d’iniquité, puisque même les élus pourraient être trompés, mais personne ne peut accepter un langage double. Certes, la grande apostasie, prédite par l’Écriture, ne peut que nous troubler. Qui peut prétendre être indemne des pièges du diable ? Mais pourquoi nous avoir trompés ? A tout péché miséricorde, bien sûr. Mais où sont les actes qui manifestent la conscience, le regret et la réparation des erreurs ? Vous avez dit devant les prieurs de France : « je suis fatigué des querelles de mots ». Là est peut-être le problème. Qui vous empêche d’aller vous reposer à Montgardin et d’y goûter les joies de la vie cachée ? Rome a toujours utilisé un langage clair. Mgr Lefebvre également. Vous aussi par le passé. Mais aujourd’hui, vous entretenez une confusion en identifiant indûment “l’Eglise catholique, la Rome éternelle” et “l’Eglise officielle, la Rome moderniste et conciliaire”. Or, en aucun cas, vous ne pouvez changer la nature de notre combat. Si vous ne voulez plus accomplir cette mission, vous devez, ainsi que vos Assistants, renoncer à la charge que la Fraternité vous a confiée. En effet, l’abbé Pfluger dit publiquement souffrir de l’irrégularité canonique de la Fraternité. Il a confié à un confrère en juin 2012 « avoir été ébranlé par les discussions doctrinales ». En sortant de sa conférence à Saint Joseph des Carmes, il disait de manière méprisante à qui voulait l’entendre : « Dire qu’il y en a encore qui ne comprennent pas qu’il faut signer ! » Le 29 avril 2012 à Hattersheim, après avoir avoué que « les événements passés ont prouvé que les différences concernant la question doctrinale ne peuvent être comblées », il faisait par de sa crainte « de nouvelles excommunications ». Mais comment peut-on craindre l’excommunication de modernistes déjà excommuniés par l’Eglise ? L’abbé Nély à l’occasion d’un repas pour les bienfaiteurs à Suresnes annonçant que « le Pape avait mis un terme au rapport avec la Fraternité en demandant la reconnaissance de la Messe et de Vatican II… » rajoutait que « Mgr Felay était sur son petit nuage, il était impossible de l’en faire redescendre ». Mais l’abbé Nély n’a-t-il pas lui aussi signé la monstrueuse lettre aux trois évêques ? N’a-t-il pas été lui aussi « sur son petit nuage » quand, de passage à Fanjeaux, il déclara à la Supérieure Générale inquiète au sujet d’un ultimatum de Rome : « Non rassurez-vous, tout va bien avec Rome, leurs canonistes nous aident à préparer les statuts de la prélature… » Pouvez-vous dire, en conscience que Vous et vos Assistants avez assumé vos responsabilités ? Après tant de propos contradictoires et néfastes comment prétendre encore gouverner ? Qui a nuit à l’autorité du Supérieur Général, si ce n’est vous-même et vos Assistants ? Comment prétendre nous parler justice après l’avoir lésée ? « Quelle vérité peut sortir de la bouche du menteur ? » (Eccli. 34, 4). Qui a semé la zizanie ? Qui a été subversif en usant du mensonge ? Qui a scandalisé prêtres et fidèles ? Qui a mutilé la Fraternité en diminuant sa force épiscopale ? Que peut bien être une charité sans l’honneur et la justice ? Nous savons que l’on nous reprochera de ne pas respecter les formes en vous écrivant ainsi publiquement. Notre réponse sera alors celle du Père de Foucauld au Général Laperrine : « J’avais cru en entrant dans la vie religieuse que j’aurais surtout à conseiller la douceur et l’humilité ; avec le temps, je crois que ce qui manque le plus souvent, c’est la dignité et la fierté. » (Lettre du 6 déc. 1915). Et à quoi bon vous écrire en privée quand on sait qu’un confrère courageux et lucide a du attendre quatre ans pour avoir un courrier de vous et ce fut non pour y lire des réponses mais des injures. Quand un Supérieur de District attend toujours l’accusé de réception de sa lettre de dix-sept pages envoyée à la Maison Générale, il semble que Menzingen n’a plus d’autre argument que le volontarisme : « sic volo, sic iubeo, sit pro ratione voluntas». Monseigneur, ce que nous vivons en ce moment est odieux. La droiture évangélique a été perdue : Est est, non, non. Le Chapitre de 2012 n’a en rien clarifié la situation. L’abbé Faure, un capitulant, nous a récemment mis en garde publiquement contre « les lettres et déclarations des actuels supérieurs de la Fraternité ces derniers mois » ? Un autre capitulant a confié à un confrère : « Il faut reconnaître que le Chapitre a échoué. Aujourd’hui c’est OK pour une Fraternité libre dans l’Eglise conciliaire. J’ai été catastrophé par le niveau de réflexion de certains capitulants. » Vos interventions et celles de vos Assistants sont troubles et laissent croire que vous n’avez opéré qu’un simple recul stratégique. Fin 2011, un Assistant avec un confrère ‘‘accordiste’’ avaient cherché à estimer le nombre de prêtres, en France, qui refuseraient un accord avec Rome. Leur résultat : sept. Menzingen était rassuré. En mars 2012, vous avez confié que M. Guenois du Figaro était un journaliste très bien informé et que sa vision des choses était juste. Or son article disait : « Qu’on le veuille ou non, le pape et Mgr Fellay veulent un accord non doctrinal mais ecclésial ». En mai 2012, vous avez confié aux Supérieurs des bénédictins, des dominicains et des capucins : « On sait qu’il y aura de la casse, mais on ira jusqu’au bout ». En juin l’accord ecclésial fut impossible. Pourtant, en octobre 2012, de passage au prieuré de Bruxelles, des prêtres diocésains, invités par l’abbé Wailliez, vous ont manifesté leur souhait de voir un accord entre Rome et la Fraternité. Vous les avez rassurés par ces mots : « oui, oui, ça va se faire bientôt » ? C’était trois mois après le chapitre de juillet. Monseigneur, vous avez le devoir en justice de dire la vérité, de réparer les mensonges et de rétracter les erreurs. Faites-le et tout rentrera dans l’ordre. Vous savez comment André Avellin, au XVIe siècle, est devenu un grand saint après avoir eu honte d’un mensonge qu’il avait commis par faiblesse. Nous voulons simplement que vous deveniez un grand saint. Excellence, nous ne voulons pas que l’Histoire retienne de vous que vous êtes l’homme qui avez défiguré et mutilé la Fraternité Sacerdotale Saint Pie X. Soyez assuré, Excellence, de notre totale fidélité à l’œuvre de Mgr Lefebvre, Le 28 février 2013, Trente-sept prêtres du District de France #Textes

