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  • Aleluia!

    (Retirado do livro Año Sacro – Tomo Primero, Pág. 247, por Dom Félix Sardá y Salvany) Uma palavra existe há vinte séculos nos lábios da Igreja de Deus; uma palavra que continuará saindo deles sem interrupção até a consumação dos tempos. Esta palavra é a que compreende em certo modo toda a festa da Pascoa: Aleluia! Aleluia cantou enquanto seus filhos expiravam um por um, destroçados pelas feras nos circos romanos, ou entregavam sua cabeça à lâmina dos verdugos. Oprimida, dizimada, jorrando sangue por todos os seus membros, frente a frente com um mundo poderoso que se empenhava em destroça-la em um espetáculo horripilante de ferocidade, durante três séculos de desigual combate mostrou sempre nos olhos a luz da esperança, nos lábios o sorriso da mansidão e nunca cessou de repetir o aleluia gozoso que ainda hoje repete ao mundo do século XX. [1] Esse aleluia é um cântico de vitória. Que secreto poder é, pois, o desta instituição, que confessando-se oprimida, velada e destroçada, tem, não obstante, valor e serenidade suficientes para desafiar seus verdugos com tais alardes? Resposta simples. Tem o secreto poder que Deus tem dado, em todos tempos, à verdade e ao bem; de serem aparentemente vencidos sempre em sua luta constante contra o erro e o mal, e serem realmente sempre vencedores nesta mesma espantosa luta. E como a Igreja, depois de Deus, ou melhor, como Deus mesmo, é a personificação mais completa da verdade e do bem sobre a terra, daí que a Igreja seja também em aparência eternamente vencida em suas lutas com o mundo, mas em realidade eternamente vencedora. Pelo primeiro geme e gemerá perpetuamente. Pelo segundo exclamará sempre nos âmbitos do globo o festivo e triunfal aleluia. − Contradição! − exclamará alguém. − Não contradição, meu caro, não contradição, senão mistério, mas mistério mais claro que a luz do dia. Mistério que tem em seu favor por testemunha todos os capítulos da História. Mistério que é a desesperação do inferno, condenado a crucificar, matar e sepultar continuamente a Igreja, sem conseguir jamais destruí-la. Mistério de consolo para todo católico que se sinta alguma vez oprimido pelo abatimento ante a rude perseguição que por todas as partes nos ataca. Nossa Paixão é perpétua. Mas é também perpétua nossa Ressureição. Há uma mão infernal que empurra com força a nave para submergi-la, porém há outra mão divina que a sustém constantemente à tona. É verdade ou não? Desde que um grupo de pobres fariseus se entreteve em fechar completamente com os selos públicos as frestas do sepulcro do Salvador, de onde haveria de sair a corrente de verdade a inundar as cincos partes do mundo; desde aquele memorável dia em que colocaram guardas de vigilância à porta do sepulcro para impedir que os discípulos roubassem o corpo daquele enganador, quantas vezes imaginou o mundo acabar rápido, muito rápido com a obra do Crucificado? E quantas e quantas outras vezes um enérgico aleluia tem vindo demonstrar-lhe que o que ele cria morto e sepultado andava todavia cheio de vida, radiante como sempre de glória e majestade? Aleluia! Aleluia! Deixai-me repetir até cem vezes esta palavra, recordação de nossas vitórias de ontem e penhor de nossas vitórias de amanhã e sempre! Aleluia! Aleluia! Como enche o coração, como o alarga, e o abre e desafoga esta gloriosa palavra! Concebo a imensidão das alegrias do céu. Que será a alegria do céu, senão a alegria de um aleluia sem fim? Lutar! E que importa lutar quando é segura a vitória? Padecer! E que importa padecer quando o triunfo é infalível? Morrer! E que vale morrer, quando há a segurança de uma eterna ressureição? Dizei-me: porque foi combatida sempre a Igreja de Deus? Claro está: porque nunca foi vencida. Se o inferno teve necessidade de renovar tantas vezes o ataque, é sem dúvida, porque os anteriores saíram infrutuosos. Não a combateria hoje se a houvesse vencido no combate de ontem, nem a combateria a três séculos se a houvesse vencido a dezoito séculos. Pois bem, a combaterá do mesmo modo até o juízo final, porque nem então será alcançada todavia a vitória que tantas vezes fora prometida. Eis aqui o mistério desta Igreja sempre vencida e sempre vencedora. Ambas as coisas são verdade. Porém seu vencimento não deixa de ser passageiro e parcial, e sua vitória é o que resplandece no conjunto. Aleluia! Aleluia! Que brade o inferno! Aleluia! Que maquinem os poderes da terra! Aleluia! Que burlem dos nossos exageros os fariseus! Aleluia! Que triunfe a iniquidade, que nos abata, que nos oprima, que nos confunda, que incendeiem e destruam nossos templos, que degolem e despedacem nossos corpos, e saciem de fel e de opróbrio nossas almas! Aleluia e sempre aleluia! Nossa existência sobre o mundo tem dois aspectos diversos, ambos profundamente verdadeiros. É Paixão contínua e é Páscoa eterna. De um lado o eclipse, as trevas e as agonias da Sexta-feira Santa; de outro os resplendores magníficos e a feliz alvorada do dia de Páscoa. Bendita madrugada! Aurora ditosíssima que com teus tímidos fulgores iluminastes a majestade da nossa primeira vitória! Hora matinal em cujo solene e misterioso silêncio ressoou o primeiro aleluia cantado pelos Anjos do céu! Pálidas estrelas cuja duvidosa claridade presenciaram a primeira vergonha de nossos inimigos! Que nunca cesse de trazer a memória à nossas almas, tão necessitada de vossos consolos! Que nunca cesse de nos alentar a vossa recordação nas tristes horas de tributação! Que se conserve sempre vivo e radiante, como o frescor de uma primavera eterna, no coração dos povos, para lhes ensinar a esperar sempre, a sempre esperar e nunca fraquejar! [1] Este texto foi escrito por Dom Sardá y Salvany no século passado. #Espiritualidade #Textos

  • Auxilie o Mosteiro – Aidez le Monastère – Help the Monastery – Ayude el Monasterio

