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  • Comentários Eleison nº 881

    Por Dom Williamson Número DCCCLXXXI (881) – 01 de junho de 2024 FIM dos TEMPOS, FIM do MUNDO Para a visão de Deus desses dois Testamentos, Em Romanos lê-se como Paulo viu os acontecimentos. Pertence à Sabedoria de Deus manter-nos – nós, seres humanos – ignorantes em relação ao Seu calendário ou programa exato referente aos acontecimentos que levam ao fim do mundo; mas no que há de mais imediato desses acontecimentos todos nós estamos envolvidos, e não é proibido especular sobre isso. Pelo contrário, para salvar minha alma, pode ser prudente pensar no que Deus Todo-Poderoso tem em mente, a fim de que eu evite certos erros graves. Por exemplo, Deus pode guiar-nos, seres humanos, para fazermos o que Ele quer, mas Ele nunca nos tirará o nosso livre-arbítrio para o fazermos, e é por isso que uma Idade de Ouro de mil anos que tenha início agora e se prolongue até o fim do mundo é impossível. Para isso Ele teria de estar anulando constantemente as escolhas dos homens. Lutero (1483–1546) sabia que estava destruindo a cristandade. Passaram-se 450 anos até o Vaticano II, por assim dizer (1517-1965), mas no final desse período os homens tinham-se corrompido cada vez mais. Pode haver agora uma curta Idade de Ouro, como o Triunfo do Imaculado Coração de Nossa Senhora, mas não há como durar muito. Em La Salette, em 1846, Nossa Senhora disse que apenas 25 anos de boas colheitas veriam o pecado voltar, ou seja, o fim da Idade de Ouro e o início do descenço ao Anticristo. O milenarismo, ou seja, uma suposta Idade de Ouro de mil anos antes do fim do mundo, é um erro condenado pela Igreja. Outro grande erro que se deve evitar é que a Igreja chegará ao seu fim na terra em um resplendor de glória humana. Uma única citação de Nosso Senhor mesmo põe fim a essa ilusão (Lc. XVIII, 8): “Quando vier o Filho do homem, encontrará fé sobre a terra?”. Em outras palavras, no fim do mundo a Igreja quase terá desaparecido de vista, presumivelmente como resultado da sua perseguição pelo Anticristo, a perseguição mais feroz de toda a sua história. Aquele mundo que tem o diabo como governante (Jo. XIV, 29) verá nessa perseguição uma tremenda derrota para a Igreja, mas Deus verá sair dela, como de um pano espremido, as últimas gotas de santidade na forma de alguns dos maiores mártires e santos de toda a sua história, ou seja, será uma das suas maiores vitórias. Não deveria ser surpresa se o fim da Igreja se assemelha ao máximo à Cruz de Nosso Senhor, pois a vitória universal da Igreja segue-se imediatamente na forma de Juízo geral, ou universal. Outro erro que seguramente deve ser evitado é confundir o fim dos “tempos” (cf. Lc. XXI, 24) com o fim do mundo. Segundo o comentário do Venerável Holzhauser sobre os capítulos 2 e 3 do Livro do Apocalipse, onde ele divide a história da Igreja em Sete Idades, o “fim dos tempos”, ou fim dos tempos para os gentios entrarem na Igreja de Deus a fim de substituir toda a antiga raça eleita que decidiu não ser mais povo de Deus (Mt. XXVII, 25), chega no final da Quinta Idade. O fim do mundo, por sua vez, chega no final da Sétima Idade. Pois, de fato, a antiga raça eleita converter-se-á novamente a Nosso Senhor, o seu próprio Messias, no fim do mundo (Rom. XI, 26), mas até lá os judeus convertidos continuarão a ser a exceção e não a regra; em outras palavras, serão demasiado poucos para o propósito de Deus de povoar Seu Céu. Daí todo o plano de Deus para a salvação por meio dos dois Testamentos (ver Romanos, Capítulos IX, X, XI). Eis por que o Novo Testamento teve de substituir o Antigo: porque a raça eleita com base na raça, graças à riqueza de sua natureza, teve de dar lugar à raça eleita com base na fé, com dons sobrenaturais. É por isso que os judeus tiveram de dar lugar aos gentios durante tanto tempo; e é esse o motivo pelo qual aqueles têm feito guerra contra esses desde então (1 Tessalonicenses II, 14-16), especialmente contra os palestinos. Mas os católicos nunca podemos esquecer o quanto devemos aos heróis de Deus do passado, do Antigo Testamento. Sem eles não teríamos tido a Encarnação de Jesus. Kyrie eleison.