  • Adesão à Profissão de fé e resistência

    Adesão à Profissão de fé e resistência Nós, membros do grupo São Domingos de Gusmão, desejamos tornar pública nossa adesão à profissão de fé e de resistência do Rev. Pe. Jahir Britto e de sua comunidade, que é também a do Mosteiro da Santa Cruz e das irmãs Escravas de Maria. Neste mundo liberal, inimigo da verdade, o maior dever do católico é proclamá-la sem temor e sem compromissos, lembrando-se constantemente que “é aprovar o erro não lhe resistir, é sufocar a verdade não a defender…” e que “ todo aquele que deixa de se opor a uma prevaricação manifesta pode ser tido como um cúmplice secreto” (Félix III, citado por Leão XIII, em carta aos bispos italianos, 8/12/1892). Entregamos esta decisão nas mãos de Nossa Senhora do Rosário, nossa padroeira, acreditando assim sermos fiéis à vontade de Deus, que se dignou conduzir-nos sem qualquer merecimento nosso ao porto da Verdade, que humildemente buscamos defender, e que é o motivo de nosso grupo existir. Externamos nossa gratidão e apoio ao Mosteiro da Santa Cruz e a Dom Richard Williamson, bem como à toda Resistência católica. In Christo Rege et Maria Regina, Luiz Carlos Martins Filho Suzana C. Osipi Pedro C. de Oliveira. #Atualidades

  • DECLARACIÓN DEL PADRE RAFAEL ARÍZAGA OSB

    DECLARACIÓN DEL PADRE RAFAEL ARÍZAGA OSB Me declaro servidor de Nuestro Señor Jesucristo, de la Santísima Virgen María de Guadalupe y de nuestro Padre el Señor San José, deseoso de solo vivir y morir por su amor. Movido con estas disposiciones escribo esta declaración pública para dejar bien en claro mis motivos de acción, en los cuales no creo haber estado movido por rebeldía, o intereses personales o ajenos, sino por amor a la doctrina y a la caridad. Mi motor de acción han sido aquellas palabras de Garrigou Lagrange: “La Iglesia es intolerante en las principios porque cree; es tolerante en la práctica porque ama. Los enemigos de la Iglesia son tolerantes en los principios porque no creen y son intolerantes en la práctica porque no aman”. Los principios católicos que hemos recibido de Mons. Lefebvre son el motor, el corazón, la razón de ser de la FSSPX, y el tesoro más grande que hemos heredado de él, y a través de lo cual hemos recibido en toda su fuerza e integridad la religión católica. El amor por esta doctrina me ha llevado a confiar en las enseñanzas de Mons. Williamson de manera muy especial. Su consejo me guió sabiamente a continuar en mi querido Monasterio de Silver City y a fomentar una vida monástica de fidelidad, consciente de que ella es la mejor manera de servir a la Iglesia en la sublime vocación benedictina. La necesaria intolerancia de los principios me movió a apoyarme en Mons. Williamson, mientras que la tolerancia de la caridad me llevó a continuar en mi querido Monasterio. Desgraciadamente mis superiores decidieron  que esta manera de actuar no era posible. El domingo 24 de Febrero me cerraron las puertas de mi Monasterio ante mi gran sorpresa. Mi ¿crimen? Seguir a Mons. Williamson. No quiero atacar a mi Monasterio ni a mi Padre espiritual, Rev. Padre Cipriano; ellos no son modernistas, tienen la intención de darlo todo por Dios y de ser santos, su generosidad es incuestionable. El problema radicó más bien en la incomprensión de lo que significa la grandeza de la doctrina. La prioridad de la doctrina sobre todo lo demás. Doctrina que se encuentra sólidamente cimentada en Mons. Williamson, especialmente, aunque no únicamente. Lo cual ha quedado demostrado por el hecho de que sus enseñanzas y sus comentarios Eleison jamás han sido refutados. Este amor por la doctrina hizo que la condena de Mons. Williamson recayera también sobre mí; haber sido su amigo y su hijo,fue mi pecado. Mi búsqueda de la sabiduría por medio de su dirección espiritual, sin ningún deseo de abandonar mi monasterio, sino solo de ser confirmado en la fe para poder continuar mi defensa en la fe como soldado que debemos de ser de Cristo, para poder ayudar mejor de esta manera a mi Monasterio, fue la causa de mi expulsión. La caridad me pide no condenar ni a la FSSPX ni a mi Monasterio de Silver City, solo Dios puede juzgar, los perdono a todos por la injusticia perpetrada hacia mí.  Al mismo tiempo les suplico a todos a los que he ofendido, su perdón, especialmente al Reverendo Padre Cipriano, a quien jamás dejaré de amar y por quien siempre rezaré de manera muy especial, esperando y pidiendo para que la Divina Providencia nos vuelva a reunir. No me declaro enemigo de nadie. Solo me declaro intolerante del pecado, y enemigo de la doctrina liberal, pecado contra el primer mandamiento, ya que el liberalismo es una blasfemia en acción que se ha infiltrado, sin ninguna duda, en varias partes de la FSSPX. Por caridad para con mi pobre alma imploro de Dios su infinita misericordia, y a todos ustedes, mis hermanos en la fe, apelo a su caridad fraternal para que recen mucho por su servidor. Con la ayuda de Dios pronto abriremos un Monasterio y desde ahora les pido su ayuda. Recibiremos a todos los católicos que sean intolerantes en la doctrina y tolerantes en la caridad. Suyo siempre en nuestro Santo Padre San José. Padre Rafael Arízaga OSB #Atualidades

