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- Ainda as variações em torno de um tema – Gustavo Corção
Por Gustavo Corção. VALE A PENA continuar a conversa de grande proveito para o conhecimento de nossa alma e certamente o desenlace de nossa sorte. E aqui me ocorre a idéia de desfazer um equívoco que perturba toda a atmosfera de nosso tempo: todos imaginam que o termo “amor-próprio” se tornou antiquado e que foi substituído pelo termo “egoísmo” que julgam conhecer. Já o psicólogo Erich Fromm, citado em outras linhas, tendo chegado à descoberta sensacional dos dois amores de si mesmo, o bom que nos leva a Deus e o perverso que d’Ele nos afasta, infelizmente escolheu dois termos que desviam a atenção devida à antiga sabedoria : self love e selfishness, que se traduz por amor de si mesmo e egoísmo. Ora, a idéia que o termo amor-próprio nos incute é distinta da idéia significada pelo termo egoísmo. Este último está horizontalizado no plano da justiça e das relações humanas sem nenhuma referência a Deus. Ao contrário, o termo amor-próprio e a idéia que ele nos incute é totalmente diversa do egoísmo. A noção de amor-próprio é impossível sem referência à relação homem-Deus, e até pode ser definida como uma inclinação má, deixada nas almas pelo pecado original, que nos afasta de Deus e nos leva a um desregrado amor de si mesmo e a um amor ainda mais desregrado das criaturas exteriores. Uma esquecida expressão escolástica define bem a principal função do amor-próprio: avertio a Deo et convertio ad creaturam. Depois do primeiro passo do amor-próprio, que é a aversão a Deus, ele se multiplica em falsos amores de que a alma decaída tem fome. Posso até, entre os subprodutos do amor-próprio, incluir o egoísmo e também o bastardo conceito de justiça social, nascido nas revoluções contra Deus, e agora saboreado pelos novos eclesiásticos. A RIGOR pode-se dizer que toda a calamidade que hoje flagela a Igreja Católica é fruto espúrio de uma maratona de amor-próprio desencadeada, com forte apoio do Demônio, em todos os escalões da hierarquia. Todas as aberrações e perversões admitidas na nova Igreja, são invariavelmente, frutos da aversão a Deus, e do complementar amor do próprio umbigo. Sim, insisto e insistirei a tempo e contratempo que todas as aberrantes inovações nasceram da primeira de todas as impurezas: o amor-próprio. Convém voltarmos à consideração do egoísmo e da justiça, para que o leitor não imagine que menosprezei a virtude da Justiça reduzindo-a às deformações dos tempos modernos. Algum religioso, talvez até três religiosos, ainda se lembrarão de que a justiça, como a Igreja a vê e a estimula, tem sido perversamente rebatida sobre o plano dos negócios humanos. Guardo a esperança talvez ingénua de supor que os três religiosos, ou cinco, (mas não exageremos!) ainda sabem que a mais alta forma de justiça é aquela que nos leva a prestar a Deus o culto de adoração que lhe é devido. Este ponto alto da virtude da Justiça é também chamado virtude de religião. Contrariá- la ou desprezá-la é a mais clamorosa injustiça que pode o homem praticar: a recusa de prestar a Deus o culto de adoração que lhe é devido. Repeti em forma negativa o que disse acima em forma positiva com a intenção de conquistar mais um religioso e algum padre para esta conjuração com que nos atrevemos a lembrar a antiga e invariável sabedoria. Creio entretanto que 99% das pessoas que pronunciam o santo nome da Justiça estão longe de querer prestar o culto de adoração a Deus. Sinto-me até um pouco ridículo na exegese com que estou recordando a verdadeira noção de Justiça! O fato inegável é que toda uma corrente revolucionária foi motivada pelo ressentimento humano. Já há muitos anos ultrapassei a idade em que alguém ainda pode acreditar na generosidade dos socialistas. Mas ainda acredito no fato bruto que se impõe a qualquer observador: os movimentos revolucionários motivados pela mais-valia e pela “justiça social” estão aí reclamando dos imbecis um culto de admiração. TODA A TRAMA dos problemas modernos na cidade e na Igreja resultam de uma subversão de todos os valores e todas as virtudes cristãs. Chesterton dizia que esse palavrório das modernas ideologias são apenas as antigas virtudes cristãs enlouquecidas. O firmamento das civilizações onde brilham as constelações de valores, critérios e idéias foi terrivelmente mudado depois da renascença e da Reforma. O que sobrou no mundo ocidental cada vez mais burro e menos cristão, foi a tarefa de aceitar, defender e cultivar os erros que visaram a morte de Deus e o enterro da Igreja. ESSE MOVIMENTO de idéias, valores e critérios consistiu principalmente na subversão ditada pelo amor-próprio tornado a peste negra daquele e de nosso tempo. Digo mais claramente: o mundo moderno oficializou para as almas (as almas?) e para as instituições reviravoltadas, esta brutal inversão de valores e critérios. E hoje vemos cada dia que os mais ardentes seguidores de tais movimentos são o clero e a hierarquia eclesiástica, em todos os seus escalões. Até quando, meu Deus? Publicado no jornal O Globo Nota: Esse foi o último artigo de Gustavo de Corção antes de sua morte.