  • Os ferozes pacifistas

    Por Gustavo Corção, publicado n’o Globo em 19 de outubro de 1972 A HISTÓRIA recente prova que não há casta de homens mais ferozes do que a dos pacifistas. Veio-me esta ideia da leitura casual e entediada de uma página da ICI, nº 407, de 1.5.72, onde se vê "Dom Hélder Câmara à Utrecht". DUAS palavras sobre a ICI. Tenho aversão a siglas desde o dia em que, por derrisão, Pilatos mandou pregar no topo da Santa Cruz a primeira sigla do mundo, isto é, do mundo-mundo, inimigo de Deus e da Igreja. No caso presente atenho-me à denominação contraída de Informations Catholiques Internationales por ter pejo de usar o adjetivo "católico", em qualquer língua, aposto a uma publicação de apóstatas comprados pela Rússia. NO REFERIDO número da ICI, Dom Hélder Câmara, em todo o esplendor de seu pacifismo exalta o "martírio" de Martin Luther King. De início observemos que esse arcebispo, oficialmente católico e lotado na infeliz arquidiocese de Olinda e Recife, baniu de sua devoção todos os mártires da fé, todos os confessores, virgens, doutores e demais santos propostos à veneração dos fiéis. Não me lembro de ter visto, nestes últimos dez anos, depois da mutação do "padre Hélder", um só discurso, uma escassa entrevista, onde, num recanto de jornal, num tópico, numa única linha se leia a admiração de Hélder por algum dos santos propostos pela Igreja a veneração dos fiéis. Hélder Câmara parece ter organizado, para uso próprio, e para bandeira de um mundo melhor que em seus delírios entreve, uma nova comunhão dos santos encabeçada por Gandhi e Martin Luther King. NO seu discurso em Utrecht, Hélder Pessoa Câmara exalta as virtudes peregrinas de Martin Luther King: "Luther King lembrava que a maneira de vencer as injustiças sem utilizar a pressão armada é a que consiste em utilizar a pressão moral livre." NA peroração do discurso assistido pelo cardeal Al-frink, pelo doutor Visser't Hooft (?) e pelo bonzo vietnamita Tich Nhat Hanh, Dom Hélder Câmara, levantando os braços, ergue ao lustre do salão um apelo de patético humanitarismo: "Ajuda-nos, Luther King, nosso irmão e nosso modelo!" E banhado nos calorosos aplausos do cardeal, do doutor, do bonzo e dos demais idiotas vindos do mundo inteiro, que são hoje legião. Hélder Pessoa Câmara aparta-se do sacralizado microfone e desce do estrado, nimbado de fulgurante não-violência latino-americana. FOI MARCEL de Corte quem disse, numa frase mais de uma vez intercalada nestas mal traçadas linhas, que não há nada mais cruel do que o amor abstrato pelos pobres de que os socialistas fazem bandeira. Direi eu que não há nada mais feroz do que o pacifismo desses bonzos doutores etc., e nada mais perverso e repugnante do que o pacifismo de católicos, pseudocatólicos ou ex-católicos que renegam todos os santos para reservar sua devoção integral para um Martin Luther King. QUALQUER católico de coração bem formado tem alegria de admirar os altos valores humanos que são o esplendor de nossa natureza feita à imagem e semelhança de Deus. Santa Catarina de Sena dizia a Frei Raimundo Capua, seu diretor e seu dirigido: "Se soubesses a beleza de uma alma racional não terias mais um minuto de descanso no zelo pela salvação das almas." A grande doutora da Igreja referia-se aqui à beleza natural, que clama pela beleza sobrenatural. QUEM tem coração para adorar Deus e venerar os santos, tem o mesmo sangue para admirar toda a bela variedade de flores da humanidade, de todas as cores. O autor destas linhas já escreveu uma apologia de Alberto Schweitzer e com prazer escreveria o elogio de Davis Livingstone, mas não o chamaria de santo nem de mártir. No que toca a Luther King minha admiração se detém num fato brutal que se enquadra na classificação que, desde o título deste artigo, dou a esta espécie de pacifista. RELEMBREMOS aqui os últimos anos da história da cruel inimizade entre brancos e negros nos Estados Unidos. O mundo inteiro acompanhou a progressiva e efetiva campanha da maioria do povo e das instituições em favor da completa integração dos negros na comunidade norte-americana até o momento em que a conquista da última e mais significativa lei de integração racial foi posta em prática com episódios de dramática beleza. Mais de uma vez, a resistência dos últimos baluartes do segregacionismo foi derrubada pelo Governo, e mais de uma vez a simples matrícula de uma criança regra em colégios recalcitrantes foi majestosamente apoiada pelas Forças Armadas norte-americanas. ORA, foi precisamente a partir desse momento que começaram a surgir sublevações de agitadores negros. Tornou-se evidente que, aos agitadores internacionais, não interessavam o progresso da integração nacional e a solução realmente pacífica da crise racial. Todo o mundo, com exceção da legião de idiotas, sabe que ao comunismo não interessava a reconciliação dos pretos e brancos norte-americanos, porque essa reconciliação esvaziaria o potencial de ódio com que conta a Revolução dita a serviço da justiça social. NA SUBLEVAÇÃO dos presos de Attica, os revoltosos ameaçaram matar os reféns, e quando, na refrega da inevitável ação policial, foram mortos alguns dos combatentes, as esquerdas levantaram um clamor de opinião pública contra a violência. Num livro intitulado Attica, my History, o diretor da prisão demonstrou cabalmente a infiltração comunista. ORA, em todos esses episódios, Martin Luther King, mais de uma vez entrevistado, não teve uma palavra contra tais sublevações que desonravam sua bandeira; por onde se vê que Dom Hélder tem realmente profundas afinidades com aquele feroz pacifista. Todos nós nos lembramos das palavras com que Dom Hélder em L'Express aplaudiu os assassinos de policiais e de reféns.

  • Comentários Eleison nº 880

    Por Dom Williamson Número DCCCLXXX (880) – 25 de maio de 2024 TORNANDO-SE CATÓLICO Se alguma alma compreende a eternidade, Que então tenha o Rosário sempre em mãos. Um leitor destes “Comentários”, que obviamente não é católico, pergunta como tornar-se católico. Ora, essa é uma questão que provavelmente interesse não só a este leitor, mas também a outras pessoas. E que Deus Todo-Poderoso abençoe a todos esses leitores não católicos, porque é certamente uma graça d’Ele que os está levando a interessarem-se seriamente em unir-se à única e verdadeira Igreja que é d’Ele: a verdadeira Igreja Católica Romana. Aliás, hoje é preciso acrescentar o adjetivo “verdadeira”, porque está claro que o Concílio Vaticano II (1962-1965) produziu toda uma Igreja falsa destinada a levar as almas ao Inferno eterno em vez de ao Céu eterno. Isso certamente é algo que nos dias de hoje só complica a questão de como unir-se à verdadeira Igreja; mas se uma alma estiver honestamente buscando-a, Deus tem inúmeras maneiras de chegar a essa alma com toda a ajuda necessária, apesar de quaisquer obstáculos colocados no caminho d’Ele por homens equivocados ou delinquentes. Que tal alma confie em que Deus quer levá-la para o Céu, e Ele só precisa da cooperação contínua dessa mesma alma para ter sucesso. Ser católico é chegar ao Céu, que é a bem-aventurança sobrenatural ininterrupta, intrinsecamente muito acima e além de todos os nossos poderes naturais humanos da mente e da vontade. A bem-aventurança consiste na visão sobrenatural de Deus tal como Ele é em Si mesmo, e não apenas como podemos vislumbrá-Lo a partir das Suas criaturas naturais que nos rodeiam na nossa breve vida nesta terra. A porta de entrada para esta bem-aventurança é o dom sobrenatural de Deus, a Fé, que está muito acima da nossa razão natural. Se eu recebo ou não de Deus este Seu dom, básico para a salvação eterna, depende inteiramente d’Ele, e não de mim. Por outro lado, há um velho ditado que diz que a quem faz tudo o que é da sua natureza fazer, Deus não nega a Sua graça (sobrenatural). Isto reflete bom senso, mas se deve ter cuidado, pois a Fé continua a ser, essencialmente, um dom gratuito de Deus. O que posso fazer, uma vez que me dou conta do quão indispensável para a salvação é o dom da Fé, é pôr todo o meu empenho em pedir-Lhe em oração que o conceda a mim. (É altamente recomendável que se reze o Rosário mesmo que ainda não se creia que a Bem-Aventurada Virgem Maria foi e é sempre a Mãe de Deus. Ela intervirá...) Outra coisa que posso fazer é aplicar todas as minhas faculdades de raciocínio para examinar três grandes proposições que posso aceitar através do mero (mas correto!) raciocínio humano. Se eu fizer isso, elas podem definitivamente ajudar Deus a dar-me o dom da Fé, embora não possam, por si só, conceder-me o dom de Deus, que continua sendo o Seu dom gratuito. Como disse o pecador meio crente no Evangelho: “Senhor, eu creio! Ajudai-me em minha falta de fé!”. Ele pode não ter sido teólogo, mas estava falando de forma católica (Marcos IX, 24). Estas três proposições são: 1) Deus existe, 2) Jesus Cristo era e é Deus, e 3) A (verdadeira) Igreja Católica Romana foi instituída por Jesus Cristo. 1) Deus existe – o argumento mais óbvio de Suas criaturas (como do efeito à causa necessária) é o argumento do design inteligente. A inteligência é visível em toda a Sua criação, mas não pode vir das criaturas que não são em si mesmas inteligentes, como animais, vegetais, minerais. Apenas um exemplo: nenhuma aranha pisa nas partes pegajosas da sua própria teia! Somente as vítimas da aranha fazem isso. 2) Jesus Cristo era e é Deus – durante Sua vida na terra, Ele operou inúmeros milagres que somente Deus pode realizar, porque somente o Autor da Natureza pode interromper à vontade o curso normal da natureza. Assim, a ressurreição de Lázaro (ver João XI) foi um milagre estupendo realizado diretamente diante de uma multidão em grande parte hostil. E as relíquias de Nosso Senhor que revelam à ciência moderna vestígios de Seu DNA mostram evidências de Sua mãe humana, mas nenhuma de qualquer pai humano. Na verdade, Ele nasceu de Maria, mas foi concebido pelo Espírito Santo. 3) Jesus Cristo instituiu a (verdadeira) Igreja Católica Romana e nenhuma outra. A história da humanidade mostra que todas as outras denominações “cristãs” começaram séculos depois de Ele ter vivido na terra (1–33 DC). Quanto às religiões não cristãs, todas negam que Ele é Deus, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Todas essas religiões não podem ser verdadeiras; e se, como o Vaticano II, alegam ainda que sejam caminho para o Céu, mentem novamente, pois não pode haver lugar para mentiras no verdadeiro Céu do verdadeiro Deus. Se depois de trabalhar essas três verdades preliminares, uma alma continuar desejando tornar-se católica, então ela deve encontrar um padre católico para pedir para ser batizada, que é o modo normal de entrar na Igreja. Kyrie eleison.