  • DECLARACIÓN DEL PADRE RAFAEL ARÍZAGA OSB

    DECLARACIÓN DEL PADRE RAFAEL ARÍZAGA OSB Me declaro servidor de Nuestro Señor Jesucristo, de la Santísima Virgen María de Guadalupe y de nuestro Padre el Señor San José, deseoso de solo vivir y morir por su amor. Movido con estas disposiciones escribo esta declaración pública para dejar bien en claro mis motivos de acción, en los cuales no creo haber estado movido por rebeldía, o intereses personales o ajenos, sino por amor a la doctrina y a la caridad. Mi motor de acción han sido aquellas palabras de Garrigou Lagrange: “La Iglesia es intolerante en las principios porque cree; es tolerante en la práctica porque ama. Los enemigos de la Iglesia son tolerantes en los principios porque no creen y son intolerantes en la práctica porque no aman”. Los principios católicos que hemos recibido de Mons. Lefebvre son el motor, el corazón, la razón de ser de la FSSPX, y el tesoro más grande que hemos heredado de él, y a través de lo cual hemos recibido en toda su fuerza e integridad la religión católica. El amor por esta doctrina me ha llevado a confiar en las enseñanzas de Mons. Williamson de manera muy especial. Su consejo me guió sabiamente a continuar en mi querido Monasterio de Silver City y a fomentar una vida monástica de fidelidad, consciente de que ella es la mejor manera de servir a la Iglesia en la sublime vocación benedictina. La necesaria intolerancia de los principios me movió a apoyarme en Mons. Williamson, mientras que la tolerancia de la caridad me llevó a continuar en mi querido Monasterio. Desgraciadamente mis superiores decidieron  que esta manera de actuar no era posible. El domingo 24 de Febrero me cerraron las puertas de mi Monasterio ante mi gran sorpresa. Mi ¿crimen? Seguir a Mons. Williamson. No quiero atacar a mi Monasterio ni a mi Padre espiritual, Rev. Padre Cipriano; ellos no son modernistas, tienen la intención de darlo todo por Dios y de ser santos, su generosidad es incuestionable. El problema radicó más bien en la incomprensión de lo que significa la grandeza de la doctrina. La prioridad de la doctrina sobre todo lo demás. Doctrina que se encuentra sólidamente cimentada en Mons. Williamson, especialmente, aunque no únicamente. Lo cual ha quedado demostrado por el hecho de que sus enseñanzas y sus comentarios Eleison jamás han sido refutados. Este amor por la doctrina hizo que la condena de Mons. Williamson recayera también sobre mí; haber sido su amigo y su hijo,fue mi pecado. Mi búsqueda de la sabiduría por medio de su dirección espiritual, sin ningún deseo de abandonar mi monasterio, sino solo de ser confirmado en la fe para poder continuar mi defensa en la fe como soldado que debemos de ser de Cristo, para poder ayudar mejor de esta manera a mi Monasterio, fue la causa de mi expulsión. La caridad me pide no condenar ni a la FSSPX ni a mi Monasterio de Silver City, solo Dios puede juzgar, los perdono a todos por la injusticia perpetrada hacia mí.  Al mismo tiempo les suplico a todos a los que he ofendido, su perdón, especialmente al Reverendo Padre Cipriano, a quien jamás dejaré de amar y por quien siempre rezaré de manera muy especial, esperando y pidiendo para que la Divina Providencia nos vuelva a reunir. No me declaro enemigo de nadie. Solo me declaro intolerante del pecado, y enemigo de la doctrina liberal, pecado contra el primer mandamiento, ya que el liberalismo es una blasfemia en acción que se ha infiltrado, sin ninguna duda, en varias partes de la FSSPX. Por caridad para con mi pobre alma imploro de Dios su infinita misericordia, y a todos ustedes, mis hermanos en la fe, apelo a su caridad fraternal para que recen mucho por su servidor. Con la ayuda de Dios pronto abriremos un Monasterio y desde ahora les pido su ayuda. Recibiremos a todos los católicos que sean intolerantes en la doctrina y tolerantes en la caridad. Suyo siempre en nuestro Santo Padre San José. Padre Rafael Arízaga OSB #Textos

  • Nachtrag Nr 5

    NACHTRAG Nr. 5 Mgr. Fernando Arêas Rifan Mgr. Fernando Rifan war eine Führernatur. Er war mit einer lebendigen Klugheit begabt und kontaktfreudig und so hatte er keine Schwierigkeiten die Bewunderung und das Vertrauen aller zu erobern. Er wurde 1974 von Mgr. Antônio de Castro Mayer geweiht und brauchte nicht lange, um Sekretär des Bischofs von Campos zu werden. Im Jahre 1980 anlässlich meiner Weihe fand Hw. Fernando Rifan einen Weg, nach Ecône zu reisen. Einen ad limina Besuch nutzend, den Mgr. de Castro Mayer zu dieser Gelegenheit abstattete, besuchte auch Hw. Rifan unser Kloster in Frankreich, und Dom Gérard erkannte nach kurzer Zeit einen zukünftigen Bischof in ihm. Die Ereignisse würden Dom Gérard rechtgeben, aber ganz anders, als das damals zu erwarten war. Aber greifen wir nicht vor. In Brasilien war P. Rifan von den Gläubigen der Permanência [katholischer Kulturverein] gebeten worden, eine Messe in Rio zu lesen. Ein sympathischer Wortwechsel zwischen P. Fernando Rifan und Dr. Júlio Fleichman [dem Vorsitzenden der Permanência] besiegelte eine Kooperation zwischen Campos und der Permanência. – “Wir können nicht unseren Gläubigen in Campos das Brot wegnehmen, um es denen in Rio