Necessita de uma nova pesquisa?
Caso não tenha encontrado a sua busca, tente novamente abaixo com outro termo:
988 resultados encontrados com uma busca vazia
- Sermões: Dom. depois da Epifania, Morte de S João Bastista, Dom. da Septuagésima, Dom. da Sexagésima
#Sermões #SermõesMonásticos
- Sermões: II Dom. do Advento, Epifania, Oitava da Epifania
#Sermões #SermõesMonásticos
- Sermões: Purificação da Ssma Virgem, Natividade de S João Batista, I Sexta de Setembro 2016
#Sermões #SermõesMonásticos
- Sermões: II Domingo depois de Pentecostes, Circumcisão do Senhor, IV Dom. depois de Pentecostes
#Sermões #SermõesMonásticos
- Sermões: Nossa Sra Aparecida, Pentecostes e Ssma. Trindade
#Sermões #SermõesMonásticos
- Ordenação de Fr John, das Filipinas
Ver fotos – See photos – Voir des photos #Cerimônias #Ordenação
- Reforma de nossa capela – Réforme de notre chapelle – Reform of our chapel – refor
+ PAX PORTUGUÊS Caros amigos e benfeitores, Graças aos senhores, pudemos avançar com a reforma de nossa hospedaria, que já está quase pronta e acolhe futuros seminaristas (ver fotos anexas). Todavia, tivemos de empreender uma reforma mais importante: a de nossa capela, cujo piso e pintura já não estavam dignos das funções ali realizadas (vejam as fotos anexas). Tal reforma custar-nos-á cerca de R$ 15.000,00. Assim, caros amigos, gostaríamos de poder contar com sua ajuda mais esta vez, afim de que nossa capela fique pronta para podermos celebrar dignamente ali o próximo Natal do Senhor. Aproveitamos a ocasião para desejar-lhes um santo Natal e feliz ano novo, assegurando-lhes nossas orações para este fim. Deus os abençoe. + Tomás de Aquino OSB CLIQUE AQUI PARA AJUDAR-NOS FRANÇAIS Cher amis et bienfaiteurs, Grâce à vous, nous avons pu accélérer la réforme de notre hôtellerie, qui est déjà presque prête et accueille déjà de futurs séminaristes (voir les photos jointes). Cependant, nous avons dû entreprendre une autre réforme plus importante: celle de notre chapelle, dont le plancher et la peinture n’étaient point dignes des fonctions qui y sont réalisées (regardez les photos jointes). Cette réforme nous coûtera environ 5000,00 euros. Alors, chers amis, nous voudrions bien pouvoir compter sur votre aide cette fois encore, afin que la chapelle soit prête avant ce Noël et nous puissions y célébrer dignement la nativité de Notre Seigneur Jésus-Christ. Nous profitons pour vous souhaiter un saint Noël et une bonne Nouvelle Année, et nous vous assurons de nos prières à cette intention. Que le Bon Dieu vous bénisse. + Thomas d’Aquin OSB COMMENT NOUS AIDER PAR PAYPAL PAR TRANSFERT INTERNATIONAL ENGLISH Dear friends and benefactors, Thanks to you, we have been able to move forward with the renovation of our area for guest accomodation, which is almost ready and welcomes future seminarians (see attached photos). However, we had to begin a more important renovation: the renovation of our chapel, where the floor and paint were no longer worthy of the functions performed there (see attached photos). This will cost us about $ 5,000 dollars. So, dear friends, we would like to be able to count on your help once more, so that our chapel is ready and we are able to celebrate the birth of Our Lord with dignity there. We take this opportunity to wish you a holy Christmas and a happy New Year, assuring you of our prayers for this purpose. God bless. + Thomas Aquinas OSB TO HELP US VIA PAYPAL VIA TRANSFER INTERNATIONAL ESPAÑOL Estimados amigos y bienhechores: Gracias a ustedes, hemos podido seguir adelante con la reforma de nuestra casa de huéspedes, que está casi lista y ya acoge a los futuros seminaristas (ver fotos adjuntas). Sin embargo, tuvimos que realizar una reforma más importante: nuestra capilla, cuyo piso y la pintura ya no eran dignos de las funciones llevadas a cabo allí (ver las fotos adjuntas). Tal reforma nos costará alrededor de $ 5.000 dólares. Así que, queridos amigos, nos gustaría contar con su ayuda aun esta vez, para que nuestra capilla estea lista para que podamos celebrar dignamente allí la próxima Navidad del Señor. Aprovechamos esta oportunidad para desearles una santa Navidad y próspero Año Nuevo , asegurándoles nuestra oración para este fin. Dios los bendiga. + Tomás de Aquino OSB CÓMO AYUDARNOS U.I.O.G.D.