  • Nossa biblioteca precisa de sua ajuda!

    + PAX Caros amigos e benfeitores, Nosso acervo conta com mais de 14.000 obras, dentre as quais possuímos títulos raros e necessários para a nossa formação; muitos deles, frutos de doações de nossos benfeitores, sobretudo franceses, que desde nossa fundação nos ajudam com as obras mais essenciais. No entanto, nosso acervo está gravemente ameaçado. A excessiva umidade (que fica acima de 80% em quase todos os dias do ano, mesmo nos dias ensolarados) somada ao clima, pragas e à proliferação de mofos, há muito tempo tem sido o inimigo da conservação de nossas bibliotecas. Para piorar a situação, nossas construções não foram feitas pensando nessas dificuldades e tivemos graves problemas de infiltração. Chegou ao ponto de minar água de algumas paredes e escorrer pelo chão durante os dias chuvosos mais difíceis. E os livros ficaram nesse ambiente. As consequências são visíveis: muitos livros estragados e envelhecidos precocemente. E mesmo com os cuidados que dispensamos e o uso intensivo de meios para remediar os danos, chegamos a uma situação extrema em que nos vemos na emergência de realizar uma reforma geral para salvar nosso tesouro intelectual. O plano de salvamento consiste em: 1º Passo: Fazer as estantes faltantes, necessárias à circulação de ar e conservação das obras, e comprar os suportes para livros (que evitam de o livro tombar). 2º Passo: Transportar os livros mais importantes para a biblioteca menos suscetível a umidade. Em consequência, realocar todos os livros. 3º Passo: Comprar os equipamentos necessários para realizar a desumidificação de todos os ambientes. 4º Passo: Reclassificar todos os livros e colocá-los em seu devido lugar de forma sistemática, com apoio de métodos de biblioteconomia. 5º Passo: Fazer as mesas e cadeiras, comprar os móveis que ainda faltam e os equipamentos eletrônicos para fazer e manter atualizada a relação de todos os livros. Em vista das péssimas condições durante o ano passado e este ano de 2024, especialmente por causa da infiltração em uma das bibliotecas, nos vimos na obrigação de saltar a primeira etapa e já iniciamos os trabalhos a partir da segunda, por causa da falta de recursos financeiros para adquirir as estantes, que são uma das partes mais caras do projeto. O mosteiro já está tentando reformar as paredes de duas bibliotecas, uma delas está se consumindo pela infiltração e a outra dando sinais de que se não fizermos algo em breve teremos outro grande problema. Apesar de já estarmos providenciando o conserto das duas paredes por conta do mosteiro, não estamos conseguindo incluir todas as despesas no orçamento, que é bem limitado. Na esperança de alcançarmos as metas é que solicitamos o auxílio de nossos benfeitores, para a continuidade de nossa obra e preservação de um dos nossos maiores bens materiais. Certamente esse bem repercutirá também em vossas almas, visto que são parte importante e indispensável do nosso alimento espiritual, da nossa formação religiosa e sacerdotal. Além da preocupação com as reformas, dentro deste âmbito teremos também que lidar com a edição de alguns livros litúrgicos (Breviário monástico, Ordo ad Hebdomadae Sanctae, e suplementos) essenciais para o uso monástico, que já estão faltando aqui e no mosteiro das irmãs. Para a primeira etapa, orçamos em cerca de R$ 15.000,00. Para a terceira R$ 9.500,00. E para a quinta R$ 13.500,00. Quanto às edições, ainda não temos como fazer um orçamento preciso (nossa suposição é que ficará próximo dos R$ 6.000,00). As demais etapas só dependem do nosso esforço e tempo. Procuraremos manter os benfeitores atualizados das nossas conquistas. Que Nossa Senhora recompense também generosamente o vosso esforço. Agradecemos muitíssimo a todos os fiéis, que nunca falham em procurar nos ajudar. Contem com nossas orações!! As doações para este projeto devem ser feitas EXCLUSIVAMENTE através das seguintes contas: ​ No Brasil, via PIX: biblioteca@mosteirodasantacruz.org.br Chave aleatória: bf40fa4a-55df-41d5-b851-6d970c88f716 No exterior, fazendo uma transferência SWIFT (transferência internacional) para nossa conta: BANK DETAILS FOR A SWIFT TRANFER Beneficiary : MOSTEIRO DA SANTA CRUZ IBAN: BR8111703662000190000043094C1 SWIFT: BKCOBRSP Address: ESTR. ALCINO CUNHA FERRAZ KM 2 SN, NOVA FRIBURGO-RJ, 28634-438 - BRAZIL. Bank: Travelex Banco de Cambio Reference : MONASTERY LIBRARY Please ALWAYS let us know when you are sending us a donation from abroad by sending us the receipt of the transfer to this e-mail address: secretaria@mosteirodasantacruz.org.br