zu geben”, argumentierte P. Rifan, der dieses Apostolat außerhalb der Diözese von Campos vermeiden wollte. Campos hatte immer unter einem gewissen Legalismus gelitten, der das Handeln von Mgr. Antônio de Castro Mayer und seinen Priestern einschränkte. – “Aber die kleinen Hunde dürfen doch die Krümel fressen, die vom Tisch der Söhne fallen”, konterte Dr. Júlio, der mit dieser schönen Antwort die Partie gewann. Campos begann also, die Gläubigen von Rio zu betreuen, und als Santa Cruz im Jahre 1987 gegründet wurde, wollte Campos uns dieses Apostolat abgeben. Wir stimmten bloß einer Mithilfe zu, denn wir wollten keine Verantwortung übernehmen, die die Regelmäßigkeit unseres klösterlichen Lebens stören könnte. Unser Apostolat soll gemäß unserem Gründer, dem hochwürdigen Pater Muard, eher den Missionen als den Pfarreien dienen. So blieb es bis 1989 oder 1990, als Dom Lourenço das Apostolat in Rio übernahm, sowie später auch das in Niterói. Aber vorher kamen die Weihen von 1988. An einem schönen Morgen traf Mgr. Antônio de Castro Mayer eine Entscheidung, die seine Priester überraschte.Nach Ecône zu den Weihen reisen. Diese Entscheidung war seine eigene Idee, wie P. Possidente zu verschienenen Gelegenheiten erzählte. P. Rifan begleitete ihn so wie auch die hochwürdigen Patres Possidente und Athayde. Bei der Weihezeremonie übersetzte P. Rifan die kleine Predigt, oder besser das Glaubensbekenntnis, das Mgr. de Castro Mayer ablegte, um seine Gegenwart bei dieser Zeremonie zu rechtfertigen und öffentlich seine Unterstützung für das Werk von Mgr. Lefebvre zu erklären. All jene, die diese kleine Predigt hörten, waren davon tief beeindruckt. Nach den Weihen brachen Mgr. de Castro Mayer und seine Priester nach Le Barroux auf, wo sie sich nicht, wie sie wünschten, mit Dom Gérard unterhalten konnten. Dom Gérard mied sie und machte auf diese Weise klar, in welche Richtung er geneigt war. Bei der Abreise aus Le Barroux hinterließ P. Rifan einen Brief an Dom Gérard über die immense Verwirrung und Enttäuschung, die ein Abkommen zwischen Le Barroux und Rom in der Tradition provozieren würde. Als wir in Brasilien die Nachricht von dem Abkommen erhielten, traten wir in Kontakt mit Mgr. Lefebvre und Mgr. Castro Mayer, um uns zu orientieren, was nun zu tun am klügsten sei. P. Rifan diente in diesen schwierigen Stunden als Mittelsmann, um uns den Rat von Mgr. de Castro Mayer zu überbringen. Seine Exzellenz und die Priester schlugen vor, dass wir Santa Cruz schließen und uns in der Diözese von Campos niederlassen. Ein Brief von Mgr. Lefebvre brachte uns dazu, eine andere Entscheidung zu treffen: das Kloster nicht hergeben und eine öffentliche Erklärung abgeben, die die Gründe für unseren Bruch mit Dom Gérard darlegte. Die Güter der Kirche gehören Christi König und man darf nicht zulassen, dass sie in die Hände der Feinde seiner universellen Herrschaft fallen. P. Rifan kam nach Nova Friburgo mit P. Tam, um uns zu helfen, diese Erklärung zu verfassen. Später kam er noch einmal, vor allem um mit Dom José Vannier zu sprechen, der die Partei von Dom Gérard ergriffen hatte, aber die Patres von Campos schätzte. Die hochwürdigen Patres Possidente und Rifan sprachen mit Dom José, ohne Resultat. Einige Tage später erschien Dom Gérard selbst mit Dom Emmanuel Butler im Kloster, sie versuchten, das Kloster zurückzukriegen. P. Rifan war wieder hier, um uns in den Diskussionen zu helfen, die wir mit Dom Gérard führten. Wir möchten hier unseren Dank für die ganze Hilfe zum Ausdruck bringen, die er für Santa Cruz geleistet hat, was im Kontrast zu dem steht, was er heute tut. Bald nach diesen Ereignissen, vielleicht war es auch ein wenig früher, kam P. Rifan, um uns mit seiner reichen fachlichen Erfahrung bei einer Mission in unserer Region zu helfen. Am Ende der Mission stellten wir ein Kreuz auf mit der Inschrift »Rette Deine Seele«. Das Band zwischen P. Rifan und uns festigte sich noch mehr durch eine Reise nach Deutschland zu dem Zweck, Unterstützung für das Kloster und für die Pfarrei von P. Rifan zu erhalten. Wir kamen auch nach Ecône, wo Mgr. Lefebvre uns mit der ihm eigenen Liebenswürdigkeit empfing und P. Rifan eine beträchtliche Summe in die Hand gab, um ein Grundstück zu kaufen. Dort wurde später eine Kirche gebaut, in der er heute die Unterordnung unter das Vatikanum II und unter die liturgischen Dekrete der Konzilskirche verteidigt. Was hätte wohl Mgr. Lefebvre gesagt, wenn er einen solch schlechten Gebrauch seiner großzügigen Hilfe hätte vorhersehen können? Nach dem Tod von Mgr. de Castro Mayer stellte sich den Patres von Campos eine dringende Frage. Wer soll Mgr. de Castro Mayer ersetzen? Das hätte bereits 1988 geregelt werden können, aber Campos ließ die Gelegenheit verstreichen. Nach einigen Überlegungen entschied der treue Klerus, einen Bischof auszuwählen, und ein kleines “Konklave” versammelte sich. Mgr. de Castro Mayer hatte vor seinem Tod zwei Namen genannt: P. Emmanuel Possidente und Msgr. Licínio Rangel. Man kann daher wohl annehmen, dass P. Rifan nicht die Präferenz von Mgr. Antônio de Castro Mayer hatte. Msgr. Rangel wurde gewählt. Die Weihe von Mgr. Licínio Rangel fand am 28. Juli 1991 in der Stadt São Fidelis statt. Der weihende Bischof war Mgr. Tissier de Mallerais, assistiert von Mgr. Williamson und Mgr. Galarreta. Trotz des Respekts, den man vor ihm hatte, gehörte Mgr. Rangel nie zum leitenden Trio des Klerus von Campos. Die Patres Possidente, Rifan und Athayde hatten einen Einfluss, der den Handlungsspielraum von Mgr. Rangel ein wenig begrenzte, der ein sehr reserviertes