- Declaração de Apoio a Dom Carlo Maria Viganò
+ PAX MOSTEIRO DA SANTA CRUZ DECLARAÇÃO DE APOIO A DOM CARLO MARIA VIGANÒ S. Exa. Revma. Dom Carlo Maria Viganò acaba de escrever um texto onde afirma com coragem que os males dos quais sofre a Igreja têm por causa o Concílio Vaticano II; mais ainda: que esses males vêm de uma igreja distinta da Igreja Católica. “É inegável, diz ele, que a partir do Vaticano II se formou uma igreja paralela, sobreposta e diametralmente oposta à verdadeira Igreja de Cristo.” Ele afirma, além disso, que o ideal dessa nova igreja é instituir uma religião universal segundo as aspirações dos ideais maçônicos. Nada mais mortal para a Igreja do que esses assaltos conduzidos há séculos contra Ela para investi-la desde seu interior, como havia predito Leão XIII em seu exorcismo de São Miguel, em sua primeira edição: “Onde foi estabelecida a sede do bem-aventurado Pedro e a Cátedra da verdade, aí eles puseram o trono de sua abominação na impiedade, de modo que feridos os pastores, o rebanho possa ser disperso.” (Cf. texto original publicado em 1903). Os inimigos conceberam um ecumenismo que seria a formação de uma religião universal, “triunfo do plano maçônico em preparação para o reino do anticristo”, como diz Dom Viganò. “Sabemos muito bem, escreve ainda o prelado, que o objetivo dessas iniciativas ecumênicas e inter-religiosas não é converter ao Cristo aqueles que estão longe da única Igreja, mas enganar e corromper aqueles que ainda conservam a Fé Católica, conduzindo-os a considerar como desejável uma grande religião universal que una em ‘uma só casa’ as três grandes religiões abraâmicas. Seguindo os Papas antiliberais, Dom Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer combateram o ecumenismo, erro central do Concílio Vaticano II. De Pio VI a Pio XII os erros modernos foram repetidas vezes condenados, mas os liberais que triunfaram no Concílio graças ao apoio dos Papas João XIII e Paulo VI procuraram impô-lo a toda a Igreja. O mérito de Dom Viganò consiste em ter denunciado o plano dos inimigos da Fé Católica e tê-lo feito com boa fundamentação doutrinal. Ele teve a humildade de reconhecer que outrora se havia enganado a respeito do Concílio, da hermenêutica da continuidade e da conduta que se deve ter em relação àqueles que se servem de seus cargos para destruir a Igreja, fazendo da obediência uma arma contra a obediência devida a Deus e à Igreja. Possa ele levar a bom termo o seu combate e concorrer para a vitória final do Imaculado Coração de Maria. Nova Friburgo, 24 de junho de 2020, Natividade de São João Batista + Tomás de Aquino, OSB Prior U.I.O.G.D. #Atualidades #Bispo #DomViganò
- Carta de Dom Tomás de Aquino a S. Exa. Revma. Dom Carlo Maria Viganò, Arcebispo de Ulpiana
+ PAX Nova Friburgo – RJ, 13 de junho de 2020 Festa de Santo Antônio de Lisboa, Confessor e Doutor Excelência Reverendíssima, É do Brasil que escrevo para felicitá-lo pelo texto do dia 09 de junho. Sua lucidez e coragem muito nos edificaram e consolaram. Fui ordenado por S. Exa. Revma. Dom Marcel Lefebvre em 1980 e sagrado Bispo por S. Exa. Revma. Dom Richard Williamson em 2016. Resido no Brasil, no Mosteiro beneditino da Santa Cruz, do qual sou o Superior. Aqui seguimos, desde sempre, as orientações de Dom Lefebvre, que incessantemente combateu tanto o modernismo quanto o sedevacantismo. Muito apreciamos a clareza de V. Exa. Revma. ao denunciar a “Igreja paralela”, a qual foi nomeada, por um Cardeal, “Igreja conciliar”. Embora essa realidade seja bem difícil de definir, nós nos encontramos diante de duas realidades distintas com finalidades distintas, doutrinas distintas, morais distintas, liturgias distintas, etc.; apesar do fato de um só Papa ser a cabeça dessas duas igrejas, o qual protege uma (a modernista) e