  • XXXI – A Blasfêmia - A gravidade da blasfêmia

    A Blasfêmia A gravidade da blasfêmia O primeiro dever de todo homem, e muito mais do cristão, é o de adorar e glorificar a Deus, Senhor supremo do universo. Está intimado no 1º Mandamento: Adorarás o Senhor teu Deus, e Jesus Cristo nos ensinou a dizer no Padre Nosso: Santificado seja o teu nome. Todas as criaturas no Céu e na terra devem louvar e bendizer ao Senhor. Mas tal dever, que foi e é reconhecido até por povos bárbaros e selvagens, os quais adoram e glorificam as suas divindades, como é praticado por muitos cristãos? Estes que têm o privilégio de reconhecer o verdadeiro Deus, e que fazem profissão de adorar, usam maltratar sacrilegamente o seu nome e vomitar contra ele o ultraje e a maldição! Eis um grave delito que cometem os homens: a blasfêmia. São João Crisóstomo, quando pregava ao povo de Antioquia, em todos os seus sermões atirava-se terrível contra os blasfemadores, e fazia-lhes compreender o pecado horrendo que cometiam, maltratando o nome de Deus. Assim o fizessem todos os pregadores, pois, a blasfêmia em nossos dias se tornou linguagem comum, até entre crianças! A fim de inspirar-vos todo o horror a isso, dir-vos-ei: 1. Que imenso pecado é a blasfêmia; 2. Como por Deus ela é punida; 3. Como deveis fazer guerra à blasfêmia. I – A gravidade da blasfêmia 1 – Que á a blasfêmia E uma palavra ou ato de desprezo ou de maldição contra Deus, a Virgem, os Santos, ou contra as coisas sagradas. Por conseguinte, blasfemam aqueles que dizem que Deus é injusto, é cruel, falso... Que Ele não se lembra de nós; que não é a nossa Providência. Blasfemam os que dão títulos feios ou injuriosos a Jesus Cristo, a Nossa Senhora e aos Santos. Blasfemam os que atribuem ao demônio e às criaturas aquilo que pertence a Deus somente; os que maldizem a Fé, a Religião, ou falam nelas com ironia. Pode-se blasfemar até sem palavras e só com os gestos, como o fazem os que erguem os punhos contra o céu, rasgam com despeito qualquer imagem sagrada, ou quebram qualquer Crucifixo. Como ainda se pode blasfemar só com o pensamento. 2 – Palavras feias e não blasfêmias Creem uns que sejam blasfêmias certos desaforos contra o próximo, como as imprecações. Podem ser até pecados graves, quando verdadeiramente se deseja o mal; mas não são propriamente blasfêmias. Mesmo o citar o nome de Deus, de Jesus Cristo e de Nossa Senhora não é de fato blasfêmia; é, porém, uma profanação desses santos nomes, cuja profanação se torna grave pecado quando pronunciados com raiva tais nomes. 3 – O enorme pecado É pecado grave a blasfêmia? É o mais enorme de todos os pecados mortais. Assim diz Santo Tomás. Diz São Jerônimo que qualquer outro pecado se torna leve comparado à blasfêmia: Omne peccatum comparatum blasphemiae levius est. É bem grave o furto, o homicídio, o falso [testemunho]; porém, estes pecados são mais leves [menos graves] do que a blasfêmia. Santo Agostinho acrescenta que a blasfêmia é mais grave ainda que a morte de Jesus Cristo praticada pelos judeus. Eis as suas palavras: “Pecam mais os que blasfemam a Deus triunfante no céu, do que aqueles que O crucificaram vivo nesta terra”. E isso porque os crucificadores de Jesus Cristo não sabiam o que faziam, e não conheciam Jesus como verdadeiro Deus; ao passo que o blasfemador sabe o que diz e conhece quem é Deus e quem é Jesus Cristo. Um surdo-mudo e um blasfemador – Andava um bom pai a passeio com um filhinho. Encontraram a caminho um surdo-mudo que o cumprimentou cortesmente. O filho, comovido, disse ao pai: “Toda vez que vejo esse pobrezinho, sinto por ele muita compaixão. É, afinal, grande desgraça não poder falar, nem ouvir!”. Logo em seguida se ouviram blasfêmias que se pronunciavam numa casa próxima. Aí o pai disse ao filho: “Vês? O homem que blasfema naquela casa é bem mais infeliz do que esse mudo, porque usa sua língua para cometer o mais grave de todos os pecados. É melhor ser mudo, do que servir-se da palavra para ultrajar Deus e ir à danação eterna!”. 4 – Razão da gravidade Por que é pecado tão grave a blasfêmia? Eis a razão: a) Com os outros pecados se ofende a Deus, sim, mas só indiretamente, transgredindo a sua lei; no entanto, com a blasfêmia se ofende a Deus diretamente, isto é, insulta-se o legislador - Um súdito que desobedece as ordens do rei, certamente o ofende; mas se em vez disso vomitasse contra ele vilanias, lhe cuspisse no rosto, lhe batesse, não seria isso maior ultraje? Também quem comete um furto, uma ação desonesta, um homicídio, fez grave pecado; porém, o faz bem mais grave quem blasfema, porque fere Deus não só na sua lei, mas diretamente. Por isso São Bernardino disse: “A língua do blasfemador é uma espada que traspassa o coração de Deus”; e São Bernardo: “Todos os outros pecados nascem mais ou menos da fraqueza ou da ignorância; mas a blasfêmia procede unicamente da malvadez”. b) Quem é o blasfemador? E a quem afronta? - É a podridão e o humílimo verme: Homo putredo, et filius hominis vermis (Jó 25, 6). E a criatura tão vil afronta o Rei do universo, que só com um olhar faz abalar a terra; que se toca as montanhas ardem se reduzem a cinzas; que adianta de seus passos faz caminhar a morte e a tempestade! Os Anjos tremem à sua presença..., e o homem ousa revoltar-se contra ele? O homem que não é nada! c) A ingratidão - Mas o que lhe fez Deus? Não o cumulou de benefícios? O blasfemador faz pior do que o cão que morde a mão de seu dono e benfeitor. Serve-se da boca e da língua, que teve de Deus para maltratá-Lo? Pode haver ingratidão maior? Quando São Policarpo, Bispo de Esmirna, era arrastado ao suplício, pelo pro cônsul romano, lhe foi dito: “Maldize teu Cristo, e deixar-te-ei livre imediatamente”. E o Santo? A tal proposta diabólica, ergueu os olhos ao Céu, e com um grande suspiro exclamou: “Há 80 anos que sirvo meu Senhor Jesus Cristo, e o devo agora blasfemar? Que mal me fez? Ele é o meu Deus, meu Salvador, meu soberano benfeitor!”. E Policarpo morreu mártir, bendizendo o santo nome de Deus. d) O blasfemador é pior que o demônio – Os demônios no inferno blasfemam e amaldiçoam a Deus, mas fazem isso quando são por Deus atormentados. O cristão, entretanto, blasfema a Deus no ato em que é por Ele beneficiado com tantos dons! Não é então este miserável monstro de pior natureza que é o demônio? e) O escândalo – Acresce que o blasfemador por outro lado se torna êmulo do demônio, porque se faz objeto de escândalo gravíssimo para os outros com a sua blasfêmia; propaga sempre mais esse vício maldito, e é causa da perversão, da ruína e da eterna danação de muita gente que dele aprendeu a blasfêmia. Não é, afinal, o blasfemador um verdadeiro apóstolo de Satanás? f) A linguagem do inferno – Os forasteiros numa aldeia - Passando um missionário por uma aldeia, ouviu uns rapazes que blasfemavam contra Deus. Para os fazer compreender o grande mal que cometiam, disse-lhes: “Meus filhos, em vossa aldeia se fala italiano, não verdade? E se aqui viesse alguém que falasse francês, ou alemão, ou inglês, diríeis que é um forasteiro, isto é, da França, ou da Alemanha, ou da Inglaterra. E esse forasteiro, mais cedo ou mais tarde, voltará à sua terra. Pois bem: na vossa aldeia, que é cristã católica, não falais a sua linguagem; ao contrário, falais a linguagem do inferno. Devo, pois, dizer-vos que sois forasteiros, que vieste do inferno, e que mais hoje, mais amanhã, tornareis entre os que falam como vós, isto é, entre danados e demônios. (Extraído do livro A Palavra de Deus em Exemplos, G. Montarino, Do original La Parole di Dio per la Via d’Esempi)