    Caros amigos e benfeitores, Primeiramente, desejamos a todos um santo Tempo Pascal. Que o Divino Ressuscitado os cumule de todas as graças e lhes dê, sobretudo, a graça da perseverança até o fim no bom combate da fé. Gostaríamos também de agradecer-lhes sua generosa ajuda, graças à qual o nosso mosteiro tem se sustentado, materialmente, há vários anos. Neste início de ano, tivemos alguns gastos extras, devidos a reparos que tivemos de fazer na nossa escolinha infantil (forro do teto que havia cedido e reparos no sistema hidráulico), em nossa Capelinha São Miguel e na barragem que fornece peixes para a alimentação dos monges.  Todos esses gastos nos geraram algumas dívidas (cerca de R$ 22.000,00), e gostaríamos de poder contar com sua generosidade ainda esta vez, para podermos sanar essas dívidas. Asseguramo-los de nossas orações quotidianas e de nossa amizade, Em Jesus, Maria e José, Renato Müller Secretário de Dom Tomás de Aquino FAÇA UMA DOAÇÃO ……. FRANÇAIS Chers amis et bienfaiteurs, Tout d’abord, nous vous souhaitons un saint Temps Pascal. Que le Divin Ressuscité vous comble de toutes les grâces et vous donne surtout la grâce de persévérance jusqu’à la fin dans le bon combat de la foi. Nous tenons également à vous remercier pour votre aide généreuse, grâce à laquelle notre monastère est soutenu, matériellement, depuis plusieurs années. Dans ces premiers mois de 2019, nous avons eu des dépenses supplémentaires dues aux travaux qu’il nous a fallu effectuer dans notre école pour les enfants (des doublures du plafond étaient effondrées et le système hydraulique devrait être réparé), dans notre chapelle Saint Michel et aussi dans le barrage qui fournit des poissons pour l’alimentation des moines. Toutes ces dépenses nous ont coûté environ 5.000 €, et nous voudrions pourvoir compter sur votre générosité pour payer cette dette. Si vous pouvez nous faire un petit don que ce soit, nous vous remercions de tout notre coeur. Nous vous assurons de nos prières quotidiennes et de notre amitié. En Jésus, Marie et Joseph, Renato Müller Secrétaire de Mgr Thomas d’Aquin FAITES UN DON …… ENGLISH Dear friends and benefactors, First, we wish you all a holy Paschal Time. May the Divine Risen Lord fill you with all graces and, above all, give you the grace of perseverance to the end in the good fight of faith. We would also like to thank you for your generous help, thanks to which our monastery has been materially supported for several years. At the beginning of the year, we had some extra expenses, due to repairs we had to make in our children’s school (ceiling linings that had been provided and repairs to the hydraulic system), in our Saint Michael’s Chapel and in the dam that provides fish to feed the monks.  All of those expenses have cost us some debts (about 5,600.00 dollars), and we would like to be able to count on your generosity this time again so that we can pay such debts. We assure you of our daily prayers and our friendship, In Jesus, Mary and Joseph, Renato Müller, Bishop Thomas Aquinas’s Secretary DONATE …… ESPAÑOL Estimados amigos y benefactores, Primero, deseamos a todos un santo Tiempo Pascual. Que el Divino Resucitado los llene de todas las gracias y les dé, sobre todo, la gracia de la perseverancia hasta el final en el buen combate de la fe. Queremos también agradecerles su generosa ayuda, gracias a la cual nuestro monasterio se ha sostenido materialmente desde hace varios años. En este inicio de año, tuvimos algunos gastos extras, debido a las reparaciones que tuvimos que hacer en nuestra escuela infantil (forro del techo que había cedido y reparaciones en el sistema hidráulico), en nuestra Capilla San Miguel y en el lago que suministra peces para la alimentación de los monjes. Todos estos gastos nos generaron algunas deudas (alrededor de 5.600 dólares), y nos gustaría poder contar todavía con su generosidad, para poder sanar esas deudas. Les aseguramos de nuestras oraciones cotidianas y de nuestra amistad, En Jesús, María y José, Renato Müller Secretário de Mons. Tomás de Aquino HAGA UNA DONACIÓN

  • Advance and Betrayal

    Advance – and Betrayal June 5, 1984 By His Excellency Richard Nelson Williamson Archbishop Lefebvre’s May visit to the United States unleashed another tremendous battle between Jesus Christ and Satan, his undying adversary! From this battle flowed good news and bad news. Let us start the good news! Firstly, the Society has a new American priest, Fr. John Hogan from Michigan. His Grace, Archbishop Lefebvre, 78 years old, arrived from Europe on May 10 and gave tonsure or minor orders to twelve seminarians on Saturday morning, May 12, confirmation to nearly fifty children and adults in the afternoon, and major orders to the senior seminarians on Sunday morning, May 13. It was a beautiful ceremony in front of the very impressive high altar put together (just in time!) inside the new church by a number of hardworking seminarians and lay-workers. Outside, the sun shone brilliantly to welcome some five hundred visitors coming from all over the United States and Canada. From various comments made in person and also frequently by mail, many were deeply impressed and moved by the majesty and beauty of Catholic traditionalism at its finest. In one of its noblest ceremonies, that of an ordination to the priesthood, what a feast for the eyes! What an uplift for the soul! What a hope for the future! The Society’s Superior General, Fr. Franz Schmidberger, and the Society’s newest District Superior, Fr. François Laisney (pronounced Lay-nay), were also present as deacon and subdeacon of the ordination Mass, flanking the Archbishop. Immediately after the ceremony, both of them left for Michigan where I wish many of our people could have visited our church, St. Joseph’s Shrine in Armada. They would have been marvelously edified by the sight of over a dozen priests, mostly, but not all, from the Society, making a silent retreat for several days under Fr. Schmidberger. They came from all over the United States and Canada, united humbly in prayer to seek God and to pursue in common the arduous work of saving souls. What a hope for the future! Those priests are not fighting by themselves. Moreover, they have a father in the priesthood, a faithful and courageous bishop of the Roman Catholic Church! Archbishop Lefebvre visited them in the middle of their retreat after giving confirmation at a non-Society chapel in Pittsburgh, and he was able to talk at length to each of them who wished to see him. It makes an attractive and uniquely Catholic picture: the bishop amidst his priests, the priests around their bishop. From there, the Archbishop went on to Minnesota where he administered confirmation to nearly 80 souls. Here, although he gave a sobering picture of the dark situation in Rome, the people were obviously uplifted and tremendously encouraged by his visit. His Grace then went on to St. Mary’s, Kansas, were he spent three happy days administering confirmation, talking to various laymen who are helping Fr. de la Tour to run his major educational establishment, and holding a Pontifical High Mass on Saturday morning. A full picture-story is in this month’s issue of The Angelus. He returned to New York for two more days before going back to Europe. Before leaving, the Archbishop said that he was very happy with the spirit of the Society such as he now found it flourishing at the seminary, at St. Mary’s, and in the various centers of the Society which he visited. Fr. Schmidberger, who arrived in the United States on May 10, is spending over a month here until June 11, making a long and exhausting tour all around the United States, so as to make himself directly familiar with many of the Society’s endeavors, the better to build upon firm foundations for the future work of the Society in this country. For half of his tour, he is being accompanied by the new superior in America, Fr. Laisney, whose youth, energy and intelligence promise to make him a great acquisition for taking the Society’s work in the United States a major step forward. From the middle of June onwards, he is likely to settle (at least provisionally) in Dickinson, Texas, which becomes temporary headquarters for the whole Society in the United States. Last – and most important – Fr. Schmidberger is anxiously making plans to stablish a cloister for praying and sacrificing nuns in the United States, with the help of Mother Marie-Christiane, presently head of three Carmels which are flourishing in Europe, attached to the Society of St. Pius X. He has been eager for her to come to the United States to inspect two possible locations for a fourth Carmel! Mother Marie-Christiane, a natural sister of Archbishop Lefebvre and Carmelite nun herself for 56 years, has for the last year and half been wishing for a foundation in the United States. Fr. Schmidberger’s direct experience of the urgent need for holy prayer to draw down God’s grace in the United States has prompted him to expedite her longstanding aspiration. Let us pray it come to fruition! All this work of building and rebuilding by the Society constitutes a resistance to the devil which he could not leave in peace. His reaction was not slow in coming! On Sunday night, May 20, when the Archbishop arrived back at the seminary at a late hour from Kansas, somewhat tired and travel-weary, no sooner had he stepped out of the can than he was served with a civil court summons in a suit to evict the Society from the seminary property here in Connecticut, a suit filed by Fathers Cekada, Dolan, Jenkins, Kelly and Sanborn. Those standing by noticed and will not easily forget the look of pain on the face of the Archbishop, who it must be remembered was their Father in the priesthood. Now according to the old Code of Canon Law, anyone citing a Catholic bishop before a civil judge incurs automatic excommunication (canon 1341). Hence, according to the only Code of Canon Law which they themselves recognize, these five priests are excommunicated! Then a few days later, an event which should have taken by surprise no Catholic familiar with the Gospel story of the betrayal of Our Lord, but which has nevertheless caused deep shock and heartache and scandal to countless Catholics: of the four newly ordained priests who had freely requested and received ordination within the Society of St. Pius X at the hands of its founder, Archbishop Lefebvre, after freely taking on the evening before with their hand on the Gospels a solemn oath of fidelity to their superiors, two of the four, on the stormy afternoon of May 23, amidst flashes of lightning and torrents of rain, walked out of the seminary and went to join the nine priests who defected last year, and two days later a third, already absent, announced that he was doing the same. And it was night. A few facts will highlight the nature of this deed. Firstly, we now know that very soon after the defection of the Nine one year ago, these three actually told someone that they intended to lie low in order to get the priesthood. Certainly, over the course of one whole year their words and actions in the seminary were of a nature to persuade everyone, priests, seminarians and even visitors from outside, that they would be loyal to the Society. Did they for one whole year live a lie? Secondly, on the very eve of their ordination, in accordance with the traditional requirements of Mother Church, all three took a solemn Oath of Fidelity at the altar of God, with their hand touching the Gospels before the Blessed Sacrament in the opened tabernacle, swearing amongst other things that they would respectfully obey their superiors in the Society of St. Pius X. The complete text of this oath and the signatures of all three are enclosed with this letter. The alterations made to the text by one of them suggest he was not at ease, and indeed to swear such an oath at all each of them must have found, or been given, a way of justifying or rationalizing to himself and to others what he did. However, if before God they here committed perjury, then their receiving of holy orders in such a state will have been, thirdly, a grave sacrilege. Fourthly, towards the end of the traditional ordination ceremony, each of the three placed his hands between the hands of the Archbishop, for the Archbishop to ask him in Latin, “Do you promise to me and my successors reverence and obedience?” Each of the three answered distinctly, “Promitto”, meaning “I promise”. Fifthly, the at least apparent breaking, within ten days, of these solemn oaths and promises, taken together with all the other circumstances of this latest defection, has caused and will continue to cause a terrible scandal to Catholics, not only to those attached to Tradition who supported and assisted these three because they trusted them to follow Archbishop Lefebvre in defense of the Faith, but also to countless others not yet attached to Tradition who will wrongly but understandably say that if Tradition fosters such disloyalty, then they want none of it. By way of comment upon these facts, let three quotations for the moment suffice. On May 27 of this year, Fr. Sanborn said from the pulpit in Traverse City, Michigan, “I am very pleased to announce three of the four priests who were ordained by Archbishop Lefebvre on May 13th have decided to come with us. This makes me very happy because I trained them, and so not all the fruits of my labor as rector of the seminary were lost.” (Does Fr. Sanborn realize what fruits he is laying claim to?) On April 28 of last year, just after the split between the Society and the Nine, Archbishop Lefebvre said at the seminary to all the seminarians, including the three who have just defected: I hope you will make the good choice. But you must choose. If you agree with the position and attitude and orientation of Fr. Kelly, then follow Fr. Kelly. If you think Mgr. Lefebvre is right, then follow the attitude of Monseigneur and the Fraternity. But you must be clear… honest. Do not say: I will be silent until after my ordination. That is wrong! God knows that! That is a lie before God… not before me. I am nothing. But before God! You cannot do that! That is precisely what Fr. Dolan said, i.e., “I knew how to keep quiet until my ordination”. I cannot understand him doing that! A future priest doing that?? And on May 30 of this year, one of the three latest defectors, when reproached by a lady that such a blow as these actions of their might have killed the Archbishop, replied, “Oh, he’s 78 years old anyway. Mark you, I’m grateful to him, because without him I wouldn’t be a priest.” People might ask how such a thing could happen inside a seminary, and whether the same will not happen again. The answer is that Jesus saw to the very depths of the human heart (John 6:65, 71), but still chose to allow an Apostle to be unfaithful. As for Jesus’ priests, we can only see into human hearts, in the words of the ordination rite itself, “as far as human frailty allows us to know.” Also there comes a point of mistrust at which the service of God seizes up and a Catholic seminary can no longer operate, because charity “believes all things and hope all things” (I Cor. 13:7). However we are keeping our eyes open, and one seminarian has already been asked to leave since the defection, who under questioning clearly shared the defectors’ way of think. To fortify your Faith, the seminary and St. Joseph’s Shrine are again this summer offering several courses of St. Ignatius’ great Spiritual Exercises. Make use of this unique opportunity to strengthen your spiritual life, which is more important than anything else. For our part, with the help of God, neither the Society nor the seminary will be shaken off course, but despite these trials or even because of them, both Society and seminary will thrive as God wills. Our next project is the opening of another mission on Long Island, where many Catholics are in distress. May God’s most Holy and Unsearchable Will be always adored, and may His Blessed Mother, Virgin most Faithful, ever obtain for us in these faithless times the graces of fidelity and loyalty! (Letters From the Rector of St. Thomas Aquinas Seminar, Volume 1: The Ridgefield Letters, p. 31 to 38) #sedevacantismo