- JORNADAS DOM LEFEBVRE
#Atualidades
- Missas pelos fiéis defuntos – Messes pour les fidèles défunts – Masses f
Português Caros amigos e benfeitores, Aqueles que desejam, podem ainda enviar para nosso e-mail sua lista de falecidos , para que um dos sacerdotes do mosteiro celebre uma missa cada dia deste mês nessas intenções. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Favor colocar no assunto do e-mail: LISTA DE FALECIDOS Français Cher amis et bienfaiteurs, Ceux qui le souhaitent peuvent encore nous envoyer leur liste de fidèles défunts, car l’un des prêtres de notre monastère dira une messe chaque jour de novembre dans ces intentions. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Veuillez mettre dans l’objet de l’e-mail: LISTA DE FALECIDOS English Dear friends and benefactors, Those who wish can still send us to their list of deceased, because one of the priests of our monastery will offer a mass each November day in these intentions. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Put in the e-mail subject: LISTA DE FALECIDOS Español Queridos amigos y benefactores, Aquellos que deseen pueden enviarnos a su lista de difuntos, porque uno de los sacerdotes de nuestro monasterio ofrecerá una misa cada día de noviembre en estas intenciones. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Poner en el asunto del correo electrónico: LISTA DE FALECIDOS Deutsch Liebe Freunde und Wohltäter , Wer möchte, kann uns noch senden ihre Liste der Seelen, weil einer der Priester unseres Klosters werden sagen, Messe jeden Tag des Monats November in diesen Absichten. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Setzen in der E-Mail-Betreff: LISTA DE FALECIDOS Renato, Sekretär Bischof Tomás de Aquino U.I.O.G.D.
- Sermão do III Domingo da Quaresma 2016 – por D. Tomás de Aquino
Epístola (Efésios 5, 1-9) Evangelho (Lucas 11, 14-28) Irmãos: Sede imitadores de Deus como filhos muito amados; e andai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós a Deus, como oferenda a sacrifício de suave odor. Nem sequer se nomeie entre vós a fornicação, ou qualquer impureza, ou avareza, como convém a santos; nem palavras torpes, nem parvoíces, nem chocarrices, que são coisas despropositadas; mas antes ações de graças. Porque – sabei-o bem – nenhum fornicador, ou impudico, ou avaro, isto é, nenhum idólatra, entrará na herança do reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos seduza com razões vãs: Porque é por estas coisas que vem a ira de Deus sobre os incrédulos. Não queirais, pois, ser seus cúmplices. Porque outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Andai como filhos da luz, porque o fruto da luz consiste em ser bom, justo e verdadeiro, em tudo. Naquele tempo: Estava Jesus expulsando um demônio, que era mudo. E, depois de ter expulsado o demônio, o mudo falou, e as turbas admiraram-se. Alguns, todavia, disseram: “Ele expulsa os demônios em virtude e Belzebu, príncipe dos demônios.” E outros, para o porem a prova, pediam-lhe um prodígio do céu. Ele, porém, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: “Todo o reino, dividido contra si mesmo, acaba na ruína, caindo casa sobre casa. Ora, se Satanás esta dividido contra si mesmo, como pode manter-se de pé o seu reino? Já que dizeis que é por virtude de Belzebu que eu expulso os demônios: Se é por virtude de Belzebu que eu expulse os demônios, por virtude de quem é que os vossos filhos os expulsam? Por isso eles serão os vossos juízes. Ora, se é por virtude de Deus que eu expulso os demônios, certamente chegou para vós o reino de Deus. Quando um, valente e bem armado, guarda a entrada de sua casa, estão em segurança os bens que possui. Mas se, sobrevier outro mais forte que ele, e o vencer, tira-lhe todas as armas, em que confiava, e reparte os seus despojos. Quem não está por mim, está contra mim; e quem não colhe comigo, desperdiça. Quando o espírito imundo saiu dum homem, vagueia por lugares áridos, em busca de repouso. Não o encontrando, diz: Voltarei para a minha casa, donde saí. E, quando vem, encontra-a varrida e em ordem. Então, vai arranjar outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, ali se instalam; e o ultimo estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro.” Ora, aconteceu que, enquanto ele dizia isto, uma mulher levantando a voz, do meio da multidão, disse-lhe: “Bem aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram.” Ele, porém, disse: “Antes bem aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus, e a põem em prática.” † PAX No Evangelho de hoje, Nosso Senhor diz que quando uma alma se entrega ao pecado mortal, o