  • Comentários Eleison nº 879

    Por Dom Williamson Número DCCCLXXIX (879) – 18 de maio de 2024 A ATUALIDADE das ESCRITURAS Todas as criaturas giram em torno do Deus Encarnado, dizem as Escrituras. Quanto àquelas que O desprezam, haverão de arder em chamas. O número mais recente do boletim informativo do Seminário da “Resistência” da Sociedade dos Apóstolos de Jesus e Maria, em Morannes, no noroeste da França, traz um editorial admirável escrito pelo Superior daquela Sociedade, Dom Jean-Michel Faure. Como o texto não é longo, segue abaixo na íntegra. Queridos amigos e benfeitores, Nosso Senhor disse aos Apóstolos: “Quando ouvirdes falar de guerras e revoltas, não vos assusteis... sereis odiados por todos por causa de meu nome” (isto é, por causa da vossa fidelidade à minha doutrina)... “com vossa perseverança vós salvareis vossas almas... Quando vós virdes essas coisas começando a acontecer, levantai a cabeça e reanimai-vos, porque a vossa libertação (e a vossa vitória) está próxima.” (Lc. XXI, 9, 17, 19, 28). Hoje assistimos aos sinais que anunciam os grandes acontecimentos aludidos por Nosso Senhor Jesus Cristo, São Paulo e São João: a grande apostasia. Nunca antes os inimigos de Jesus Cristo tiveram à sua disposição tantos meios para destruir toda a fé e a moral nas almas das crianças, dos jovens e dos idosos. “Esmaguemos a infame (igreja)”, já gritava Voltaire no século XVIII aos adeptos da seita infernal: “Derrubemos o trono (ou a monarquia) para derrubarmos o altar (ou a Missa e a Igreja Católicas), pelo laicismo (televisão, internet, cinema), pelas modas indecentes e, finalmente, pela infiltração na Igreja, até chegar ao Papado, graças ao Concílio Vaticano II. A história moderna ilustra as etapas da grande apostasia das nações, os gestos e feitos dos agentes do Anticristo, seus predecessores preparando a vinda do próprio Anticristo, preparando a geração de homens para aplaudi-lo quando vier (cf. II Tes. I, 8). Um documento muito recente vindo de Roma afirma que a dignidade humana é infinita. Aqui está o homem pretendendo estabelecer o seu trono dentro da Igreja, para ali entronizar-se com o poder do Diabo (II Tes. II, 4). Como disseram os peregrinos de Emaús a Nosso Senhor: “Senhor, fica conosco, porque já declina o dia” (Lc. XXIV, 29) (e as trevas cobrem a terra). Tende ânimo, pequeno rebanho – “Eu venci o mundo” (Jo. XVI, 33) pela Cruz. O Reino de Deus nunca esteve tão próximo. Mons. Jean-Michel Faure O que impressiona aqui é, antes de mais nada, quão pertinentes são as abundantes citações oriundas de um passado distante para as calamidades que vivemos sem precedentes na Igreja e no mundo de hoje. Os leitores destes “Comentários” têm todo o direito de não se terem impressionado com as mensagens bem mais recentes que supostamente teriam vindo do Céu para iluminar-nos e encorajar-nos na batalha que se aproxima, em razão da falta de autoridade, mas que ao menos abram as suas Bíblias para ler novamente Mateus XXIV, Marcos XIII e Lucas XXI. No texto dos Evangelhos não falta autoridade divina; o que falta é somente que percebamos, como o percebeu Dom Faure, o quanto esse texto pode ganhar vida nas nossas circunstâncias atuais. Leitores, para compreender o que realmente está acontecendo ao nosso redor e o que devemos fazer, leiam regularmente a própria Palavra de Deus nas Escrituras, e não somente o Novo Testamento, mas também o Antigo Testamento, onde a frequente apresentação da bondade de Deus frente à maldade dos homens constitui a essência dos acontecimentos atuais. Kyrie eleison.

  • Pobre Chile

    Por Gustavo Corção, publicado n’O Globo em 20 de abril de 1972 ANTES de chorar a sorte do Chile quero conversar com meu querido leitor sobre o "fascismo". Recentemente, o Professor Alceu Amoroso Lima, paramentado com seu pseudônimo Tristão de Athayde (que na era pós-conciliar já devia ter raspado o h e aparado o y), escreveu um artigo intitulado "O fascismo brasileiro", no qual evoca o fantasma do integralismo, esquecendo-se de dizer o papel de encorajador em nosso fascismo indígena. Receando que meu amigo leitor não cumpra pontualmente o dever cívico de ler os artigos de Tristão de Athayde; e receando que sua juventude tenha deixado para trás todos esses fantasmas da funesta década dos 30, tomo a liberdade de lembrar que "fascismo", no sentido próprio, foi o nome dado por Benito Mussolini ao seu movimento, e depois generalizado e aplicado aos regimes ditatoriais que se afastavam dos moldes da democracia liberal (que nesse tempo era dogma no mundo ocidental). Tornou-se logo desvairadamente equívoco o termo, antes mesmo de se tornar unívoco na simples significação de máxima abjeção. NA ÉPOCA dos trinta o termo derivado do fascio italiano, que na antiga Roma fora símbolo de autoridade, era aceito e admitido como uma forma de exaltação de valores humanos que a invasão do comunismo e do anarquismo deprimira. Houve nessa onda de exaltação valores admiráveis como Brasillach, Drieu de la Rochelle, na França, e Luís Antônio Primo de Ribera, na Espanha, ao lado de valores sinistros no nazismo, e mais ou menos cómicos no fascismo italiano. Essa onda de entusiasmos, legítimos uns, criminosos outros, e equivocados todos, foi varrida com a derrota do eixo Roma - Berlim. Mas o cadáver do termo foi embalsamado na URSS, a principal vencedora da II Guerra por obra da inacreditável estupidez da política dos povos de língua inglesa, e tornou-se o palavrão ideológico perfeito para imobilizar e transformar qualquer adversário em estátua de sal. TUDO isto para dizer como Tristão de Athayde e Fidel Castro hoje, em 1972, definem o "fascismo". Para nosso colunista o exemplo que oferece de fascismo é o Governo do Presidente Médici. Em 1968 houve em Nanterre um episódio que vale a pena lembrar: os estudantes maoístas (mas sobretudo interessados na promiscuidade sexual que ainda era vagamente proibida) detectaram em certo grupo um estudante como nós, leitor amigo. Não pederasta, não defensor da liberdade sexual, não maoísta. Dez ou doze pegaram-no e queriam atirá-lo pela janela do 2° ou 3° pavimento e quando o Reitor conseguiu se interpor e evitar o assassinato os "jovens" gritaram: — É um fascista! — É um homem, respondeu-lhe o Reitor. — Não. Não é um homem, é um fascista. * * * E AGORA vamos à definição de Fidel Castro produzida na sua visita ao Chile num de seus discursos de duas ou quatro horas. Ei-la: "O fascismo é o que tudo resolve pela violência, ataca as Universidades, fecha-as, reduze-as ao silêncio, ataca os intelectuais, persegue e reprime suas atividades; ataca os partidos políticos, as organizações de massa, e as organizações sindicais e culturais, de modo que nada há mais violento, mais retrógrado e mais ilegal do que o fascismo." O FATO de tal definição coincidir ponto por ponto com o que acontece na URSS e na falsa China não assomou sequer ao limiar da consciência de Fidel Castro porque seu discurso não deu sinais de mínima hesitação. Lembro-me de nosso guapo Brizola que, em 1958, na TV, alegrava-se com a lei que nosso congresso "nacionalista" produzira para bloquear a entrada de capitais estrangeiros no Brasil. Acaloradamente Brizola abriu os braços e lançou a comparação gloriosa: “A data de hoje só tem igual no Brasil à data da abertura dos portos." Mas aqui o centauro deteve-se e via-se no seu olhar esgazeado um susto, uma interrogação: "Abertura? Abertura? Parece que eu disse uma asneira". E sem saber exatamente qual, saiu-se com um berro que afirmava sua confiança no futuro do Brasil. Felizmente para nós esse futuro realizou-se com a corrida do centauro (que era metade cavalo e outra também) e com o advento do Governo do Presidente Médici que, além de várias qualidades, tem a suprema perfeição de desagradar a Tristão de Athayde — critério que para mim tangencia a infalibilidade. * * * AGORA lembro-me de que me comprometi, desde o título, a chorar sobre os chilenos. Choremos. Leio a notícia de milhares de homens e mulheres que desfilaram na noite de ontem pelas ruas de Santiago em protesto contra o Governo de Allende. Passaram cantando o hino chileno e dando vivas à "democracia" e à "liberdade". Pobre gente. Pobre povo a gritar disparates que os ventos espalharão pela imensidão do Pacífico, esquecidos de que perderam a dignidade de nação porque acreditaram demais na democracia, e sobretudo na cristã, e entraram demais no jogo que faz da liberdade a categoria suprema, acima do Bem e da Verdade que ela poderá liquidificar se bem lhe aprouver. MAS o aspecto mais sinistro da notícia é aquele onde se lê: "A chegada do ex-Presidente Frei foi marcada por deliberantes aplausos." POBRE Chile. Pobre gente. Ainda terão de sofrer muita coisa, senhoras e senhores, porque ainda não compreenderam a primeira linha da traição que entregou o Chile à trama da Revolução. Ainda aplaudem Frei. Ainda esperam a salvação do lado da "democracia cristã". Pobre povo, cuja felicidade está resumida em algumas pseudo-ideias que borboleteiam na cabeça de Tristão de Athayde e cujas esperanças estão resumidas a três ou quatro vermes de ideias que se arrastam na cabeça de Eduardo Frei.