Temperament hatte und ein wenig schüchtern war. Es ist nichts Herabsetzendes an dem, was hier über Mgr. Rangel oder die drei einflussreichsten Priester in seiner Diözese gesagt wird. Das sind schlicht die Fakten. Sie können vielleicht zum Teil die Ereignisse erklären, die folgten. P. Rifan wurde von der Priesterbruderschaft St. Pius X. eingeladen, die Priesterexerzitien zu predigen, die dem Generalkapitel vorangingen, auf dem 1994 Mgr. Fellay zum Nachfolger von P. Schmidberger gewählt wurde. P. Rifan wurde immer mehr zu einer Referenz in der Tradition. Als die Bruderschaft nach dem Jubiläum des Jahres 2000 in Kontakt mit Rom trat und Campos einlud, hinzuzukommen, wurde er ausgewählt, Campos in diesen Gesprächen zu repräsentieren. Das Drama von Campos begann. Als die Bedingungen, die Rom präsentierte, der Priesterbruderschaft St. Pius X. inakzeptabel erschienen, zog Campos es dagegen vor, nicht zurückzurudern. Es ist schwierig festzustellen, wer von diesen oder jenen genau welche Verantwortlichkeit bei diesen Ereignissen trägt. Sicher ist, dass P. Rifan zum Herrn der Situation geworden war. Er gehorchte zwar den Anweisungen von Mgr. Rangel, war aber bei den Verhandlungen in Rom der einzige anwesende Gesprächspartner. Es ist zu bemerken, dass P. Rifan nach einer gewissen Zeit immer häufiger Kontakte mit den Progressisten hatte, und er hatte auch die Gewohnheit, sich die Erlaubnis zu beschaffen, die Messe St. Pii V. in Häusern der Gegner zu lesen. Abgesehen davon, dass das nicht notwendigerweise ein Übel ist, glaube ich, dass das eine Öffnung war, die zum Fall des P. Rifan und der ganzen Diözese beigetragen hat. War der bloße Kontakt mit diesen vom Modernismus und Liberalismus durchtränkten Menschen der Ausgangspunkt dieses Falls? Es lohnt sich, sich diese Frage zu stellen. Zur großen Enttäuschung der Katholiken in der ganzen Welt unterzeichnete Mgr. Rangel am 18. Januar 2002 in der Kathedrale von Campos in der Gegenwart von Kardinal Castrillon Hoyos, dem Titularbischof von Campos, Mgr. Roberto Guimarães, sowie anderer kirchlicher Persönlichkeiten ein Abkommen mit Rom. Das war das Todesurteil der Tradition in Campos, wenn auch P. Rifan immer wieder sagte, dass es sich nicht um ein Abkommen, sondern um eine Anerkennung handele. Alle Gläubigen akzeptierten das Abkommen, getäuscht von ihren Priestern, die sich ihrerseits selbst täuschten. Tatsächlich akzeptierten nicht alle Gläubigen das Abkommen, aber diejenigen, die dem widerstanden, waren wahrlich die “pusillus grex”. Unter ihnen muss Herr Hirley Nelson de Souza hervorgehoben werden. Mgr. Rangel, der an Krebs litt, starb kurz danach, und P. Rifan wurde sein Nachfolger als Oberer der Apostolischen Administratur, die aus dem Abkommen mit Rom geboren worden war. Nachdem Mgr. Rifan von Kardinal Hoyos geweiht worden war, würde er sich als ralié par excellence offenbaren. Er würde sich in einen Freund unserer Feinde verwandeln, alle Diözesen bereisen, jene umarmen, die er dereinst mit einem Feuereifer attackiert hatte, den die Progressisten nicht so schnell vergessen werden. Seit seinem Seitenwechsel häuft Mgr. Rifan Beweise der Aufrichtigkeit seiner “Gleichschaltung”  an. Wie Abel Bonnard sagte: “Ein ralié ist nie genug ralié”. Die Autorität des Vatikanum II; die Legitimität der neuen Messe; die Pflicht, sich dem “lebendigen Lehramt” der liberalen Päpste zu unterwerfen; die Verurteilung Mgr. Lefebvres, der als schismatisch angesehen wird: all dies musste Mgr. Fernando Rifan akzeptieren und verkünden. Das war allerdings weder das, was die Patres von Campos wollten, noch, was sie ihren Gläubigen gesagt hatten, noch, was sie Kardinal Castrillon Hoyos zu verstehen gegeben hatten. Das beweist die Erklärung, die sie verfasst hatten, in der sie ihre Entschlossenheit bekräftigten, den Kampf gegen den Liberalismus, den Modernismus und den Progressismus fortzusetzen, der das Vatikanum II inspiriert hatte. Nachdem Kardinal Hoyos die Erklärung gelesen hatte, äußerte er folgende Überlegung, wie mir einer der Patres von Campos berichtete: “Ja, das ist, was wir vereinbart hatten. Aber es ist nicht nötig, all dies zu sagen. Es reicht, zu erklären, dass die Herren konstruktiv Kritik üben werden, wie das kanonische Recht es erlaubt.” “Danach,” sagte derselbe Pater, “endete unser Kampf.” Sei es aus Angst, den Papst oder Kardinal Hoyos zu betrüben, sei es aus Mangel an Überzeugung, oder wegen wankenden Glaubens, oder aus Angst vor Mgr. Fernando Rifan, oder aus welchem Grund sonst auch immer, die Tatsache ist, dass Campos wie ein stummer Hund wurde. Das modernistische Rom hat vonseiten dieser Patres nichts mehr zu befürchten, wenn sie auch in die Schule eines der großen Bischöfe des 20. Jahrhunderts gegangen sind, der sich den modernistischen Irrtümern energisch entgegengestellt hat. Wie erklärt sich das? Ohne in die Tiefe der Herzen eindringen zu wollen und darüber hinauszugehen, was die Fakten uns offenbaren, denke ich, dass sicherlich der Kontakt mit den Autoritäten, die den katholischen Glauben nicht umfänglich bekennen, nur dazu führen kann, dass jene, die sich dem aussetzen, die Ideen und Seinsweise der Autoritäten Schritt für Schritt übernehmen. Mgr. Lefebvre hatte Dom Gérard diesbezüglich ausreichend gewarnt. In Rom tut man nicht das, was man will, sondern das, was Rom will. Dom Gérard hat nicht damit gerechnet, Mgr. Rifan noch weniger. Aber aus der eigenen Diözese würde die Reaktion kommen. Die eigenen Gläubigen bemerkten mit der Zeit, dass sich etwas veränderte. Sie wandten sich an das Kloster und Dom Antônio-Maria ging hin, um auf einer