  • Avanço e Traição

    Devido ao fato de que muitos dentre nós conhecem pouco da história do sedevacantismo, apresentamos o que Dom Williamson já escrevia sobre ele em 1984. As atitudes dos sedevacantistas são extremamente graves e os brasileiros têm obrigação de conhecê-las para resistirem aos lobos que querem invadir os apriscos do Cristo Rei e lhe roubar as almas. Mas os principais culpados são a Roma neomodernista e neoprotestante e o Concílio Vaticano II, como me lembrou Dom Williamson há poucos dias. + Dom Tomás de Aquino OSB Avanço e Traição 5 de junho de 1984 Por Sua Excelência Reverendíssima Dom Richard Nelson Williamson Em maio, a visita do Arcebispo Lefebvre aos Estados Unidos desencadeou outra tremenda batalha entre Jesus Cristo e Satanás, seu eterno adversário! Desta batalha vieram boas e más notícias. Comecemos pelas boas! Em primeiro lugar, a Fraternidade tem um novo padre americano, Pe. John Hogan de Michigan. Sua Excelência, o Arcebispo Lefebvre, de 78 anos, chegou da Europa no dia 10 de maio e deu a tonsura ou ordens menores a doze seminaristas no sábado pela manhã; em 12 de maio, crismou aproximadamente 50 crianças e adultos à tarde; e deu ordens maiores aos seminaristas mais antigos no domingo pela manhã, dia 13 de maio. Foi uma bela cerimônia, diante de um altar-mor verdadeiramente impressionante, posto (bem a tempo!) por diversos dedicados seminaristas e leigos dentro da nova igreja. Do lado de fora, o sol luzia brilhantemente para dar as boas-vindas a cerca de 500 visitantes de todo os Estados Unidos e Canadá. Segundo vários comentários feitos pessoalmente, e também frequentemente por carta, muitos estavam profundamente impressionados e tocados pela majestade e beleza do catolicismo tradicional. Em uma de suas mais nobres cerimônias, a de ordenação sacerdotal, que festa para os olhos! Que elevação para a alma! Que esperança para o futuro! O Superior Geral da Fraternidade, Pe. Franz Schmidberger, e o Superior do mais novo Distrito da Fraternidade, Pe. François Laisney, também estavam presentes como diácono e subdiácono da missa de ordenação, acompanhando o Arcebispo. Imediatamente após a cerimônia, ambos partiram para Michigan, onde eu gostaria que muitos dos nossos pudessem ter visitado nossa igreja, o santuário de São José, em Armada. Eles ficariam maravilhosamente edificados em ver doze padres, a maioria – mas não todos – da Fraternidade, fazendo um retiro em silêncio, por alguns dias, sob a direção do Pe. Schmidberger. Eles vieram de todas as partes dos Estados Unidos e Canadá, uniram-se humildemente em oração para buscar a Deus e prosseguir em comum o árduo trabalho de salvar almas. Que esperança para o futuro! Estes sacerdotes não estão lutando por si mesmos. Mais ainda, eles têm um pai no sacerdócio, um fiel e corajoso bispo da Igreja Católica Romana! O Arcebispo Lefebvre visitou-os no meio do retiro, depois de administrar a crisma numa capela não pertencente à Fraternidade em Pittsburgh, e estava pronto para falar longamente com cada um que quisesse vê-lo. Este é o retrato de um quadro católico atrativo e singular: o bispo entre seus sacerdotes, os sacerdotes ao redor de seu bispo. De lá, o Arcebispo partiu para Minnesota, onde crismou aproximadamente 80 almas. Aqui, apesar de ter pintado um quadro sóbrio sobre a situação obscura em Roma, as pessoas se sentiam obviamente elevadas e tremendamente encorajadas por sua visita. Sua Excelência, então, partiu para St. Mary’s, Kansas, onde passou três felizes dias crismando, conversando com vários leigos que estavam auxiliando o Pe. de la Tour (o qual administra este importante estabelecimento educacional), e celebrando uma missa solene pontifical no sábado pela manhã. Uma pequena resenha está na publicação deste mês do The Angelus. Ele retornou a Nova Iorque para, dois dias após, voltar à Europa. Antes de partir, o Arcebispo disse que estava muito feliz com o espírito da Fraternidade, visto tê-la encontrado florescente no seminário, em St. Mary’s, e nos vários centros da Fraternidade que visitou. Pe. Schmidberger, que chegou aos Estados Unidos no dia 10 de maio, passará um mês aqui até o dia 11 de junho, fazendo um longo e exaustivo tour por todo o país para se familiarizar diretamente com muitos dos empreendimentos da Fraternidade, o melhor método de construir sobre firmes alicerces a obra futura da Fraternidade neste país. Na metade de seu tour, ele está sendo acompanhado pelo novo superior na América, Pe. Laisney, cuja juventude, energia e inteligência prometem torná-lo uma grande aquisição para que a obra da Fraternidade nos Estados Unidos dê um passo importante a frente. Dos meados de junho em diante, é provável que ele permaneça (ao menos provisoriamente) em Dickinson, Texas, que se torna temporariamente um quartel-general para toda a Fraternidade nos Estados Unidos. Por último – e talvez o mais importante –, Pe. Schmidberger está ansiosamente planejando estabelecer nos Estados Unidos um mosteiro para freiras que orem e se sacrifiquem, com a ajuda da Madre Marie-Christiane, atualmente a responsável por três carmelos florescentes na Europa ligados à Fraternidade São Pio X. Ele tem desejado ardentemente que ela venha aos Estados Unidos inspecionar dois possíveis locais para um quarto carmelo! Madre Marie-Christiane, irmã de sangue do Arcebispo Lefebvre e freira carmelita há 56 anos, tem desejado, desde há um ano e meio, uma fundação nos Estados Unidos. A experiência direta de Pe. Schmidberger com a necessidade urgente de santas orações para atrair a graça de Deus sobre os Estados Unidos levou-o a apressar o anseio de longa data da irmã. Rezemos para que surta efeito! Toda esta obra de construção e reconstrução por meio da Fraternidade é uma resistência ao demônio, a qual ele não iria deixar em paz. Sua reação não tardou! Numa noite de domingo, no dia 20 de maio, quando o Arcebispo voltou ao seminário bem tarde da noite, vindo do Kansas, um tanto cansado pela viagem, mal ele pôs o pé para fora do carro, recebeu uma intimação para comparecer a um tribunal civil, num processo para expulsar a Fraternidade da propriedade do seminário aqui em Connecticut, processo esse aberto pelos padres Cekada, Dolan, Jenkins, Kelly e Sanborn. Os que estavam presentes notaram, e não se esquecerão jamais, o semblante de dor na face do Arcebispo que, é bom lembrar, era o pai no sacerdócio, destes padres. Até o momento, de acordo com o Antigo Código de Direito Canônico, qualquer um que citar civilmente [citar civilmente consiste levar em alguém diante de um juiz civil – NT] um bispo católico, antes de um julgamento canônico, incorre em excomunhão automática (1341). Então, de acordo com o único Código de Direito Canônico que eles mesmos [os padres que abriram o processo contra Dom Lefebvre – NT] reconhecem, estes cinco padres estão excomungados! Alguns dias depois, eis um acontecimento que não surpreenderia nenhum católico familiarizado com a passagem do Evangelho sobre a traição a Nosso Senhor, mas que, não obstante, causou profundo choque, sofrimento e escândalo para muitos deles: dos quatro padres recém-ordenados, que livremente pediram e receberam a ordenação sacerdotal na Fraternidade Sacerdotal São Pio X pelas mãos de seu fundador, o Arcebispo Lefebvre, depois de, na véspera, livremente prestarem solene juramento de fidelidade a seus superiores, com as mãos postas sobre os Evangelhos, dois, na tempestuosa noite do dia 23 de maio, em meio a relâmpagos e chuva torrencial, saíram do seminário e se uniram a nove sacerdotes que haviam desertado no ano anterior e, dois dias depois, um terceiro, já ausente, anunciou que estava fazendo o mesmo. E era noite. Alguns fatos ressaltarão a natureza deste ato. Primeiramente, agora sabemos que bem pouco tempo depois da deserção dos nove [sacerdotes] um ano atrás, estes três, de fato, disseram a alguém que eles tinham a intenção de mentir para alcançarem o sacerdócio. Certamente, depois de um ano inteiro, suas palavras e ações no seminário tinham o caráter de persuadir a todos, sacerdotes, seminaristas, e mesmo visitantes, de que eles seriam leais à Fraternidade. Eles viveram, por um ano inteiro, mentindo? Em segundo lugar, na véspera de suas ordenações, de acordo com os requisitos necessários da Santa Madre Igreja, todos os três fizeram um solene Juramento de Fidelidade no altar de Deus, com suas mãos tocando os Evangelhos diante do Santíssimo Sacramento no tabernáculo aberto, jurando, entre outras coisas, que respeitosamente obedeceriam a seus superiores na Fraternidade São Pio X. O texto completo deste