  • Comentários Eleison nº 878

    Por Dom Williamson Número DCCCLXXVIII (878) – 11 de maio de 2024 MENSAGENS DIGNAS DE NOTA – IV Bom Deus, eu não posso. Vós podeis. Vós deveis. Em Vós eu creio, espero, e confio. Esta quarta (e última, ao menos por enquanto) mensagem vinda do Texas é especialmente apropriada para os católicos de hoje, tanto pela compreensão da angústia deles, como pelo apelo à confiança deles. Os destaques de certas palavras em negrito são da parte destes “Comentários”. É recomendável também a leitura das mensagens originais em mdm.faith. Dia 14 de março de 2024, de Deus Pai: Para Meus filhos que vivem no exílio, escreve o seguinte: Vós estais vivendo um exílio, um exílio muito doloroso, pois não se trata somente do fato de ainda não estardes no Meu Paraíso – nos lugares que preparei para vós desde toda a eternidade, unidos em Meu Amor –, mas também é o sentimento de estardes exilados das vossas famílias, dos vossos amigos, inclusive da Minha própria Igreja, vivendo como exilados, sem lugar próprio. Quantos de vós, filhos Meus, vos sentem assim, abandonados, esquecidos, ignorados e tão feridos. Feridos pelo mundo e pela inveja de Satanás, feridos pelas vossas próprias ações e decisões. Filhos, olhai para vosso Pai. Olhai para Aquele que quis que vós existísseis – neste momento – para receber o Seu Amor, a Sua Graça, para aprender a conviver com Ele agora, para poder viver com Ele por toda a eternidade. Entregai-Me, filhos, toda a vossa dor, a angústia que envolve os vossos corações ao verdes a devastação da Minha vinha. Unais a vossa dor à Minha. Eu sou vosso Pai, vosso “Abba” e vosso DEUS. E em breve, filhos Meus, o vosso Deus se erguerá de tal forma que tudo o que existe reconhecerá que EU SOU DEUS. Hora terrível e hora cheia de graça. A Hora bendita, a Hora da Minha última Misericórdia antes da grande batalha que deixará Satanás e seu bando derrotados. Peço-vos que vos prepareis, que estejais atentos – mas essa preparação e essa atenção à Minha Voz estão enraizadas na FÉ, filhos. A FÉ que crê no que digo; que crê que tudo o que vos digo é Verdade, apesar de tudo ao vosso redor vos dizer o contrário; apesar de vossos sentidos vos dizerem algo diferente. A FÉ que é ADORAÇÃO porque Me dá o que é Meu por direito como DEUS e como vosso PAI. A FÉ que é união Comigo; que é não separar vosso olhar do Meu Rosto, do Meu Amor, da Minha Vontade. Deixai de lado vossos critérios, vossas ideias, vossos raciocínios. Filhos, eles estão contaminados pelo mundo e, em muitos casos, pelo vosso próprio orgulho instigado por Satanás. Permiti-Me guiar vossos pensamentos de acordo com Minha Luz e Minha Vontade para cada um de vós. Filhos, não tenhais medo. Coloquei cada um de vós onde preciso. A vossa primeira tarefa nesta hora é permanecerdes com o olhar fixo em Mim. Filhos, não peço que entendais, mas sim que Me escuteis, que Me recebais, que Me obedeçais. Mas quero a vossa cooperação, filhos, e por isso peço que caminheis nas trevas, no deserto dos sentidos, onde tudo é neblina para os sentidos, para a mente, porque é aqui que, confiando em que Eu vos estou guiando, obedecendo mesmo que não entendais e sintais medo porque não Me vedes nem vedes o Meu caminho, é aqui, filhos, que Eu vos treino na verdadeira e indomável FÉ que vos une a Mim. Vosso DEUS ESTÁ CHEGANDO, COM PODER E AUTORIDADE, PARA RESTABELECER SUA ORDEM EM TUDO O QUE É CRIADO, PARA RESTAURAR O QUE ESTÁ CORROÍDO PELO PECADO E POR SATANÁS, PARA EXPULSAR AS SERPENTES E OS LOBOS DO MEU TEMPLO, PARA RECONQUISTAR OS CORAÇÕES DOS MEUS FILHOS. Kyrie eleison.

  • Benção solene da Capela do Colégio São Bento & Santa Escolástica

    + PAX Benção solene da Capela do Colégio São Bento & Santa Escolástica seguida da Santa Missa no último dia 13/05/2024, em cerimônia que contou com a presença de S.E.R. Dom Tomás de Aquino.