demônio aí habita como em sua casa. Assim era com quase todas as almas no tempo do dilúvio, assim era quase que regra geral nas almas e nas sociedades antes da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, diz Nosso Senhor, quando um mais forte que o demônio o vence e lhe retira suas armas nas quais ele confiava, o demônio é obrigado a partir desta alma. Ora, quem é mais forte que o demônio senão Nosso Senhor Jesus Cristo e Sua Santíssima Mãe? Nosso Senhor veio e, morrendo na cruz, despojou o demônio de suas armas e expulsa-o das almas pelo santo Batismo e fortifica as almas com a Confirmação, alimenta-as com a Santa Eucaristia, deu-lhes a Confissão como um segundo meio de salvação e a Extrema-unção para apagar os restos de pecado antes da última viagem que as conduz à eternidade. Ele nos deu também dois outros sacramentos, a Ordem e o Matrimônio. A Ordem ou Sacerdócio para administrar os sacramentos e o Matrimônio para santificar a propagação do gênero humano. Ora, o mundo foi santificado por estes sacramentos, por esta instituição que é a Santa Igreja Católica, distribuidora autorizada destes sacramentos. Mas, diz Nosso Senhor no Evangelho de hoje, o demônio uma vez expulso, anda por lugares áridos à procura de repouso. E não encontrando, diz: “Voltarei para a casa donde saí” e vendo-a varrida e adornada, vai e toma sete espíritos piores do que ele, e entra nesta alma, e o último estado deste homem se torna pior do que o primeiro, ou seja, do que antes de receber a graça divina; torna-se pior do que ele era antes de Nosso Senhor visitá-lo e curá-lo. Apliquemos este ensinamento ao que estamos vendo hoje. O mundo, sobretudo o Ocidente, já foi profundamente católico. Apesar de sempre haver o joio misturado com o trigo, os países como Itália, França, Espanha, Inglaterra, Portugal, Alemanha, Polônia, Áustria e tantos outros, deram inúmeros santos à Igreja. A cidade de Roma é a cidade dos mártires; mártires que eram expostos às feras no Coliseu, queimados vivos, degolados, crucificados ou mortos de outras maneiras. Roma, desde que São Pedro aí residiu, tornou-se a sede, a capital da Igreja militante. É de Roma, é da cátedra de São Pedro que os ensinamentos de Nosso Senhor são distribuídos infalivelmente ao mundo católico. Mas, em punição pelos pecados dos homens, Deus permitiu que o demônio voltasse a forçar a porta e acabasse entrando nestes países, outrora católicos. Ele entrou matando espiritualmente ou fisicamente seus governantes, ou seja, fazendo-os cair na heresia, como na Inglaterra, ou fazendo-os perecer na guilhotina, como na França. Ferida a cabeça, os membros se dispersam. A vida católica destes países ficou abalada sem o apoio natural da autoridade. Muitas almas continuaram a amar a Deus sobre todas as coisas, mas as leis e a vida pública destes países começaram a voltar-se contra Nosso Senhor Jesus Cristo. Foi o que vimos aqui no Brasil no tempo de Dom Vital, preso e provavelmente envenenado. Foi o que vimos na França, com duas expulsões de religiosos e a espoliação dos bens da Igreja (ou seja, o Estado francês roubou tudo o que pertencia à Igreja). Mas o demônio não ficou só nisso. Por uma misteriosa permissão, Deus, na Sua Justiça, permitiu que o demônio entrasse no santuário da Igreja. Que se passou? Os homens da Igreja, dominados por doutrinas perversas, introduziram o liberalismo e o modernismo dentro da Igreja, sobretudo no Concílio Vaticano II. A cabeça da Igreja, ou seja, o Papa, foi ferida e as ovelhas se dispersaram. Os próprios bispos ficaram sem saber como agir, pois como agir sem o chefe natural da Igreja, que é o Papa? Mas entre os bispos houve dois homens, dois heróis da fé católica, um francês e o outro, um brasileiro, Dom Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer, que, meditando na lei de Deus, sendo fiéis àquilo mesmo que haviam aprendido em Roma; homens que, pela sua humildade e sua devoção à Santíssima Virgem, mereceram encontrar forças, ou melhor, receberem da misericórdia divina a graça de oporem-se ao demônio e à autodestruição da Igreja. Mas todos nós devemos morrer, e Dom Lefebvre pensou que não deveria partir desta vida sem deixar a seus filhos espirituais, sem deixar a seus seminaristas, sem deixar à Igreja, os meios de continuar a resistir a esta invasão diabólica que quer tornar o mundo (e, se possível fosse, a Santa Igreja também) pior do que era antes da vinda de Nosso Senhor, e assim facilitar o reino do Anticristo, que não terá outro objetivo senão concluir a obra iniciada pelos modernistas. Que fez, então, Dom Lefebvre? Ele primeiro procurou por todos os meios um acordo com