juramento e as assinaturas dos três acompanham esta carta. As alterações feitas no texto por um deles sugerem que ele não estava à vontade; e, de fato, para fazer tal juramento, cada um deve ter encontrado, ou recebido de alguém, uma maneira de justificar ou tornar razoável, para si mesmos e para os outros, o que fizeram. Entretanto, em terceiro lugar, se diante de Deus cometeram perjúrio, terem recebido as ordens sacras em tal estado terá sido um grave sacrilégio. Em quarto lugar, ao fim da cerimônia tradicional de ordenação, cada um colocou sua mão entre as mãos do Arcebispo, que lhes perguntou em latim “Prometes-me a mim e aos meus sucessores reverência e obediência?” Cada um respondeu claramente “Promitto”, que quer dizer “Eu prometo”. Em quinto lugar, a ruptura (ao menos aparente), após dez dias, destas promessas e juramentos solenes, vista em conjunto com todas as outras circunstâncias da última deserção, causou e continuará a causar um terrível escândalo para os católicos, não somente àqueles ligados à Tradição, que sustentaram financeiramente e ajudaram os três [citados sacerdotes – NT], porque confiaram que eles seguiriam ao Arcebispo Lefebvre em defesa da Fé, mas também a muitos outros que ainda não se ligaram à Tradição e que erroneamente, mas de modo compreensível, dirão que se a Tradição fomenta este tipo de deslealdade, não querem nada com ela. À guisa de comentário a estes fatos, cremos que três citações no momento sejam suficientes. No dia 27 de maio deste ano, Pe. Sanborn disse no púlpito em Traverse City, Michigan, “Estou muito contente em anunciar que três dos quatro sacerdotes, que foram ordenados pelo Arcebispo Lefebvre em 13 de maio, decidiram se juntar a nós. Isto me alegra porque os formei, e nem todos os frutos de meu trabalho como reitor do seminário foram perdidos.” (Pe. Sanborn compreendeu que frutos ele reivindica serem seus?) No dia 28 de abril do ano passado, pouco tempo depois da separação entre a Fraternidade e os nove sacerdotes, o Arcebispo Lefebvre disse no seminário a todos os seminaristas, inclusive a estes três que desertaram há pouco tempo: Espero que façam a escolha certa. Mas devem escolher, [pois] se concordam com a posição, a atitude e a orientação do Pe. Kelly, então sigam-no. Se pensam que Monsenhor Lefebvre está correto, então sigam a atitude de “Monseigneur” [Este é o modo de chamar Dom Lefebvre na língua francesa – NT] e da Fraternidade. Mas vocês devem ser claros… honestos. Não digam: Ficarei em silêncio até depois da minha ordenação. Isto é errado! Deus sabe! É uma mentira diante de Deus… não diante de mim. Eu não sou nada. Mas diante de Deus! Os senhores não podem fazer isso! Foi exatamente isto que o Pe. Dolan disse, “Eu soube ficar quieto até minha ordenação.” Não consigo compreendê-lo fazendo isso! Um futuro padre fazendo isto?? E no dia 30 de maio deste ano, um dos três últimos desertores, quando uma senhora censurou-o dizendo que um golpe como este que deram poderia ter matado o Arcebispo, replicou, “Ah, ele já está com 78 anos mesmo. Veja, sou grato a ele, porque sem ele eu não seria sacerdote”. As pessoas podem se perguntar porque algo assim aconteceria dentro de um seminário, e se o mesmo não acontecerá novamente. A resposta é que Jesus viu as profundezas do coração do homem (João 6, 65-71), e mesmo assim preferiu permitir que um Apóstolo fosse infiel. Quanto aos sacerdotes de Jesus, só podemos perscrutar os corações humanos “tão longe quanto a fragilidade humana nos permita conhecer” (palavras do próprio rito de ordenação). Caso contrário, se chega a um ponto de desconfiança, no qual o serviço de Deus para de funcionar e um seminário católico já não consegue mais operar, porque a caridade “tudo crê e tudo espera” (I Cor. 13,7). Entretanto, estamos de olhos abertos, e um seminarista já foi convidado a se retirar, desde a deserção, pois, sob questionamento, ele confessou que compartilhava claramente o modo de pensar dos desertores. Para fortificar sua fé, o seminário e o santuário St. Joseph, novamente neste verão, estão oferecendo alguns dias com os grandes Exercícios Espirituais de Santo Inácio. Aproveitem esta incomparável oportunidade para fortalecer sua vida espiritual, que é mais importante do que qualquer outra coisa. De nossa parte, com o auxílio de Deus, nem a Fraternidade nem o seminário sairão de seu curso, mas a despeito destas experiências, ou mesmo por causa delas, ambos prosperarão como a Deus aprouver. Nosso próximo projeto é a abertura de outra missão em Long Island, onde muitos católicos encontram-se em perigo. Que a vontade santíssima e imperscrutável de Deus seja sempre adorada, e que sua Mãe Santíssima, a Virgem fidelíssima, um dia nos obtenha, nestes tempos infiéis, as graças da fidelidade e da lealdade! Tradução do texto original em inglês (que se encontra abaixo) “Letters From the Rector of St. Thomas Aquinas Seminary”, Volume 1: The Ridgefield Letters (p. 31 to 38) Advance – and Betrayal June 5, 1984 By His Excellency Richard Nelson Williamson Archbishop Lefebvre’s May visit to the United States unleashed another tremendous battle between Jesus Christ and Satan, his undying adversary! From this battle flowed good news and bad news. Let us start the good news! Firstly, the Society has a new American priest, Fr. John Hogan from Michigan. His Grace, Archbishop Lefebvre, 78 years old, arrived from Europe on May 10 and gave tonsure or minor orders to twelve seminarians on Saturday morning, May 12, confirmation to nearly fifty children and adults in the afternoon, and major orders to the senior seminarians on Sunday morning, May 13. It was a beautiful ceremony in front of the very impressive high altar put together (just in time!) inside the new church by a number of hardworking seminarians and lay-workers. Outside, the sun shone brilliantly to welcome some five hundred visitors coming from all over the United States and Canada. From various comments made in person and also frequently by mail, many were deeply impressed and moved by the majesty and beauty of Catholic traditionalism at its finest. In one of its noblest ceremonies, that of an ordination to the priesthood, what a feast for the eyes! What an uplift for the soul! What a hope for the future! The Society’s Superior General, Fr. Franz Schmidberger, and the Society’s newest District Superior, Fr. François Laisney (pronounced Lay-nay), were also present as deacon and subdeacon of the ordination Mass, flanking the Archbishop. Immediately after the ceremony, both of them left for Michigan where I wish many of our people could have visited our church, St. Joseph’s Shrine in Armada. They would have been marvelously edified by the sight of over a dozen priests, mostly, but not all, from the Society, making a silent retreat for several days under Fr. Schmidberger. They came from all over the United States and Canada, united humbly in prayer to seek God and to pursue in common the arduous work of saving souls. What a hope for the future! Those priests are not fighting by themselves. Moreover, they have a father in the priesthood, a faithful and courageous bishop of the Roman Catholic Church! Archbishop Lefebvre visited them in the middle of their retreat after giving confirmation at a non-Society chapel in Pittsburgh, and he was able to talk at length to each of them who wished to see him. It makes an attractive and uniquely Catholic picture: the bishop amidst his priests, the priests around their bishop. From there, the Archbishop went on to Minnesota where he administered confirmation to nearly 80 souls. Here, although he gave a sobering picture of the dark situation in Rome, the people were obviously uplifted and tremendously encouraged by his visit. His Grace then went on to St. Mary’s, Kansas, were he spent three happy days administering confirmation, talking to various laymen who are helping Fr. de la Tour to run his major educational establishment, and holding a Pontifical High Mass on Saturday morning. A full picture-story is in this month’s issue of The Angelus. He returned to New York for two more days before going back to Europe. Before leaving, the Archbishop said that he was very happy with the spirit of the Society such as he now found it flourishing at the seminary, at St. Mary’s, and in the various centers of the Society which he visited. Fr. Schmidberger, who arrived in the United States on May 10, is spending over a month here until June 11, making a long and exhausting tour all around the United States, so as to make himself directly familiar with many of the