  • XXX – O Respeito Humano - Uma verdadeira traição - Trai os fiéis e a si próprio

    O Respeito Humano É uma verdadeira traição Trai os fiéis e a si próprio II – Trai os fiéis Nos tempos das perseguições, se um cristão renegasse a fé, todos os cristãos lamentavam a sua queda; e se animavam a sofrer o martírio, para reparar o ultraje feito à religião por aquele infeliz. Agora, entretanto, os apóstatas do respeito humano suscitam com seu escândalo uma turba de outros apóstatas. É um fato doloroso a que infelizmente nos cabe assistir. Os libertinos, que se entregam aos vícios sem reserva, excitam com sua conduta mais horror do que escândalo; não assim os que emparelham as máximas da religião aos abusos do mundo. Estes são facilmente seguidos pelos outros, que, vendo o seu exemplo, persuadem-se de que se pode respeitar a religião e ao mesmo tempo ficar longe da Igreja e dos Sacramentos, ler jornais de qualquer cor, pôr-se em companhias perigosas para a fé e para os costumes... Também estes, com seus mestres, fazem o que prescreve o mundo, embora em contradição com sua consciência; e assim por sua vez se tornam mestres de falso cristianismo para os outros: e entrementes se enche a terra de falsos cristãos que gostariam de conciliar o inconciliável: a luz com as trevas, a justiça com a iniquidade, Jesus Cristo com o mundo. Eis a ruína entre os fiéis; os quais por causa do respeito humano abandonam as igrejas, os Sacramentos, as práticas religiosas, e até a justiça e a honestidade! E quase não se distinguem mais dos turcos e infiéis. III – Trai a si próprio A vítima do respeito humano acaba, afinal, por trair a si própria. Quem é o homem dominado pelo respeito humano? É alguém que não ama o vício, mas que, para agradar ao mundo, está disposto a todos os vícios. Adão, para não desagradar à consorte, come o fruto proibido, e arruína a si e ao gênero humano. Aarão, para não desagradar ao povo hebreu, faz um bezerro de ouro para se adorar em vez de Deus. Herodes, para não desagradar aos comensais, faz decepar a cabeça de S. João Batista. Pilatos, para não desagradar aos judeus, condena Jesus à Cruz. Em suma, o homem do respeito humano é capaz de qualquer mal, para não desagradar ao mundo, seu tirano. O pior é que não pensa em se regenerar de seu mal. E embora não goze prazer algum ao pecar, porque peca contra o seu gosto e com toda a repugnância, contudo não deixa de pecar, para não desagradar ao mundo, seu tirano. Eis como trai a si próprio. Gostaria de converter-se, mas não tem a coragem de o fazer, porque não ousa enfrentar os mexericos do mundo; e assim prefere viver na desgraça de Deus, mas não da desgraça do mundo. E vai levando assim até a morte. E na morte o que faz? Desejaria os Sacramentos, mas teme ainda fazer rir o mundo. Adia de hoje para amanhã, e entrementes o mal o priva dos sentidos. Então, os de casa correm ao sacerdote, mas que pode fazer o padre por um moribundo que se tornou como que um toco de lenha? Vem a morte, e joga na eternidade. Mas em qual eternidade? Ai de mim! Quantos escravos do respeito humano não são jogados na eternidade do inferno! Conclusão Jovens! Deixar-nos-emos vencer pelo respeito humano? Nós, para dar prazer ao mundo, botar-nos-emos no inferno? E quando estivermos lá dentro, tirar-nos-á dali o mundo? Guerra ao respeito humano! E quando o mundo quiser impor-se à vossa consciência, respondei que quem vos premia é Deus; que só tendes uma alma e que pretende salvá-la a todo custo! Guerra ao respeito humano! E se o mundo com ar de escárnio vos pergunta por que ides à Missa, por que vos confessais, por que fazeis a Comunhão, por que não participais de divertimentos ilícitos, respondei uma só palavra: “Porque sou Cristão!”. Seja esta a vossa palavra de ordem e a vossa glória! E por que se envergonhar de ser irmãos dos Mártires, que não se envergonharam de dar o sangue pela fé cristã? Por que se envergonhar de evitar o mal e praticar o bem? Deixai rir o mundo. Ri altaneiro quem ri por derradeiro. Mais algum tempo, e seremos coroados de eterna glória no Céu. (Extraído do livro A Palavra de Deus em Exemplos, G. Montarino, Do original La Parole di Dio per la Via d’Esempi)

  • Comentários Eleison nº 877

    Por Dom Williamson Número DCCCLXXVII (877) – 4 de maio de 2024 MENSAGENS DIGNAS DE NOTA - III Ao desprezar a Deus, o homem causou no mundo tamanha confusão, Que ninguém mais, senão Deus, pode resolvê-la. A terceira da série de mensagens que nos chegaram do Céu no início deste ano através da pequena missão da Divina Misericórdia no interior do Texas, é enviada novamente por Deus Pai, mas desta vez “aos Seus fiéis sacerdotes”. O conteúdo contrasta marcantemente com as tremendas acusações que Ele lançou contra os bispos e padres do Vaticano II na Sua segunda mensagem (ver estes “Comentários” da semana passada, CE 876, de 27 de abril). Tanto a segunda como a terceira mensagem são particularmente relevantes para os nossos dramáticos tempos, destacando o bem e o mal especiais que vêm dos bispos e padres. Em Akita, no ano de 1973, a solução de Nossa Senhora para todos os males do mundo foi o Rosário, rezado “pelo Papa, pelos bispos e pelos padres”. Sigamos com a leitura. 1º e 2 de março: Escreve, Minha filha, para Meus fiéis sacerdotes. Escreve para os Meus filhos que guardaram a Minha Palavra – o Meu Jesus – como centro de seu ser: que imitam o Meu Jesus na Sua Obediência, na Sua Oferta, no Seu Amor e na Sua Confiança em Seu Pai. Vós vos vestistes do Meu Jesus, e como tal vos vejo. Meus filhos fiéis, que velam, que velam incansavelmente pelos Meus pequeninos, ajudai-os com as vossas orações e com o vosso sacrifício – a oferta diária de vós mesmos com o Meu Jesus no Altar: o Santíssimo Sacrifício da Missa, a Santíssima Oferta do Meu Jesus por amor a Mim, e a vós. A Oferta à qual vós vos unis. A Oferta que tomo em Meu Coração e através da qual derramo Misericórdia e Graça sobre Meu povo ressecado. Vedes, Meus filhos, por que então há ataques incessantes a este Santo Sacrifício? Por que o inimigo deve destruí-lo a todo custo? Por que ele trabalha incansavelmente para subvertê-lo? E não podendo destruí-lo em si mesmo – pois já foi vencido por Ele – deve destruir aqueles em cujas mãos coloquei esta oferta: vós, Meus Sacerdotes. Vedes os ataques ao Meu Santíssimo Sacramento, a Verdadeira Presença de Meu Jesus – com que desdém e desrespeito Ele é tratado, abusado. Vedes como esses ataques destroem a FÉ nos corações dos Meus filhos, que já não creem em Meu Jesus, já não O reconhecem. Vedes como quando a FÉ se extingue, a idolatria e o desespero se apoderam da alma. Vedes, Meus filhos, baluarte após baluarte caindo, sendo destruídos. Vedes as hordas de demônios atacando Meus filhos. A ordem que estabeleci na Minha Igreja para o bem de todos os Meus filhos está sitiada. Vós experimentastes as consequências deste cerco e a confusão que causa. A terrível, terrível confusão que provocou. Quando uma missão se separa da VERDADE, de Mim, deixa de ser útil, e, ao não permanecer na VERDADE, torna-se uma antimissão, um obstáculo. Meus filhos, vedes agora o que está acontecendo em Minha Igreja? QUANTAS MISSÕES FORAM SUBVERTIDAS? QUANTAS TÊM APARÊNCIA DE SER MINHAS, MAS SÃO IMPOSTORAS? Nós – vós e Eu – estamos nessa batalha há muito, muito tempo. Afastando constantemente os ataques da antiga serpente, a grande acusadora. Mas a batalha que se aproxima agora, Meus filhos, é muito maior, muito mais sutil, muito, muito mais perigosa. E é por isso que reservei Graça sobre Graça para estes tempos. Meu inimigo – nosso inimigo – pensa que tem a vitória nas mãos, ele vê a destruição e o engano que causou. Está tão satisfeito consigo mesmo que seu orgulho o cega. Filhos Meus, enviarei Minha Verdade como o grande sinal, como a grande Luz para iluminar as consciências dos Meus filhos, para que vejam como Eu vejo cada um de vós. Quando Eu agir assim – em um instante, alcançando de um extremo ao outro do mundo – vosso sacerdócio se tornará um tremendo pilar e refúgio para Meus filhos, que virão até vós em multidão após multidão para receber Meu perdão e Minha Misericórdia através de vós. Meus filhos, preparai-vos. ESTOU CHEGANDO. Kyrie eleison.