Roma, procurando um meio de salvaguardar a Tradição. Na verdade, ele procurou saber até onde ia a crise em Roma. Ele procurava saber se Roma queria a Tradição ou se era inútil esperar encontrar nas autoridades romanas a vontade de proteger a fé católica e de fazer reflorescer a Santa Igreja pela graça dos sacramentos. Ele procurou algum apoio real, alguma determinação verdadeira de defender e proteger a fé católica contra o modernismo e o liberalismo. Dom Lefebvre foi até o ponto de assinar um pré-acordo, mas, no dia seguinte, ele retirou a sua assinatura. “Eu fui longe demais”, dizia ele. Vendo clara e dolorosamente que não havia solução, ele sagrou, em 30 de junho de 1988, quatro bispos para a Santa Igreja. Quase um ano antes desta cerimônia, em agosto de 1987, ele escrevera aos futuros bispos uma carta da qual citaremos algumas passagens. Estas passagens nos demonstram a gravidade da situação que encontrara Dom Lefebvre ao pesar tudo o que estava acontecendo e, sobretudo, pesando o apego de Roma aos princípios revolucionários do liberalismo e do modernismo. Ele escrevia: “A cátedra de Pedro e os postos de autoridade de Roma, estando ocupados por anticristos, a destruição do Reino de Nosso Senhor avança rapidamente no interior mesmo de Seu Corpo místico aqui na terra, especialmente pela corrupção da Santa Missa, esplêndida expressão do triunfo de Nosso Senhor na Cruz: ‘Regnavit a ligno Deus’ e fonte de crescimento de seu reinado sobre as almas e as sociedades”. Vemos nessas palavras a ilustração do que Nosso Senhor nos diz no Evangelho de hoje. O demônio procura destruir o reino de Nosso Senhor na terra e para isso ele ataca a missa, que, como diz Dom Lefebvre, é a “fonte de crescimento”, ou seja, da propagação deste reino de Nosso Senhor sobre as almas e sobre as sociedades. Mas continuemos: “[…] Eu me vejo forçado pela Providência Divina, escreve Dom Lefebvre, a transmitir a graça do episcopado católico que eu recebi, a fim de que a Igreja e o sacerdócio católico continuem a subsistir para a glória de Deus e a salvação das almas”. E ele nos adverte: “Eis porque, convencido de não cumprir senão a vontade de Nosso Senhor, venho através desta carta pedir-vos que aceiteis a graça do episcopado católico como eu já conferi a outros padres em outras circunstâncias”. E termina dizendo: “Bem, caros amigos, sede minha consolação em Cristo Jesus, permanecei fortes na fé, fiéis ao verdadeiro sacrifício da missa, ao verdadeiro e santo sacerdócio de Nosso Senhor, para o triunfo e a glória de Jesus no céu e na terra, para a salvação de minha alma. Nos corações de Jesus e de Maria eu vos abraço e vos abençoo. Vosso pai no Cristo Jesus + Marcel Lefebvre Eis aí a razão das sagrações de 1988. Ora, a crise hoje é a mesma que em 1988. Roma mudou, talvez, mas mudou para pior. Após as sagrações de 1988, houve outra pouco depois, a de Dom Licínio, realizada em São Fidélis, em 1991. Se não me engano, foi Dom Tissier de Malerais o bispo consagrante, assistido por Dom Williamson e Dom Galarreta. E depois, que se passou? Por que agora se fala novamente em sagração? Por que no ano passado foi sagrado Dom Faure aqui no mosteiro? Qual é a razão destas sagrações sem a participação dos outros bispos sagrados por Dom Lefebvre? A razão da sagração de Dom Faure e da próxima sagração (se Deus quiser, será realizada no próximo dia 19 de março, à qual todos os nossos fiéis estão convidados)… a razão destas sagrações não é, como disse Dom Galarreta: “Para eles (ou seja, para a resistência), é um princípio. É uma questão doutrinal. Vós não podeis admitir a possibilidade de um acordo com Roma sem ser liberal”. O raciocínio de Dom Galarreta é interessante. Que seja uma questão doutrinal, nós estamos de acordo. Sim, é uma questão doutrinal, mas não se trata só de uma questão doutrinal. É uma questão também prudencial. Santo Tomás, falando da docilidade, nos diz que se deve escutar os anciãos em suas sentenças não menos que nas suas demonstrações por causa da experiência deles (II Reis). E a Sagrada Escritura nos diz: “Compareça à assembleia dos anciãos e aceite de coração a sabedoria deles (Eclo. VII,35)”. E que disseram os anciãos, que disseram Dom Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer? Tomemos Dom Lefebvre, que pôde analisar de mais perto esta crise em Roma mesmo. Ele disse que se ele fosse chamado novamente à mesa das negociações seria ele que imporia as condições: “ou os senhores aceitam as encíclicas de seus predecessores que condenam os erros modernos, ou nada feito”. Dom Lefebvre, em outras palavras, dizia que era necessário a volta de Roma à Tradição. Ele