persegue a outra (a católica). Em uma conferência, expondo as perguntas que ele faria se fosse chamado a Roma, Dom Lefebvre diz: “Que Igreja são os senhores? Com que Igreja estamos tratando? Eu queria saber se estou tratando com a Igreja Católica ou se estou tratando com outra Igreja, uma Contra-Igreja, com um simulacro de Igreja? Ora, creio sinceramente que estamos tratando com um simulacro da Igreja, e não com a Igreja Católica. Por quê? Porque já não ensinam a Fé Católica. Já não defendem a Fé Católica. Não somente já não ensinam a Fé Católica e não defendem a Fé Católica, senão que ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja Católica para outra coisa que não é a Igreja Católica. Já não é a Igreja Católica. Estão sentados nas cadeiras dos seus predecessores, todos esses Cardeais das Congregações e todos esses Secretários que estão nessas Congregações ou na Secretaria de Estado; estão muito bem sentados onde estiveram os seus predecessores, mas não são uma continuação dos seus predecessores. Não têm a mesma Fé, nem a mesma doutrina, nem sequer a mesma moral que os seus predecessores. Então, já não é possível! E, principalmente, seu grande erro: o ecumenismo. Ensinam o ecumenismo, que é contrário à Fé Católica!”. (Conferência aos Seminaristas, em 8 de Junho de 1978). Dom Antônio de Castro Mayer não era menos explícito: “Diríamos que a melhor maneira de abandonar a Igreja de Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana, é aceitar sem reservas o que ensinou e propôs o Concílio Vaticano II. Ele é a anti-Igreja”. (Jornal Heri et Hodie, nº 33 – Setembro de 1986). Antes de terminar, quero reiterar-lhe a garantia de meu apoio, de minhas orações e das de todos os monges de nosso mosteiro, assim como dos fiéis que estão conosco e dos seminaristas brasileiros da Tradição. Desejando-lhe a coragem que só Deus pode dar, asseguro a Vossa Excelência Revma. meu inteiro devotamento. No Sagrado Coração e no Imaculado Coração, + Tomás de Aquino, OSB U.I.O.G.D. Obs.: Esta carta foi enviada a Dom Viganò no mesmo dia em que foi escrita, via e-mail. O Sr. Aldo Valli, que mantém contato com o prelado, gentilmente nos prestou o favor de fazer com que a carta chegasse ao Arcebispo. Até o momento, porém, não houve resposta de Sua Excelência Reverendíssima. #Atualidades #Bispo #DomViganò
- A Tolerância Religiosa
Após falar do suposto direito de liberdade de culto como direito inalienável, é necessário falar da tolerância, pois a tolerância dos falsos cultos é também doutrina da Igreja. O Estado Católico deve, com efeito, suportar os males que ele não pode suprimir, como é o caso das falsas religiões. Estas podem ser reprimidas e combatidas, mas nem sempre é possível suprimi-las, sobretudo hoje em dia. O que fazer neste caso? Neste caso as falsas religiões devem ser toleradas. Tolerar não é aprovar nem dar direitos propriamente ditos a essas falsas religiões; só o bem e a verdade podem ser objeto de verdadeiros direitos. O mesmo deve ser dito da liberdade de expressão. É melhor suportar alguns males do que suscitar outros maiores. Liberdade de expressão, liberdade de ensino: eis liberdades modernas, fundadas em princípios revolucionários. No entanto, existe uma liberdade de ensino legítima, que fez Santo Alberto Magno e Santo Tomás de Aquino ensinar a filosofia de Aristóteles nas universidades, o que pareceu a alguns abuso de liberdade, e não era, evidentemente. Mas há outra que é maliciosa e pervertedora das almas. Mesmo neste caso, há ocasiões em que se deve tolerar esse mal, enquanto não se pode, por exemplo, fechar certas universidades. Quanto à sociedade moderna, ela é herdeira da revolução ou mesmo fruto da revolução, mas tem ainda alguns restos de civilização. Enquanto tem esses restos de civilização, ela tem