Fazenda mit dem schönen Namen Santa Fé [Heiliger Glaube] die Messe zu lesen. Mgr. Rifan schäumte vor Wut. Er rief die “Schuldigen” zusammen und wies sie streng zurecht. -“Wehe meine Herren, wenn Sie hier noch einmal einen Priester des Klosters oder der Bruderschaft herbringen!” -“Exzellenz,” antwortete ein Mann vom Lande, der Mgr. Castro Mayer gekannt hatte, “das hängt nur von Ihnen ab. Wenn Sie bei der neuen Richtung bleiben, die Sie gewählt haben, werde ich jedes Jahr einen Priester der Bruderschaft oder des Klosters rufen, um mein Ostern zu feiern, ich und meine Familie.” Mgr. Rifan konnte bei diesen tapferen Leuten vom Lande nichts erreichen, von denen sich zu den großen Festen gegenwärtig mehr als 250 in einer kleinen von ihnen selbst gebauten Kirche versammeln, wo die Patres der Administratur keinen Fuß mehr hinsetzen. Zum Schluß wollen wir bloß feststellen, dass Mgr. Rifan heute mit den progressistischen Bischöfen konzelebriert und sagt, dass die systematische Weigerung, die neue Messe zu lesen, eine schismatische Haltung sei. Das ist, was wir Verrat nennen: ein Akt des Mangels an notwendiger Treue gegenüber den katholischen Prinzipien, denn diese wurden uns von der Heiligen Kirche bzw. von unserem Herrn Jesus Christus anvertraut. Das ist eine Feststellung und sonst nichts. Sollte eine andere Definition für Verrat bevorzugt werden, kann folgende dienen: Verbrechen einer Person, die auf die Seite des Feindes wechselt. Das ist hart, aber es ist eine Tatsache. Das kann jeder feststellen. Möge Gott uns davor behüten, dasselbe zu tun, uns, die wir aufgrund unserer Schwäche noch tiefer fallen können. Mgr. Rifan ist heute ein Freund jener, die Mgr. Lefebvre und Mgr. de Castro Mayer veruteilt haben. Er nennt Johannes XXIII. und Johannes Paul II. Selige. Er ist ein Freund der Liberalen, jener, die unseren Herrn enttrohnt haben und die die Entchristianisierung der Gesellschaft vorantreiben. Mögen unser Herr und seine Heiligste Mutter uns davor bewahren, das Erbe zu verlieren, das uns von Mgr. Marcel Lefebvre und Mgr. Antônio de Castro Mayer vermacht wurde, unter soviel Leiden. Das Erbe, das nichts anderes als das ist, wovon der hl. Paul sprach: “Ich habe weitergegeben, was ich empfangen habe.” (1 Kor. 11, 23) Bruder Thomas von Aquin O.S.B. #Nachträgen

  • Nachrichten Nr 48

    Nachrichten vom Kloster Santa Cruz DEZEMBER 2012 – Nr. 48 Liebe Freunde und Wohltäter, Ereignisse von höchster Wichtigkeit haben die Welt der Tradition erschüttert und erschüttern sie weiterhin. Nach der Ankündigung eines möglichen praktischen Abkommens mit Rom sind es vor allem die Vertreibung einiger Priester und die von Msgr. Williamson, die offenbaren, wie schwerwiegend diese interne Krise ist. Unser Kloster war und ist mit diesen Ereignissen innig verbunden, da wir nicht nur P. Ernesto Cardozo innerhalb unserer Mauern empfangen haben, sondern auch Msgr. Williamson, der nach Brasilien gekommen ist, um uns mittels des Sakraments der Firmung sowie mittels antiliberaler und antimodernistischer Predigt im Glauben zu festigen. Er hat uns in Klarheit und in aller Tiefe die Natur und die Ursachen der gegenwärtigen Krise erläutert. Er hat uns ermahnt, den Rosenkranz täglich zu beten, womit viele nach seiner Reise durch Brasilien angefangen haben. Nur die Mittlerin aller Gnaden hat von ihrem eigenen Sohn die Macht erhalten, den Kopf der höllischen Schlange zu zertreten, und sie hat uns damit den wahren Weg des Heiligen Kreuzes eröffnet, der uns zur ewigen Seligkeit führt, die uns unser Retter mit seinem Kostbarsten Blut erwirkt hat. Diese Firmungen wurden heftig kritisiert und als unerlaubt qualifiziert. Und warum seien sie unerlaubt? Weil, so sagen einige, sie nicht mit der Zustimmung von Msgr. Fellay gespendet wurden, so wie auch dieses ganze achttägige Apostolat auf brasilianischem Boden. Wir denken im Gegenteil, dass diese Firmungen aus folgendem Grund erlaubt und wohltuend waren. Es ist allen bekannt, dass die Predigt von Msgr. Williamson Rom missfällt. Nun, im heutigen Kampf ist diese Stimme, so wie vor 40 Jahren die von Msgr. Lefebvre, von höchster Wichtigkeit, weil sie eine der einzigen genuin katholischen, bischöflichen Stimmen in der ganzen Welt ist. Schwiege Msgr. Williamson in der gegenwärtigen Stunde, dann betröge er seine bischöfliche Mission. Sprechen bedeutet die Gnade einsetzen, die ein Bischof erhält, um die Gläubigen vor der Gefahr eines Abkommens zu schützen und zu warnen, das für die Tradition tödlich wäre, oder gleichermaßen vor einem Geist des Abkommens ohne tatsächliches Abkommen. Angesichts dieser Sachlage denken wir, dass Msgr. Williamson gut daran getan hat, sich zum Wohle der Gläubigen harten Strafen auszusetzen. Das ist die Pflicht eines Hirten. Der gute Hirte sollte seine Ruhe und sein Leben für seine Schafe geben. Aus diesem Grund sind wir in diesem Moment mit Msgr. Williamson verbunden, in dem sein Name wieder einmal entehrt wird, gebrandmarkt als rebellisch, ungehorsam sowie mit weiteren und schlimmeren Adjektiven. Möge Gott Msgr. Williamson und allen, die den katholischen Glauben verteidigen, die Kraft geben, bis zum Ende durchzuhalten, in der Verteidigung der Rechte Christi König und nicht der angeblichen Rechte des modernen Menschen, die das Vatikanum II sakrilegischerweise verherrlichen wollte, wodurch es die größte Katastrophe in der Geschichte der Kirche seit ihrer Gründung verursacht hat. Pater Prior 28 Oktober 2012 Christkönigsfest Lehre Das Sakrament der Firmung Was ist das Sakrament der Firmung? Die Firmung ist ein Sakrament, das uns den Heiligen Geist