escrevia a João Paulo II em 2 de junho de 1988: “Nós continuamos a rezar para que a Roma moderna, infestada de modernismo, volte a ser a Roma católica e reencontre sua tradição bimilenar. Então, o problema da reconciliação não terá mais razão de ser, e a Igreja reencontrará uma nova juventude”. E ainda: “O objetivo desta reconciliação (entre a Fraternidade e Roma) não é de modo algum o mesmo para a Santa Sé que para nós. Assim sendo, nós preferimos esperar tempos mais propícios ao retorno de Roma à Tradição”. Pode-se discutir e deve-se discutir estes assuntos. Isto não é um tabu para nós. Devemos aplicar-nos a fundo nestas questões, pois elas são vitais para nós. Se não seguimos Dom Fellay e seus assistentes nem aprovamos o abandono do princípio prudencial do Capítulo Geral da Fraternidade de 2016, que dizia: ‘nada de acordo prático sem acordo doutrinal”, não é por mero capricho nem por sermos sedevacantistas, nem por qualquer outra razão diferente das razões dadas por Dom Lefebvre. Se nós nos recusamos a seguir Dom Fellay é porque cremos que os três bispos da Fraternidade, Dom Williamson, Dom Tissier e Dom Galarreta, tinham razão na famosa carta de 7 de abril de 2012: “Monsenhor, senhores padres, prestem atenção, os senhores estão conduzindo a Fraternidade a um ponto do qual não poderá fazer marcha à ré, a uma profunda divisão sem retorno e se os senhores chegarem a um tal acordo, os senhores estragariam a Fraternidade, as poderosas influências destruidoras que ela não suportará. Se até o presente os bispos da Fraternidade a protegeram, é precisamente porque Dom Lefebvre recusou um acordo prático”. “Uma vez que a situação não mudou substancialmente, uma vez que a condição pedida pelo Capítulo de 2016 não se realizou de modo algum (ou seja, a mudança doutrinal de Roma que permitiria um acordo prático) escutai ainda vosso fundador. Ele teve razão há 25 anos. Ele tem razão ainda hoje. Em seu nome, nós vos conjuramos: não engajai a Fraternidade num acordo puramente prático.” E qual foi a resposta de Dom Fellay? Foi que os três bispos faziam prova de falta de espírito sobrenatural e realismo. Dom Fellay não ficou só nisso. A expulsão de Dom Williamson, principal inspirador e redator da carta dos três bispos, a expulsão de vários outros padres, o adiamento das ordenações dos dominicanos e dos capuchinhos e a ameaça de adiamento das ordenações dos beneditinos de Bellaigue, assim como várias declarações de Dom Fellay e do Padre Pfluger, mostram claramente o desejo de um acordo prático sem acordo doutrinal, ou melhor, sem o retorno da Tradição à Roma. Nem por isso nós queremos mal à Fraternidade, muito pelo contrário. Nós desejamos que ela faça marcha à ré. Ela parece tê-lo feito, de certo modo, mas a situação continua extremamente delicada. Um reconhecimento unilateral da Fraternidade seria algo bom? Os reconhecimentos unilaterais que nós vimos se realizar durante outras crises se mostraram não serem, na prática, unilaterais. Mesmo querendo não ceder nada aos modernistas, a experiência mostrou que tanto Dom Gérard como Dom Rifan, para só falar dos casos que conheço melhor, cederam e muito, apesar de Dom Gérard dizer: “Roma dá tudo e não pede nada. Como posso recusar?” É para evitar estes perigos; é para seguir mais de perto os conselhos de Dom Lefebvre, os quais recordaremos ainda em outras ocasiões para explicar as razões desta nova sagração; que nós dizemos não à política dos acordos. Não somos nem queremos ser sedevacantistas. Queremos simplesmente continuar a Tradição como Dom Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer fizeram. Nada mais do que isso. Sabemos que o demônio ronda em torno de cada um de nós procurando a quem devorar. Sabemos que ele quer forçar a entrada de tudo o que ainda está de pé, tanto individualmente como coletivamente, tanto das almas como dos mosteiros e congregações ainda tradicionais. Mas desejamos que isto não aconteça com ninguém. Rezamos para que a obra de Dom Lefebvre resista, volte ao seu primeiro fervor e venha em nosso auxílio, pois precisamos dos tesouros de ciência e de piedade que se encontram ainda na Fraternidade. Não nos agrada vê-la longe de nós, não nos agrada estarmos tão sós, mas não podemos não resistir a essa tendência, a um acordo cujos efeitos já se fazem sentir a tantos anos e que pesam sobre a Fraternidade, desorientando os fiéis, proibindo a venda de bons livros, como os livros sobre o escandaloso Sínodo da Família, livro redigido com a colaboração dos capuchinhos de Morgon sem, que eu saiba, nenhuma alusão a Dom Fellay. Mesmo assim, o livro foi proibido de ser vendido nos priorados