algo de bom; e ela é perversa enquanto herdeira dos revolucionários, os quais não nos trazem nada de bom. O que há de bom na sociedade moderna vem do Catolicismo; o que ela tem de realmente próprio é a revolução, na medida em que se reclamam da Revolução Francesa, da Constituição Americana e da Declaração dos Direitos do Homem. Que o Imaculado Coração nos ajude a nos preservar dos erros com os quais a Revolução, através da Rússia Soviética e do Ocidente e, sobretudo, da Igreja Conciliar, não cessa de perverter as inteligências, as vontades e os corações de nossos contemporâneos, atingindo nossos familiares e amigos. Nova Friburgo, 19 de maio de 2020 † Tomás de Aquino #Atualidades #DomTomás #DoutrinadosPapas #Textos
- SOBRE O APELO, À IGREJA E AO MUNDO, DO ARCEBISPO DOM VIGANÒ E DIVERSOS OUTROS PRELADOS
Um apelo à Igreja e ao mundo, assim como aos fiéis católicos e homens de boa vontade, foi lançado por Dom Carlo Maria Viganò e outros prelados, no dia 7 de maio deste ano, de 2020. O texto é corajoso, não hesitando em denunciar tudo o que lhe parece voluntariamente perverso na atitude de muitos governantes nesta crise do coronavírus. No entanto, não é sobre isso que voltamos nossa atenção no momento. Ignoro a formação de Dom Viganò. Ignoro se ele adere ao Vaticano II, mas o texto enuncia posições conformes ao Concílio. Que diz o texto? “Os fatos têm mostrado que sob o pretexto da epidemia Covid-19, em muitos casos, os direitos inalienáveis dos cidadãos foram violados, limitando desproporcional e injustificadamente suas liberdades fundamentais, incluindo o exercício das liberdades de culto, de expressão e de movimento.” Esta frase é inadmissível, pois a liberdade de culto é condenada pela Igreja. Não se pode pôr no mesmo nível Nosso Senhor e os falsos deuses. Todos os falsos cultos são obra do demônio, e jamais poderão ser objeto de um direito propriamente dito. Ter Vaticano II como referência é condenar-se a ser católico liberal e incorrer nas condenações já feitas pelo Magistério da Igreja a esse respeito. Por exemplo, os maçons condecoraram o presidente da Argentina, Raúl Alfonsín, com a medalha da liberdade religiosa. Liberdade religiosa e liberdade de culto são a mesma coisa, e são uma doutrina da maçonaria. Leão XIII as condena com as seguintes palavras: “Repetidas vezes, em documentos oficiais dirigidos ao mundo católico, demonstramos quão errônea é a doutrina daqueles que sob o nome sedutor de liberdade de culto proclamam a apostasia legal da sociedade, afastando-a, deste modo, do Seu Divino Autor.” Mas o texto não se limita a isso, ele fala também da liberdade de expressão, outra liberdade reivindicada pelos revolucionários para poderem difundir o erro, a heresia e a corrupção moral. Uma palavra sobre esta liberdade de expressão, a qual significa liberdade de difundir tudo o que se deseja. Todos conhecem os males causados por essa liberdade tanto na internet como na televisão, no jornal e em toda parte. Ela é a ruína da fé e dos costumes. Gregório XVI escreve na Mirari Vos: “Aqui se situa aquela péssima e nunca suficientemente execrada e detestada liberdade de imprensa para a difusão de qualquer escrito, liberdade que com tanto clamor se atrevem alguns a pedir e promover”. Acrescentemos que a expressão “imposições antidemocráticas” é a herdeira da Revolução Francesa e da Constituição Americana, as quais consideram o povo como princípio e causa do poder. Doutrina revolucionária, contrária à Sagrada Escritura e ao ensinamento da Igreja que estabelece que todo poder vem de Deus. Por estas graves razões, o texto não é bom. Não podemos jamais dar nossa aprovação aos erros liberais ali expressos, pois são erros condenados pelo Magistério. Rezemos por estes prelados e sacerdotes entre os quais há alguns de grande mérito. Nova Friburgo, 12 de maio de 2020 † Tomás de Aquino. #Viganò