  • Ainda a CIEC

    Por Gustavo Corção, publicado n’O Globo em 16 de novembro de 1972 Isto é, ainda a Confederación Interamerícana de Educación Católica (CIEC). Na semana passada comentamos o enorme número de publicações produzidas na infeliz América Latina sob o pretexto de educação e de catolicismo e com o objetivo claro, desmascarado, inequívoco, de incendiar no continente a revolução planejada pela Conspiração. NA SEMANA passada transcrevemos trechos de um estudo de Juan Eduardo Garcia Huidobra, intitulado Los Educadores Cristianos y la Liberación de America Latina, onde se vê que já não lhes bastando o marxismo como doutrina econômica ou sociológica para o que cinicamente chama de "educadores", de "cristianos", de "liberación", esse colaborador de CIEC quer o materialismo dialético na sua praxis, isto é, quer a revolução comunista. E ESSES "liberadores" da América Latina envolvem ostensivamente o CELAM, e ostensivamente citam trechos de cartas de Paulo VI, tudo ao sabor de um conúbio adulterino com o socialismo. O que atormenta a consciência católica, de um lado, é a tranquilidade com que essa Nueva Iglesia, herética, ímpia, monstruosa, atroz e desumana (segundo a adjetivação com que Pio XI estigmatizou o socialismo marxista) expõe sua doutrina entrelaçada com palavras do último Concílio e do atual Papa; e de outro lado o que nos apavora é a tranquilidade ainda maior com que o CELAM e a Santa Sé admitem, sem protestos, sem veementes e indignados vitupérios, esse comprometimento que nos desonra no que temos de mais sagrado. Diante de tal situação eu me apalpo e mil vezes por dia repito a mesma interrogação: o que pode, o que deve fazer um escritor católico que não quer morrer atolado na "mentira vital" com que se desfigura o respeito devido aos senhores Bispos e ao Sumo Pontífice? MIL VEZES por dia reconheço minha incapacidade de imitar as audácias de Santa Catarina de Sena se tão miseravelmente não consigo imitar a trigésima dinamização homeopática de sua santidade. Não podendo levar meu clamor até Roma, onde dizem uns que o Papa está cercado, e outros alvitram que o Cavalo de Tróia despejou os inimigos no próprio centro da Igreja, e não querendo viver meus pobres dias de desolada velhice com atrevimentos talvez ditados pela carne e pelo sangue, só me restaria o silêncio, a oração e o oferecimento a Deus desta pobre paixão sofrida ao pé da Cruz. ANTES disso, num desvario de otimismo, como quem espera contra toda a esperança do mundo, ainda posso prolongar o clamor e o pueril fingimento que o poeta nos receita: Enfim, eram remédios que fingia O medo do tormento, que ensinava a vida a sustentar-se de enganada. RECEITA mais perversa é ainda a de Ibsen, que nos deixou a amaríssima ideia de que a mentira para o homem é vital. Como já me acho muito velho para brincar comigo mesmo o jogo de esconder, e sobretudo para andar de quatro na comunidade dos onagros andinos, talvez me imponha o silêncio como acorde perfeito final depois do longo e sofrido contraponto de tantas controvérsias. OU ENTÃO Deus mesmo imporá esse bendito silêncio quando lhe aprouver trocar em meu coração toda esta bulha de combates pela paz, que é o fruto dos frutos. ENQUANTO não me calo volto a clamar com redobrada convicção e redobrada indignação: o que está acontecendo nos meios do "progressismo" ex-católico da América Latina é uma das maiores imposturas do século. Em todas as publicações, os artigos, as citações, as siglas afirmam e reafirmam a tese fundamental, ou melhor, a síntese final: cristianismo e comunismo não somente deixaram de ser antagônicos, mas, no termo da tríade, passaram a ser a mesma coisa. ALÉM dessa hedionda impostura teológica convém não esquecer a impostura sócio-econômica que, sem o menor apoio na realidade dos fatos, faz do comunismo o único processo de "desarrollo" econômico; e não deixa de ser especialmente grotesco esse termo espanhol que passou a significar liberação, quando sabemos que todos os povos sujeitos a esse regime estão hermeticamente arrolhados, e quando não ignoramos que a Rússia já não tem trigo para seu próprio e escasso consumo. E VOLTO a dizer: diante dessas superposições de obscenidades, o que me parece mais chocante, mais desolador, é a falta de reação da hierarquia católica, que parece sentir-se muito à vontade nessa incomensurável depravação. O fato é que, para desassossego das nações, dia após dia, bispos, padres, teólogos da "Nova Igreja" reafirmam a perfeita concordância entre o cristianismo e o comunismo, contra século e meio de severos pronunciamentos da Igreja, e contra o bom senso de 90% dos fiéis católicos. *** NO MESMO opúsculo, ou Documento Final do Seminário de CIEC, lemos, na página 12: La Concepción de la Pedagogia Liberadora en los Documentos de Ia Iglesia y de Ia CIEC. A PRIMEIRA citação é do Vaticano II, que nada diz que de longe se pareça com o que querem os desonestos membros da CIEC. Logo depois temos um pronunciamento do CELAM onde já surge a tolice e já aparece a expressão EDUCATION LIBERADORA ditada por seus amos de Moscou ou Pequim. Seguem-se citações da CLAR e da DEC. Nada disso se relaciona com o texto transcrito do Concílio Vaticano II, mas o fato é que não temos a quem apelar para a denúncia de tal abuso porque não se vê em nenhuma publicação oficial da Igreja Católica Apostólica Romana e nenhum sinal de calorosa indignação e de santa cólera. PAIRA sobre o mundo católico uma espécie de vaselina astral destilada dos Gandhis e dos Kings, e contra a qual em vão se ergue a voz do sangue dos mártires. Até quando? Até quando, Senhor?

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