Society’s endeavors, the better to build upon firm foundations for the future work of the Society in this country. For half of his tour, he is being accompanied by the new superior in America, Fr. Laisney, whose youth, energy and intelligence promise to make him a great acquisition for taking the Society’s work in the United States a major step forward. From the middle of June onwards, he is likely to settle (at least provisionally) in Dickinson, Texas, which becomes temporary headquarters for the whole Society in the United States. Last – and most important – Fr. Schmidberger is anxiously making plans to stablish a cloister for praying and sacrificing nuns in the United States, with the help of Mother Marie-Christiane, presently head of three Carmels which are flourishing in Europe, attached to the Society of St. Pius X. He has been eager for her to come to the United States to inspect two possible locations for a fourth Carmel! Mother Marie-Christiane, a natural sister of Archbishop Lefebvre and Carmelite nun herself for 56 years, has for the last year and half been wishing for a foundation in the United States. Fr. Schmidberger’s direct experience of the urgent need for holy prayer to draw down God’s grace in the United States has prompted him to expedite her longstanding aspiration. Let us pray it come to fruition! All this work of building and rebuilding by the Society constitutes a resistance to the devil which he could not leave in peace. His reaction was not slow in coming! On Sunday night, May 20, when the Archbishop arrived back at the seminary at a late hour from Kansas, somewhat tired and travel-weary, no sooner had he stepped out of the can than he was served with a civil court summons in a suit to evict the Society from the seminary property here in Connecticut, a suit filed by Fathers Cekada, Dolan, Jenkins, Kelly and Sanborn. Those standing by noticed and will not easily forget the look of pain on the face of the Archbishop, who it must be remembered was their Father in the priesthood. Now according to the old Code of Canon Law, anyone citing a Catholic bishop before a civil judge incurs automatic excommunication (canon 1341). Hence, according to the only Code of Canon Law which they themselves recognize, these five priests are excommunicated! Then a few days later, an event which should have taken by surprise no Catholic familiar with the Gospel story of the betrayal of Our Lord, but which has nevertheless caused deep shock and heartache and scandal to countless Catholics: of the four newly ordained priests who had freely requested and received ordination within the Society of St. Pius X at the hands of its founder, Archbishop Lefebvre, after freely taking on the evening before with their hand on the Gospels a solemn oath of fidelity to their superiors, two of the four, on the stormy afternoon of May 23, amidst flashes of lightning and torrents of rain, walked out of the seminary and went to join the nine priests who defected last year, and two days later a third, already absent, announced that he was doing the same. And it was night. A few facts will highlight the nature of this deed. Firstly, we now know that very soon after the defection of the Nine one year ago, these three actually told someone that they intended to lie low in order to get the priesthood. Certainly, over the course of one whole year their words and actions in the seminary were of a nature to persuade everyone, priests, seminarians and even visitors from outside, that they would be loyal to the Society. Did they for one whole year live a lie? Secondly, on the very eve of their ordination, in accordance with the traditional requirements of Mother Church, all three took a solemn Oath of Fidelity at the altar of God, with their hand touching the Gospels before the Blessed Sacrament in the opened tabernacle, swearing amongst other things that they would respectfully obey their superiors in the Society of St. Pius X. The complete text of this oath and the signatures of all three are enclosed with this letter. The alterations made to the text by one of them suggest he was not at ease, and indeed to swear such an oath at all each of them must have found, or been given, a way of justifying or rationalizing to himself and to others what he did. However, if before God they here committed perjury, then their receiving of holy orders in such a state will have been, thirdly, a grave sacrilege. Fourthly, towards the end of the traditional ordination ceremony, each of the three placed his hands between the hands of the Archbishop, for the Archbishop to ask him in Latin, “Do you promise to me and my successors reverence and obedience?” Each of the three answered distinctly, “Promitto”, meaning “I promise”. Fifthly, the at least apparent breaking, within ten days, of these solemn oaths and promises, taken together with all the other circumstances of this latest defection, has caused and will continue to cause a terrible scandal to Catholics, not only to those attached to Tradition who supported and assisted these three because they trusted them to follow Archbishop Lefebvre in defense of the Faith, but also to countless others not yet attached to Tradition who will wrongly but understandably say that if Tradition fosters such disloyalty, then they want none of it. By way of comment upon these facts, let three quotations for the moment suffice. On May 27 of this year, Fr. Sanborn said from the pulpit in Traverse City, Michigan, “I am very pleased to announce three of the four priests who were ordained by Archbishop Lefebvre on May 13th have decided to come with us. This makes me very happy because I trained them, and so not all the fruits of my labor as rector of the seminary were lost.” (Does Fr. Sanborn realize what fruits he is laying claim to?) On April 28 of last year, just after the split between the Society and the Nine, Archbishop Lefebvre said at the seminary to all the seminarians, including the three who have just defected: I hope you will make the good choice. But you must choose. If you agree with the position and attitude and orientation of Fr. Kelly, then follow Fr. Kelly. If you think Mgr. Lefebvre is right, then follow the attitude of Monseigneur and the Fraternity. But you must be clear… honest. Do not say: I will be silent until after my ordination. That is wrong! God knows that! That is a lie before God… not before me. I am nothing. But before God! You cannot do that! That is precisely what Fr. Dolan said, i.e., “I knew how to keep quiet until my ordination”. I cannot understand him doing that! A future priest doing that?? And on May 30 of this year, one of the three latest defectors, when reproached by a lady that such a blow as these actions of their might have killed the Archbishop, replied, “Oh, he’s 78 years old anyway. Mark you, I’m grateful to him, because without him I wouldn’t be a priest.” People might ask how such a thing could happen inside a seminary, and whether the same will not happen again. The answer is that Jesus saw to the very depths of the human heart (John 6:65, 71), but still chose to allow an Apostle to be unfaithful. As for Jesus’ priests, we can only see into human hearts, in the words of the ordination rite itself, “as far as human frailty allows us to know.” Also there comes a point of mistrust at which the service of God seizes up and a Catholic seminary can no longer operate, because charity “believes all things and hope all things” (I Cor. 13:7). However we are keeping our eyes open, and one seminarian has already been asked to leave since the defection, who under questioning clearly shared the defectors’ way of think. To fortify your Faith, the seminary and St. Joseph’s Shrine are again this summer offering several courses of St. Ignatius’ great Spiritual Exercises. Make use of this unique opportunity to strengthen your spiritual life, which is more important than anything else. For our part, with the help of God, neither the Society nor the seminary will be shaken off course, but despite these trials or even because of them, both Society and seminary will thrive as God wills. Our next project is the opening of another mission on Long Island, where many Catholics are in distress. May God’s most Holy and Unsearchable Will be always adored, and may His Blessed Mother, Virgin most Faithful, ever obtain for us in these faithless times the graces of fidelity and loyalty! (Letters From the Rector of St. Thomas Aquinas Seminar, Volume 1: The Ridgefield Letters, p. 31 to 38) #sedevacantismo