gibt, das in unserer Seele den Charakter von Soldaten Christi einprägt und das uns zu vollkommenen Christen macht. Auf welche Weise macht das Sakrament der Firmung uns zu vollkommenen Christen? Die Firmung macht uns zu vollkommenen Christen, indem sie uns im Glauben bekräftigt und in uns die anderen Tugenden und die Gaben, die wir bei der heiligen Beichte erhalten haben, vervollkommnet; und deswegen heißt sie Firmung. Welche sind die Gaben des Heiligen Geistes, die bei der Firmung empfangen werden? Die Gaben des Heiligen Geistes, die bei der Firmung empfangen werden, sind sieben: Weisheit, Verstand, Rat, Stärke, Wissenschaft, Frömmigkeit, Gottesfurcht. Was ist die Materie dieses Sakraments? Die Materie dieses Sakraments ist neben der Handauflegung durch den Bischof die Salbung der Stirn der getauften Person mit dem heiligen Chrisam; daher wird dieses Sakrament [im Portugiesischen] auch Crisma genannt, was Salbung bedeutet. Was ist das heilige Chrisam? Das heilige Chrisam ist Olivenöl mit Balsam gemischt und vom Bischof am Gründonnerstag geweiht. Was bedeuten das Öl und der Balsam in diesem Sakrament? In diesem Sakrament bedeutet das Öl, das ausgegossen wird und das bestärkt, den Überfluss an Gnade, die sich in der Seele des Christen verbreitet, um ihn im Glauben zu festigen; und der Balsam, der wohlriechend ist und vor Verfall bewahrt, bedeutet, dass der Christ durch diese Gnade bestärkt wird und in die Lage versetzt, den guten Duft der christlichen Tugenden zu verbreiten und sich vor der Verderbtheit der Laster zu schützen. Was ist die Form des Sakraments der Firmung? Die Form des Sakraments der Firmung ist diese: Ich bezeichne dich mit dem Zeichen des Kreuzes und firme dich mit dem Chrisam der Rettung im Namen des Vaters, des Sohnes und des Heiligen Geistes. Amen. Wer ist der ordentliche Spender des Sakraments der Firmung? Der ordentliche Spender des Sakraments der Firmung ist nur der Bischof. Wer ist der außerordentliche Spender des Sakraments der Firmung? Der Priester. Überall, wo Msgr. Williamson gefirmt hat, hat er auch Leute gefirmt, die bereits im neuen Ritus gefirmt worden waren. Warum? Weil im neuen Ritus Änderungen eingeführt wurden, sowohl was die Materie angeht (es braucht nicht mehr Olivenöl sein), als auch was die Form angeht. Chronik 12. Mai Hochzeit in Arraial Novo von Gabriela und Geraldo, zelebriert durch Dom Antônio Maria. 13. Mai Ewige Gelübde der Schwestern Maria Beatriz und Maria Inês sowie jährliches Gelübde der Schwester Maria Goretti im Institut Unsere Liebe Frau vom Rosenkranz in Anápolis. Dom Prior nimmt an der Zeremonie teil und kehrt danach zurück. 15. Mai Dom Antônio Maria reist zum Seminar von La Reja. 17. Mai Hw. Ernesto Cardozo singt die Messe zu Christi Himmelfahrt. 21. Mai Ankunft von Hw. Fernando Conceição Lopes, der kommt, um die Schwestern seines Instituts zu sehen, die sich um unsere Schule kümmern. 26. Mai Pfingstvigil mit Teilnahme der Schwestern. 27. Mai Pfingstmesse gefolgt von einer Katechese zur gegenwärtigen Situation der Tradition. Der Brief, den die Msgrs.Williamson, Tissier und de Galarreta an Msgr. Fellay und seine Assistenten geschrieben haben, wird den Gläubigen erläutert. 2. Juni Vortrag in Campos über die gegenwärtige Situation. 3. Juni Erwachsenentaufe von Tiago Gadotti nach einer Vorbereitung, die von diesem neuen Glied der Heiligen Kirche sehr ernst genommen wurde. 6. Juni Dom Antônio Maria und Br. Plácido brechen zum Fronleichnamsfest nach Arraial Novo auf. 7. Juni Schöne Fronleichnamsprozession mit Teilnahme der Schwestern im Kloster, die voller Hingabe die Kapelle São Miguel-Santo Antônio schmückten, wo die Messe gelesen wurde. Unsere Freunde aus Vitória kommen um am Fest teilzunehmen. 10. Juni Dom Antônio Maria bricht nach Bellaigue auf. 15. Juni Kurze Mission in Vitória, wo die Schwestern zwecks Prüfung an der Fernuniversität erscheinen müssen. 4. Juli Dona Teresa, als “vó” (Oma) bekannt, empfängt die letzte Ölung im São Lucas Krankenhaus. Ihr Zustand verbessert sich und sie kehrt nach einigen Tagen heim. 25. August Ankunft von Msgr. Williamson in Rio de Janeiro, von wo er nach dem Frühstück im Hause von treuen Freunden nach Salvador weiterreist. 26. August Firmungen im Kloster Unsere Liebe Frau des Glaubens und des Heiligen Rosenkranzes in Candeias, Bahia, mit vielen Gläubigen, gefolgt von einem Vortrag von Msgr. Williamson über den Liberalismus. 27. August Msgr. Williamson unterhält sich mit Hw. Jahir und seiner Gemeinschaft. 28. August Msgr. bricht nach Vitória auf, wo die Gläubigen ihn mit Zeichen wahrer Frömmigkeit und heiliger Freude empfangen. Die Brüder André, Agostinho und Tarcísio kommen auch nach Vitória zur Firmfeier am folgenden Tag. 29. August Abreise nach Campo Grande. Eine Verspätung des Flugzeugs zwingt Msgr. Williamson einen weiteren Tag in Vitória zu bleiben und den Besuch und die Firmungen in Campo Grande abzusagen. Besuch aufgeschoben aber nicht aufgehoben. Die Vorsehung wird es zeigen. 30. August Abreise nach Maringá, wo die Firmungen am 31. stattfinden. Wie in Vitória und in Candeias, hält Msgr. Williamson einen Vortrag für die Gläubigen. 1. September Rückkehr nach Rio und Aufstieg ins Gebirge nach Nova Friburgo, wo Msgr. Williamson ca. 50 Firmlingen das Sakrament der Firmung spendet und zwecks Erbauung und Instruktion aller mehrfach das Wort an die Gläubigen und die Mönche richtet. 