da Fraternidade. Por quê? Seria, por acaso, por que o livro fala mal do Papa Francisco? Eis o que nos importa na Fraternidade. Ora, não podendo apoiar Dom Fellay, que se mostrou bem adverso a Dom Williamson e também a Dom Faure, é normal que a Resistência procure os mesmos meios que Dom Lefebvre procurou, dizendo aos seus escolhidos: “Eu vos confiarei esta graça do episcopado católico, confiante de que, sem tardar, a Sé de Pedro será ocupada por um sucessor de Pedro perfeitamente católico, nas mãos dos quais os senhores poderão colocar a graça de vosso episcopado para que ele a confirme”. Eis aí o nosso programa. Eis aí resumidamente as nossas razões. Rezem por nós. A falha dos que estão elevados em dignidade é mais visível. Razão a mais para rezar pelos bispos. Razão também, ou melhor, ocasião de maiores críticas e maiores ataques, como se veem contra Dom Williamson e Dom Faure. Que vossas orações nos obtenham a graça de ser forte sem dureza, admoestando a tempo e a contratempo, guardando a sã doutrina e tratando a todos com caridade e na caridade. Que as palavras de São Paulo a São Timóteo nos estejam sempre presentes: “Vela por ti e pelo teu ensinamento: persevera nisto porque, assim fazendo, salvar-te-ás a ti mesmo e àqueles que te ouvem”. Assim seja, com o auxílio de Maria Santíssima. Dom Tomás de Aquino #Sermões #SermõesEscritos #SermõesMonásticos
- Sermão da Septuagésima 2016 – por Dom Tomás de Aquino
Ep. I Coríntios 9, 24-27–10, 1-5. Evangelho (S. Mateus 20, 1-16) Irmãos: Não sabeis que os que correm no estádio, todos correm, não há dúvida, mas um só é que alcança o prêmio? Correi, pois, de tal maneira que o alcanceis. Os atletas que combatem na arena, de tudo se abstêm: eles, para alcançar um coroa corruptível; nós, porém, incorruptível. Quanto a mim, corro, pois, mas não como à ventura; combato, mas não como quem esgrime no ar; ao contrário, castigo o meu corpo, e reduzo-o à escravidão, (para que) não suceda que, tendo pregado aos outros, eu mesmo venha a ser réprobo. Não quero, pois, irmãos, que vós ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e que todos passaram o mar, e todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar, e todos comeram do mesmo alimento espiritual, e todos beberam da mesma bebida espiritual (porque bebiam todos de um rochedo espiritual, que os seguia – rochedo este que era Cristo). Todavia, Deus não se agradou de muitos deles. Naquele tempo: Disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: “O Reino dos céus é semelhante a um pai de família que, ao romper da manhã, saiu a contratar operários para a sua vinha. E, tendo ajustado com os operários um denário por dia, mandou-os para a sua vinha. Tendo novamente saído cerca da terceira hora, viu outros, que estavam na praça, ociosos. E disse-lhes: Ide vós também para minha vinha, eu dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. Saiu outra vez cerca da hora sexta e da nona, e fez o mesmo. E, cerca da undécima, saiu ainda, e encontrou outros, que estavam de costas direitas, e disse-lhes: Por que estais aqui todo o dia ociosos? Eles responderam: Porque ninguém nos contratou. Ele disse-lhes: Ide vós também para a minha vinha. No fim da tarde, o senhor disse da vinha ao seu mordomo: Chama os operários, e paga-lhes o salário, começando pelos últimos até os primeiros. Tendo chegado, pois, os que tinham ido cerca da hora undécima, cada um recebeu um denário. E, chegando também os que tinham ido primeiro, julgaram que haviam de receber mais; porém, também eles receberam um denário cada um. Ao receberem, murmuravam contra o pai de família, dizendo: Estes últimos trabalharam só uma hora, e pagaste-lhes o mesmo que nós, que suportamos o peso do dia e o calor. Ele, porém, respondendo a um deles, disse: Amigo, eu não te faço injustiça; não ajustaste tu comigo um denário? Toma o que é teu, e vai-te; que eu quero dar também a este último tanto quanto a ti. Ou não me é lícito fazer o que quero do que é meu?! Porventura és tu invejoso, porque eu sou bom? É assim que os primeiros serão os últimos, e os últimos primeiros. De fato são muitos os chamados, e poucos os escolhidos.” † PAX No Evangelho de hoje, Nosso Senhor nos resume em poucas palavras o mistério da história do mundo desde Adão e Eva até o último predestinado, que nascerá antes do fim do mundo, quando Nosso Senhor virá julgar os vivos e os mortos. Ao mesmo tempo que Nosso Senhor nos fala da história do mundo, Ele nos descreve também a vida de cada um de nós. O Reino dos Céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã para contratar operários para a sua vinha. O pai de família