  • Boletim da Santa Cruz 2018 – Bulletin de Ste Croix 2018 – Bulletin of the Holy Cross 201

    + PAX FELICEM NATIVITATEM DOMINI ET FAUSTUM ANNUM NOVUM VOBIS EXOPTAMUS! FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!   MERRY CHRISTMAS AND HAPPY NEW YEAR! JOYEUX NOËL ET BONNE NOUVELLE ANNÉ!   FELIZ NAVIDAD Y PRÓSPERO AÑO NUEVO! FROHE WEIHNACHTEN UND HAPPY NEW YEAR! “Puer natus est nobis et Filius datus et nobis: cujus imperium super húmerum ejus, et vocabitur nomen ejus magni consilii Angelus.”  (Introitus Nativitatis Domini ad Missam in die) U.I.O.G.D Boletim  Português nº 54 Bulletin Français nº 55 Rundbrief Deutsch Nr. 51 Bulletin English nº 54 Boletín Español nº 54

  • VOZ DE FÁTIMA, VOZ DE DEUS Nº 69

    22 de dezembro de 2018 “Vox túrturis audita est in terra nostra” (Cant. II, 12) Nada melhor do que uma boa confissão para se preparar para o Natal. Além dos pecados mortais, que cada um se examine também sobre os pecados veniais. Eis aqui sábias orientações de Santo Antônio Maria Claret a esse respeito. “A alma deve evitar todos os pecados veniais, especialmente os que abrem caminho ao pecado grave. Ó minha alma, não basta desejar firmemente antes sofrer a morte do que cometer um único pecado grave. É necessário ter resolução semelhante em relação ao pecado venial. Quem não encontrar em si esta vontade, não pode sentir-se seguro. Não há nada que nos possa dar uma tal certeza de salvação eterna do que uma preocupação constante em evitar o pecado venial, por insignificante que seja, e um zelo decidido e geral, que alcance todas as práticas da vida espiritual – zelo na oração e nas relações com Deus; zelo na mortificação e na negação dos apetites; zelo em obedecer e em renunciar à vontade própria; zelo no amor de Deus e do próximo. Para alcançar este zelo e conservá-lo, devemos querer firmemente evitar sempre os pecados veniais, especialmente os seguintes: O pecado de dar entrada no coração a qualquer suspeita não razoável ou opinião injusta a respeito do próximo. O pecado de iniciar uma conversa sobre os defeitos de outrem, ou de faltar à caridade de qualquer outra maneira, mesmo levemente. O pecado de omitir, por preguiça, as nossas práticas espirituais, ou de as cumprir com negligência voluntária. O pecado de manter um afeto desregrado por alguém. O pecado de ter demasiada estima de si próprio, ou de mostrar satisfação vã por coisas que nos dizem respeito. O pecado de receber os Santos Sacramentos de forma descuidada, com distrações e outras irreverências, e sem preparação séria. Impaciência, ressentimento, recusa em aceitar desapontamentos como vindos da Mão de Deus; porque isto coloca obstáculos no caminho dos decretos e disposições da Divina Providência quanto a nós. O pecado de nos proporcionarmos uma ocasião que possa, mesmo remotamente, manchar uma condição imaculada da santa pureza. O pecado de esconder propositadamente as nossas más inclinações, fraquezas e mortificações auto-impostas de quem devia saber delas, querendo seguir o caminho da virtude de acordo com os caprichos individuais e não segundo a direção da obediência”. (O exame dos pecados veniais de Santo Antônio Maria Claret) A todos um santo e feliz Natal. + Tomás de Aquino, OSB U.I.O.G.D #Atualidades #Textos

  • AVERTISSEMENT AUX BIENFAITEURS FRANÇAIS

    À cause de certaines exigences de la loi française, l’Institut Culturel Saint Benoit ne peut plus fournir de reçu fiscal pour les dons qui nous sont adressés. Donc, nous demandons la compréhension de tous nos bienfaiteurs français et vos prières pour que nous puissions trouver une solution pour ceux qui ont vraiment besoin d’un reçu fiscal pour ses dons. In Cordibus Jesu et Mariae Mosteiro da Santa Cruz