3. September Fest des Hl. Pius X., das Msgr. Williamson mit uns bis zum Mittagessen verbringt. In der Messe spricht er uns von der einzigartigen Schwierigkeit, der Msgr. Lefebvre angesichts der Pflicht begegnete, dem obersten Hirten der Kirche den Gehorsam zu verweigern, um den Glauben zu schützen und zu bewahren. Der Verwaltungsapparat der Kirche wurde gegen den Glauben eingesetzt, was Gott zuließ, um die Menschen zu züchtigen und zum Ruhm derer, die im Glauben verharrten, angefangen mit Msgr. Lefebvre, einer wahren Leuchte in der gegenwärtigen Finsternis, die sich über die Hl. Kirche ausgebreitet hat. 30. September Beraten durch Msgr. Williamson, vervollständigt Dom Prior die Serie der aufgeschobenen Firmungen, er besucht Campo Grande und spendet dieses Sakrament außerordentlicherweise, wie die Hl. Kirche das in solchen Fällen vorsieht. 12. Oktober Dom Prior und Bruder Plácido fahren nach Vitória wo Deivid uns hilft, ein Paypal-Konto einzurichten, um Spenden aus dem Ausland ermpfangen zu können. 15. Oktober Dom Prior besucht P. Fernando Lopes und sein Institut in Anápolis, wo ein Internat ca. 40 Mädchen beherbergt, mit einer Schule von ca. 100 Schülern. Drei Mädchen aus Friburgo sind z.Zt. in diesem Internat. 6. November Dom Prior bricht nach Maringá auf und kehrt über Rio de Janeiro zurück, wo er von treuen Freunden empfangen wird. 12. November Hw. Cardozo führt den Mönchen eine Dokumentation über die Cristeros vor, wie er es bereits für die Schwestern getan hatte und wie er es zu tun pflegt, über die verschiedensten Themen, wie etwa Garcia Moreno, Thomas Morrous, eucharistische Wunder usf. 13. November Dom Prior und Br. Plácido brechen nach Arraial Novo zum Begräbnis von Dona Lucy auf, Mutter von 14 Kindern, deren Beispiel eine Gnade für die jungen Paare von Arraial Novo ist. 14. November Wir erhalten und lesen im Refektorium die schöne, feste und lebhafte Erklärung von Hw. Jahir Britto in Verteidigung von Msgr.Williamson. 25. November Kommunion von fünf Kindern unserer Schule, die von den Schwestern vorbereitet wurden. Anmerkung des Cellerars Wir haben jetzt eine Schule in Betrieb. Welch eine Arbeit! Diese heldenhafte Arbeit, die von den Schwestern des Hw. Fernando Conceição Lopes geleistet wird. Möge Gott ihn für immer segnen für solch immense Großzügigkeit, dieses Institut gegründet zu haben. das sich um die Ausbildung der Kinder kümmert. Während die Arbeit von den Schwestern geleistet wird, werden die Kosten vom Kloster getragen. Nun sind unsere kleinen und großen Arbeiten nicht ausreichend, um diese Kosten aufzubringen. Daher bittet dieser arme Verwalter, der Ihnen schreibt, demütig um Ihre Hilfe, wofür er Ihnen das Gebet und den Dank der Brüder, der Schwestern und der Kinder zusichert. Jeden Monat wird eine Messe für unsere Wohltäter gelesen. Br. Cellerar Für alle, die uns helfen wollen: Schecks, Einzahlungen oder Überweisungen: Für Deutschland: Bank: Sparkasse Saarbrücken Saargemünder Straße 170 66129 Saarbrücken-Bübingen BLZ: 590 501 01 Konto: 242 73 62 13 Kontoinhaber: P. Thomas d’Aquin Kloster Santa Cruz Spenden aus dem Ausland per Paypal: http://www.beneditinos.org.br/ Senden Sie Ihre Korrespondenz bitte an folgende Adresse: Mosteiro da Santa Cruz Caixa Postal 96.582 28610-974 Nova Friburgo – R.J. BRASILIEN FROHES NEUES JAHR HELFT UNSERER SCHULE UND DEN SCHWESTERN VOM HEILIGSTEN ROSENKRANZ #Nachrichten

  • Mandato apostólico

    Mandato apostólico lido na sagração de Dom Tomás de Aquino, prior do Mosteiro da Santa Cruz, por Dom Richard Williamson e Dom Michel Faure. – Tendes um mandato? – Temos. – Que seja lido. Nós o temos da Igreja Romana, que, em sua fidelidade às santas tradições recebidas dos Apóstolos, nos ordena transmitamos fielmente estas santas tradições – ou seja, o depósito da Fé – a todos os homens em razão de seu dever de salvar suas almas. Ora, de um lado, as autoridades da Igreja Romana desde o Concílio Vaticano II até hoje estão animadas por um espírito de modernismo que subverte profundamente a Santa Tradição até ao ponto de perverter a noção mesma de Tradição: “Eles já não suportam a sã doutrina, afastando-se de toda Verdade, aplicando-se às fábulas”, como diz São Paulo a Timóteo em sua segunda epístola (IV, 3, 5). Que adiantaria pedir a tais autoridades um mandato para sagrar um Bispo que se oporá profundamente a seu tão grave erro? Por outro lado, para ter tal Bispo, os poucos católicos que compreendem sua importância poderiam, mesmo após o Vaticano II, esperar que viesse da Fraternidade São Pio X de Dom Marcel Lefebvre, assim como este lhe sagrou quatro por um primeiro mandato de suplência em 1988. Infelizmente, observando que as autoridades da Fraternidade tomam o mesmo caminho liberal, remetendo-se constantemente às autoridades romanas, tal esperança se afigura vã. E, então, donde esses católicos fiéis obterão os Bispos necessários para a sobrevivência de sua verdadeira Fé? Em um mundo cada dia mais oposto a Nosso Senhor Jesus Cristo e à sua Igreja, o perigo parece tão grande que, enquanto Pedro não se converter (Luc. XXII, 32), é a própria Santa Igreja que nos pede de vir em socorro das ovelhas abandonadas, assegurando – lhes um número suficiente de verdadeiros pastores (Jer. III, 15) na medida em que tal necessidade se faça presente. Nenhuma presunção nem cessão do poder episcopal de jurisdição acompanha esta transmissão do poder episcopal de Ordem, e, assim que Deus intervier para salvar a sua Igreja, à qual não resta nenhuma esperança humana de salvação, os efeitos dessa transmissão e deste mandato de suplência serão entregues imediatamente nas mãos de um Papa de novo inequivocamente católico. #DomWilliamson #Bispo #Sagração #Resistência #DomTomás #DomFaure

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