é Deus, pois Deus é o pai de toda a criação e criou todas as coisas. Ele é pai, sobretudo pela graça, ou seja, Ele é pai dos que recebem e perseveram na graça recebida no dia de seu Batismo, que morrem na graça divina, entram na bem-aventurada eternidade e gozam da visão beatífica, tendo passado, se necessário, pelo Purgatório para pagar o que restava de pecado em suas almas. O pai de família é, pois, Deus. O romper do dia é o início do mundo. É o tempo que vai de Adão a Noé. E Ele sai para contratar operários para a sua vinha. A vinha é a Igreja. Deus faz tudo para sua vinha, que é a Igreja, cujos membros vão de Abel, o primeiro justo a deixar este mundo, até o último que entrará no céu. A Igreja, embora fundada por Nosso Senhor, encerra também todos os santos do Antigo Testamento. Tendo combinado com alguns o trabalho por um denário, Ele os mandou para a vinha. Denário vem de dez. Dez são os mandamentos. Nas moedas antigas cunhava-se a imagem dos reis. Os dez mandamentos são a imagem de nosso Rei e nosso Deus. Quem as observa traz em si mesmo a imagem e semelhança de Deus, pois Deus nos criou à sua imagem e semelhança. Ele contrata os operários para trabalharem na vinha, logo, ele os contrata como empregados, como mercenários. Ora, o mercenário, o empregado, deve trabalhar naquilo que não é dele, mas do patrão. A Igreja não é daquele que trabalha nela. Ela é de Deus. Logo, quem aí trabalha não deve trabalhar para si mesmo, mas para Aquele que o contratou. Seja o que for que nós façamos, façamos tudo para a glória de Deus e não para a nossa. Que em tudo Deus seja glorificado, nos diz São Bento na Regra. “Não a nós, não a nós mas ao vosso nome dai glória”, diz o salmo. A pureza de intenção, ou seja, a intenção de trabalhar para Deus e não para si é a condição exigida pelo pai de família para que se receba a recompensa. Judas trabalhou para si, pois era ladrão, diz São João no seu Evangelho: “Judas guardava o dinheiro para si e não para a Igreja”. Antes dele, Caim trabalhou para si e não para Deus. Por isso Caim matou Abel. Todas as vezes em que abandonamos os interesses de Deus para fazer não o que Deus quer, mas o que nós queremos, nós traímos a confiança do Pai de família, traímos o contrato, não somos fiéis às promessas de nosso Batismo. Esta traição, este pecado, pode ser visível aos olhos dos homens, como o pecado de Caim que matou Abel; mas ele pode também ser oculto aos olhos dos homens, como um mau pensamento plenamente consentido, um ódio guardado no coração, ou, o que é ainda pior, um pecado que recebe o aplauso dos outros homens, como hoje em dia o pecado do modernismo, da liberdade religiosa, os pecados contra a fé, dos que destroem a Igreja Católica com ares de quem faz o bem e por isso recebem os aplausos do mundo, como os recebe o papa Francisco. É também o pecado dos que escrevem livros para promover o divórcio, o aborto, a eutanásia. É o pecado que se comete na sala de espera dos hospitais, onde preservativos são postos à disposição de todos gratuitamente. Aqui tivemos uma cena chocante no domingo retrasado. Não se iludam. Muito mais grave do que um surto de um doente é o pecado feito conscientemente, educadamente, legalmente, como são as bancas de jornal de Friburgo e as reuniões da Maçonaria e do Rotary Club. Esta cidade de Nova Friburgo já foi punida uma vez. Ela o será novamente e o mundo inteiro com ela, pois ela resiste a Deus e infringe seus mandamentos todos os dias. Mas prossigamos. “Saindo à Terceira Hora, viu outros que estavam ociosos na praça.” A Hora Terça é o tempo que vai de Noé a Abraão. Mas é o tempo também em que, deixando a infância, o adolescente começa a receber a luz da inteligência. A Hora Terça, entre os romanos, correspondia às nove horas da manhã, hora em que o sol começa a dardejar a terra com seus raios, e hora em que a inteligência, que é o sol de nossa alma, começa a iluminá-la. Não deixemos nossa inteligência perecer na ignorância das coisas de Deus. Não deixemos nossa inteligência se atrofiar nos jogos eletrônicos, abandonando as luzes mais nobres da verdadeira literatura e, sobretudo, da fé, que é uma luz infinitamente superior. Aos quinze anos, Santa Terezinha já compreendia profundamente os mistérios da Comunhão dos Santos, da vida consagrada, do valor da mortificação, sabia de cor a Imitação de Cristo e tinha bastante maturidade para pedir ao Papa Leão XIII sua entrada antecipada no Carmelo. E o que diz o Pai de família a estes da Hora Terça? Ele diz a estes que estavam na praça ociosos: “Ide também para minha vinha e eu vos darei o que for justo”. Eles estavam na praça porque na praça