  • Missas pelos defuntos – Messes pour les défunts – Masses for the holy souls

    Português Caros amigos e benfeitores, Aqueles que desejam, podem ainda enviar para nosso e-mail sua lista de falecidos , para que um dos sacerdotes do mosteiro celebre uma missa cada dia deste mês nessas intenções. Não é exigido que se envie espórtula para estas missas. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Favor colocar no assunto do e-mail: LISTA DE FALECIDOS Français Cher amis et bienfaiteurs, Ceux qui le souhaitent peuvent encore nous envoyer leur liste de fidèles défunts, car l’un des prêtres de notre monastère dira une messe chaque jour de novembre dans ces intentions. Il n’est pas obligatoire d’envoyer des honoraires pour ces messes. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Veuillez mettre comme objet du courriel: LISTA DE FALECIDOS English Dear friends and benefactors, Those who wish can still send us to their list of deceased, because one of the priests of our monastery will offer a mass each November day in these intentions. It is not obligatory to send stipend for these Masses. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Put in the e-mail subject: LISTA DE FALECIDOS Español Queridos amigos y benefactores, Aquellos que deseen pueden enviarnos a su lista de difuntos, porque uno de los sacerdotes de nuestro monasterio ofrecerá una misa cada día de noviembre en estas intenciones. No es obligatorio enviar estipendio para estas misas. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Poner en el asunto del correo electrónico: LISTA DE FALECIDOS Deutsch Liebe Freunde und Wohltäter , Wer möchte, kann uns noch senden ihre Liste der Seelen, weil einer der Priester unseres Klosters werden sagen, Messe jeden Tag des Monats November in diesen Absichten. Es ist nicht zwingend ein Stipendium für diese Heiligen Messen zu senden. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Setzen in der E-Mail-Betreff: LISTA DE FALECIDOS U.I.O.G.D.

  • Rosário público em Nova Friburgo

    Rosário do Oiapoque ao Chuí pelas eleições – 07 de outubro de 2018 AOS CATÓLICOS DE TODO O BRASIL O Rosário é apresentado pelo magistério da Igreja como um poderoso meio de santificação pessoal, de reorganização social, e grande recurso da Igreja contra todos seus inimigos. Assim como São Domingos se valeu do Rosário como de uma espada para destruir a nefanda heresia dos albigenses, assim também podemos vencer os inimigos de Nosso Senhor e de nossa Pátria. Como alguns já sabem, os membros da Resistência Católica estão fazendo uma cruzada do Rosário pedindo a intervenção de Nossa Senhora nas eleições de 2018. São 24 horas por dia durante um mês. Como seria bom se todos nós, da Resistência ou de qualquer outro grupo católico, pudéssemos DIA 7 DE OUTUBRO mostrar ao mundo todo quem queremos que reine em nosso país, quem queremos que reine e guie nossas famílias. Reze o Rosário neste dia em locais públicos ou em procissões, marchando com ela, a temível Senhora do Rosário. Procure um padre e se confesse com ele. Que todos nós estejamos em estado de graça no dia das votações. Levem as criancinhas para rezarem o Rosário, elas são puras e podem alcançar mais graças para nosso país. Quem não participa de grupos reze em casa, sozinho ou em família. “Queira Deus — que é um ardente desejo nosso — que esta prática de piedade retome em toda parte o seu antigo lugar de honra! Nas cidades e nas aldeias, nas famílias e nos locais de trabalho, entre as elites e os humildes, seja o Rosário amado e venerado como insigne distintivo da profissão cristã e o auxílio mais eficaz para nos propiciar a divina clemência” (Encíclica Jucunda semper de 8/9/1894). FORA COMUNISMO! IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA, SEDE NOSSO AMOR! CADASTRE-SE: http://www.rosario7outubro.com DIVULGE O VÍDEO: #Rosário7Outubro no Brasil! OSB.: OS FIÉIS DO MOSTEIRO DA SANTA CRUZ REUNIR-SE-ÃO NESSE DIA, ÀS 15H30, (E NÃO NO SÁBADO PRECEDENTE – PRIMEIRO DO MÊS – COMO DE COSTUME) PARA REZAREM O ROSÁRIO, NA PRAÇA GETÚLIO VARGAS, AGREGANDO À INTENÇÃO DE DESAGRAVAR O CORAÇÃO IMACULADO DE MARIA TAMBÉM A DESTE ROSÁRIO: QUE O IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA SALVE O BRASIL E DESTRUA O COMUNISMO NESTAS ELEIÇÕES.

  • “Sobre a deposição do papa”, de João de Santo Tomás (traduzido e anotado por Frère Pierr

    SOBRE A DEPOSIÇÃO DO PAPA texto de João de Santo Tomás O.P. traduzido e anotado por Frère Pierre-Marie O.P. extraído de Le Sel de la terre 90, p. 112 a 134, 2014 Faça aqui o DOWNLOAD do artigo completo “João de Santo Tomás (1589-1644) é considerado, com razão, como um dos maiores teólogos tomistas. Seus contemporâneos em uníssono chamavam-no de um segundo Tomás, estrela brilhante frente ao Sol (Santo Tomás de Aquino): sempre o colocaram em companhia de Caetano e de Bañez, ao lado do Anjo da Escola. Sua doutrina é a mesma que a do doutor angélico, profundamente compreendida e fielmente expressa[1]”. Nasceu em Lisboa, fez seus estudos em Coimbra e depois em Lovaina, antes de entrar nos dominicanos em Madrid, quando tinha 23 anos. Foi por muito tempo professor em Alcalá (universidade de Madrid). Em seu último ano de vida, foi confessor do rei Felipe IV (1605-1665, rei em 1621). Na verdade, foi somente com relutância e por obediência que aceitou esta dignidade, dizendo na época a seus irmãos em religião: “Minha vida acabou, padres; estou morto, rezem por mim.” “Sua vida foi uma reprodução vivaz das virtudes do doutor angélico, do qual tomou o nome a fim de assinalar sua devoção por ele. De fato, uniu a um trabalho intelectual acérrimo um grande amor pela oração e um ardente desejo da perfeição religiosa. Os estudantes acorriam a seus cursos, atraídos pela profundidade e solidez de sua doutrina[2].” Apresentaremos aqui a primeira tradução em francês das principais passagens de sua dissertação sobre o tema “se o papa pode ser deposto pela Igreja, ainda que eleito por ela, e em que caso[3]”, que fez para comentar a primeira questão da II-II da Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino. Trata-se de uma questão cuja atualidade não escapará a nosso leitor. Não obstante, o livro de Arnaldo Xavier da Silveira, Considerações sobre o Ordo Missae de Paulo VI[4][5], frequentemente considerado referência sobre a questão do “papa herético”, não apresenta esta opinião. João de Santo Tomás nem mesmo figura na abundante bibliografia da obra. Com efeito, Xavier da Silveira concorda com a opinião de São Roberto Belarmino, ao passo que o cardeal Journet diz que as análises de Caetano e João de Santo Tomás sobre este ponto são mais penetrantes que a do doutor jesuíta. Como mostramos no relatório que fizemos no Le Sel de la terre 52 (p.205), o Pe. Jean-Michel Gleize acredita que esta “tese [de Caetano sobre a deposição do papa herético] não se sustenta” depois dos estudos de São Roberto Belarmino S.J. (1542-1621), e declara não estar satisfeito com as respostas que João de Santo Tomás deu ao teólogo jesuíta[6]. Não obstante, um século após João de Santo Tomás (1685-1737), Billuart (1685-1737) ainda qualificou esta tese de Caetano e de João de Santo Tomás como a “mais comum”[7]. De nossa parte, ela nos parece solidamente sustentada. Com o texto que publicamos aqui e os anexos que o seguem, os leitores poderão julgar com conhecimento de causa. Os subtítulos e as notas são da redação. Le Sel de la terre. [1] J. M. RAMIREZ, DTC, “Jean de Saint-Thomas », col. 806. [2] J. M. RAMIREZ, DTC, “Jean de Saint-Thomas », col. 804. [3] Disputatio II, articulus III, in II-II, q.1, a.7, p.133-140 na edição de Lyon, 1663. [4] Este livro editado pela DPF (Chiré-en-Montreuil) em 1975 não foi comercializado, parece, a pedido do autor. Alguns exemplares, todavia, têm circulado e são considerados como uma importante referência. [5] O título que apresentamos nesta tradução é do original em português. Em francês, editou-se sob o nome La Nouvelle Messe de Paul VI: Qu’en penser? [Nota do tradutor]. [6] Thomas de Vio CAJETAN, Le Successeur de Pierre, tradução anotada pelo abade Gleize, Courrier de Rome, 2004, n.65, p. XXII e n.473, p.138. [7] Ver o texto em anexo. #sedevacantismo