ou no fórum, como diz o texto latino, compra-se, vende-se e fazem-se processos. Eles estavam, pois, ocupados com as coisas deste mundo e nada tinham feito por Deus e pelas almas. Por isso, Deus diz que eles estavam ociosos. Ociosos porque haviam passado parte de suas vidas não fazendo nada de útil para a salvação de suas almas, nada para a glória da Santa Igreja. Assim estava Santo Inácio de Loyola até sua conversão. Assim estava São Mateus até ser chamado por Nosso Senhor para ser discípulo. Assim estava Gustavo Corção até ser tocado pela graça e ter retornado à fé de seu Batismo. Assim estava Santo Agostinho até os vinte e oito anos de idade, quando se converteu por causa das orações e lágrimas de sua mãe. Saiu outra vez o Pai de família na Hora Sexta e na Hora Noa. A Hora Sexta corresponde ao meio-dia e a Hora Noa às três horas da tarde. Nas idades do mundo, a Hora Sexta corresponde ao tempo que vai de Abraão a Davi e a Hora Noa, o tempo que vai de Davi a Nosso Senhor. Comparando com a vida de um homem, a Hora Sexta é a idade adulta em que os raios da inteligência são mais fortes. A Hora Noa, a velhice. Estas duas horas são postas juntas pois as idades são, no fundo, as mesmas. Dom Lefebvre foi missionário na idade adulta e não deixou de sê-lo na velhice. Uma velhice saudável permite prolongar o que se fazia na idade adulta e a inteligência dos anciãos não fica atrás das dos homens adultos. Muito pelo contrário: muitos deram o melhor de si mesmos quando já estavam em idade avançada, como São Pio X, Pio IX, Dom Lefebvre, Dom Antônio de Castro Mayer, Gustavo Corção e, como pensamos e esperamos, Dom Williamson e Dom Faure. Por falar em Dom Williamson, se Deus quiser, ele virá este ano para confirmar os Santos Óleos e administrar a Crisma. Todos os que têm filhos, parentes ou amigos para crismar entrem em contato comigo. É necessário estudar o Catecismo de São Pio X na parte do Credo e na parte dos Sacramentos, e devem fazer uma prova para se avaliar seus conhecimentos antes de ser administrada a Crisma. O melhor é saber todo o catecismo, mas quem souber bem estas duas partes poderá receber a Crisma. Às crianças será pedido menos, basta um conhecimento proporcional às suas capacidades, praticamente o mesmo que para a Primeira Comunhão mais algo sobre a Crisma. Se a criança já tem muita capacidade, deve aqui dar mais. Por fim, o Pai de família sai à Undécima hora, que corresponde ao tempo que vai de Nosso Senhor ao fim do mundo. E Ele lhes diz: “— Por que ficaste aqui ocioso o dia todo?” E eles respondem: “Porque ninguém nos contratou”. Esta era a condição dos pagãos, dos gentios, ou seja, dos não judeus, quando Nosso Senhor veio ao mundo. Mas Nosso Senhor vai enviar os seus apóstolos até as extremidades da terra, chamando a todos para entrarem na Santa Igreja Católica. A Igreja é essencialmente apostólica e ela chama as almas em toda parte. “Ide vós também para a minha vinha”. Estes são também os que se convertem na última hora de suas vidas, como São Dimas, ou como algum ancião que por misericórdia divina se converte e morre quando já não se esperava mais tal conversão. Caindo já a tarde, Ele chama os trabalhadores e paga-lhes a diária. Diária porque mil anos é para Deus como o dia de ontem que já passou. Nossa vida passa num piscar de olhos, e mortos em breve, caríssimos irmãos, nós estaremos diante de Nosso Juiz e Salvador. Façamos agora o que nos pode ser útil neste momento decisivo que fixará nossa eternidade. E o pai de família dará a cada um a paga de um denário que representa a vida eterna. Se possível fosse, os próprios eleitos murmurariam. Os patriarcas que viveram novecentos anos murmurariam ao ver São Domingos Sávio entrar na glória aos quinze anos. Trabalhar novecentos anos e trabalhar quinze: a recompensa será a mesma vida eterna. Para Deus, o que conta é a caridade. É o amor de Deus. Seu tempo foi curto, mas ele percorreu uma longa distância, diz a Escritura. Percorramos um longo caminho também. Pelo Santo Caminho demos passos de gigante e assim seremos os primeiros, mesmo tendo vindo por último. Eis a graça que desejo a todos, pela intercessão do Imaculado Coração de Maria. Assim seja. Dom Tomás de Aquino #Sermões #SermõesEscritos #SermõesMonásticos
- Votos do Ir. João da Cruz
Na festa das sete dores de Nossa Senhora, nosso Ir. João da Cruz (BA) oferece a Deus, pelas mãos da Ssma. Virgem, o seu “holocausto”, isto é, o sacrifício pelo qual ele honra a Deus, consagrando-se-Lhe inteiramente pelos votos de pobreza, obediência, castidade e (particularidade da Ordem de São Bento) estabilidade no mosteiro. #Atualidades #fotos