  • VOZ DE FÁTIMA, VOZ DE DEUS Nº 68

    22 de setembro de 2018 “Vox túrturis audita est in terra nostra” (Cant. II, 12) UNA CUM A liturgia faz o sacerdote rezar assim pela Igreja e por seus pastores no cânon da missa: “IN PRIMIS, quæ tibi offérimus pro Ecclésia tua sancta cathólica: quam pacificáre, custodíre, adunáre et régere dignéris toto orbe terrárum: una cum fámulo tuo Papa nostro (nome do Papa) et Antístite nostro (nome do bispo local)….” Algumas pessoas, porém, objetam que atualmente está ultima parte, em negrito, deve ser omitida, pois, afirmam, não se devem nomear as autoridades da Igreja nesta oração, ou porque elas são heréticas (modernistas e liberais) e, portanto (segundo aqueles), não são verdadeiras autoridades, verdadeiro papa nem verdadeiros bispos; ou então porque, embora sejam ainda papa e bispos, não devem ser nomeados aí pois não estamos  em comunhão ou em união com hereges nem com seus erros. Vamos procurar responder de maneira sucinta a estas objeções em alguns números da “Voz de Fátima, Voz de Deus”. Comecemos por considerar que “una cum”, nesta oração, apesar de ter sido traduzida por “em união com” em vários missais para os fiéis, não é a tradução mais exata para o caso. Antes de demonstrá-lo, vejamos como ela fica se for traduzida dessa maneira: “Primeiramente, vo-los oferecemos por vossa Santa Igreja Católica, para que vos digneis pacificá-la, guardá-la, uni-la e regê-la em toda a terra, em união com vosso servo nosso Papa (…) e nosso Bispo…” A princípio, não parece haver problema algum em traduzir assim, mas tomemos agora a mesma oração rezada nas missas do próprio Papa: “Offerimus pro Ecclesia (…) una cum me famulo tuo indigno…”; e do próprio Bispo diocesano: “una cum me (…) indigno servo tuo”. Aqui fica claro que essa tradução não convém, pois obviamente a Igreja não os faria rezar em união consigo mesmos. Qual tradução conviria, então, para que tal oração fizesse sentido? Ei-la: “… vo-los oferecemos por vossa Igreja, e com ela, por vosso servo nosso Papa e nosso Bispo…”.  E assim ficaria nas missas do Papa e do Bispo: “(…) e com ela, por mim, vosso indigno servo…”. A locução “una cum”, em latim litúrgico, frequentemente não significa em comunhão ou em união com. Quem tiver interesse poderá ler o estudo dos dominicanos de Avrillé sobre o assunto, publicado no Sel de la terre (nº 37, pp. 240-249), que o explana longamente. Mas, para dar um exemplo, tomemos do martirológio romano o dia de São Julião (16 de março), onde se diz que o mártir fora lançado ao mar em um saco com serpentes (in sacco una cum serpentibus) e certamente não “em comunhão” com elas. Recomendamos a leitura das « Dubia sobre o sedevacantismo », feitas pelo Rev. Pe. Jean, O.F.M. Cap, publicadas na Circular Geral dos Cavaleiros de Nossa Senhora n° 04.185, de 29 de setembro 2016 (Chevaliers de Notre Dame – Circulaire Générale 04185, 29 septembre 2016), de onde tiramos os argumentos aqui apresentados. Que os nossos sacerdotes continuem a rezar nas missas, fonte de todas as graças que Deus derrama sobre o mundo, POR nosso Papa e pelos bispos, que precisam mais do que nunca, para sua conversão. Continuaremos o assunto em próximos números, com o auxílio de Nossa Senhora. Fr. Pedro José, terceiro OP U.I.O.G #Atualidades #sedevacantismo #Textos

  • VOZ DE FÁTIMA, VOZ DE DEUS Nº 67

    15 de setembro de 2018 “Vox túrturis audita est in terra nostra” (Cant. II, 12) PARA LER E RELER III Continuação das citações de Dom Lefbvre posteriores à assinatura do Protocolo de Acordo de 1988. “Não podemos hesitar: ou estamos com a Igreja, ou estamos contra ela. Não podemos admitir esta igreja conciliar, que tem cada vez menos de católica, praticamente já não lhe resta nada.” (Dom Lefebvre, 6 de setembro de 1990. “Eminência, ainda que nos dessem tudo o que queremos, ainda assim teríamos de recusá-lo, porque nós trabalhamos para cristianizar a sociedade, enquanto que os senhores trabalham para descristianizá-la. A colaboração entre nós não é possível.” (Dom Lefebvre ao Cardeal Ratzinger, maio de 1988). “Ainda que os senhores nos dessem TUDO… Teríamos de RECUSÁ-LO… A COLABORAÇÃO entre nós NÃO É POSSÍVEL…” (repetição das palavras grifadas no texto acima). Carta escrita pelo próprio Dom Lefebvre, em junho de 1988, ao senhor Max Barret para felicita-lo por um artigo escrito por este. “Caro Sr. Barret, “Minhas felicitações por seu bom artigo, tão sensato e tão claro, que ajudará os indecisos a fugirem desta igreja conciliar que cai em ruínas! Desejo-lhe boas férias, assim como à Sra. Barret e à Maria…” Outra carta escrita ao senhor e à senhora Barret: “Caros Sr. e Sra. Barret, Seu convite me emociona vivamente. Por enquanto, assistimos aos últimos contatos com Roma, pois devo receber o Secretário do Cardeal Ratzinger ao meio-dia, que me traz uma carta escrita pelo próprio Papa. Mas para mim, persuadido de que não podemos ter confiança neste Papa de Assis, já não quero deixar-me impressionar pelas ameaças ou pelas ofertas de circunstância que escondem más intenções. Eles não mudaram senão para pior; como poderíamos colaborar com esses pastores que conduzem à apostasia? Estamos preparando tudo para a sagração de quatro candidatos neste 30 de junho. A Tradição, a Igreja, a Fé católica poderão continuar sobrevivendo no meio das ruínas!” “Se nos distanciamos desta gente, é absolutamente da mesma maneira que com as pessoas que têm AIDS… têm AIDS espiritual… Se se quer conservar a saúde, é necessário não andar com eles… Aconteça o que acontecer, devemos continuar como o temos feito, e Deus nos mostra que seguindo este caminho cumprimos com nosso dever… Não podemos vincular-nos” (conferencia dada em Ecône em 9 de setembro de 1988, Fideliter nº 66. Novembro-dezembro de 1988) “Fideliter: Alguns dizem: sim, mas V. Excelência debería ter aceitado um acordo com Roma, porque uma vez que Fraternidade tivesse sido reconhecida e retiradas as sanções, teria podido atuar de uma maneira mais eficaz dentro da Igreja, enquanto que agora ela se colocou fora dela. Dom Lefebvre: São coisas fáceis de dizer. Colocar-se dentro da Igreja, que quer dizer isso? Em primeiro lugar, de que Igreja se fala? Se é da igreja conciliar, seria necessário que nós, que lutamos contra ela durante vinte anos, porque queremos a Igreja Católica, voltássemos a entrar nesta igreja conciliar para supostamente torna-la católica. É uma ilusão total! Não são os súditos que fazem os superiores, mas os superiores que fazem os súditos. Em toda esta Cúria romana, entre todos os bispos do mundo, que são progressistas, eu teria naufragado completamente. Não teria podido nada, nem proteger os fiéis e os seminaristas.” (Entrevista publicada em Fideliter nº 70, julho-agosto de 1989).. Fr. Pedro José, terceiro O.P U.I.O.G

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