- Apelo a Nossa Senhora pela atual situação do Brasil e do mundo
Acontecimentos no mundo inteiro e, em particular, no Brasil causam crescentes apreensões. Ainda é cedo demais para dizer algo de preciso sobre o que pode acontecer, mas já é tempo de começar a rezar na intenção de que nossa pátria não venha a ser vítima de violentos ataques contra a Igreja e a ordem social. O mundo não cessa de merecer estes castigos por causa de seus pecados. Grande número de homens da Igreja, tendo à sua frente o Papa Francisco, atrai ainda mais o castigo de Deus. Concílio Vaticano II, Missa Nova e todas as reformas inspiradas pelo concílio e aplicadas pelos prelados atuais têm como consequência a apostasia de uma multidão. A má instrução religiosa deixa os fiéis desnorteados, sem saber onde está a verdade. As comunhões objetivamente sacrílegas se multiplicam, por causa do abandono da confissão ou pela falta de confissões bem feitas. A tudo isto se somam sistemas políticos condenados pela Igreja, quer seja o comunismo quer seja o Liberalismo. Do primeiro, Pio XI declarou que ele é intrinsecamente perverso e que é necessário não colaborar em nada com ele quando se quer salvar da destruição a civilização cristã e a ordem social (Encíclica Divini Redemptoris). O Liberalismo, por sua vez, se baseia em falsos princípios sobre a liberdade e põe a fonte do poder no povo, quando a Igreja ensina que todo poder vem de Deus, como diz São Paulo. Diante de todos esses males, convidamos todos aqueles que amam a Igreja e a nossa pátria a se unirem à Cruzada do Rosário Perpétuo que foi iniciada por um seminarista do seminário de Dom Faure, através deste e-mail: fatimaurgente@gmail.com. Propomos também a seguinte oração para ser dita todos os dias: Imaculado Coração de Maria, Coração terno e cheio de misericórdia, que dissestes nas aparições de La Salette que já não podíeis sustentar o braço da Justiça de vosso divino Filho, nós vos rogamos que afasteis uma vez mais a justa cólera de Deus, prometendo-vos a nossa conversão e nossa reparação como pedistes em Fátima. É cheios de confiança que esperamos vosso amparo e sobretudo as graças para nossa conversão, que queremos que seja inteiramente para vossa honra e glória unidas às do Sagrado Coração de vosso divino Filho. Propomos também que rezem esta jaculatória: “Doce Coração de Maria, sede a minha salvação, a salvação do Brasil e do mundo inteiro.” Assim como a oração ensinada pelo Anjo às crianças de Fátima: “– Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam. – Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da Terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.” Nova Friburgo, 7 de maio de 2020 + Tomás de Aquino, OSB
- Sobre o coronavírus e a situação atual dos católicos
[vc_row][vc_column][vc_column_text] Diante da pandemia do coronavirus e da suas consequencias, podemos afirmar que se trata de um castigo devido aos pecados dos homens: dos leigos, do clero e do Santo Padre, cujos escândalos clamam aos céus. Esta pandemia tem provocado desordens profundas na vida social dos países atingidos, além de um índice de mortalidade crescente. Seriam também estes males o sinal da vinda do Anticristo? poderíamos perguntar. É difícil sabê-lo, mas teceremos algumas considerações a este respeito. Antes disso, queremos recomendar a Cruzada do Rosário para obter a conversão das almas, o perdão pelo abandono da Tradição – por parte da hierarquia no Vaticano II – e a graça da Consagração da Rússia pelo Papa e pelos Bispos do mundo inteiro. É por Nossa Senhora e pelo rosário que virá a salvação do mundo. A pandemia da coronavírus tem feito vítimas, mas ainda é cedo para avaliar todas a suas consequências. O que podemos constatar são, do ponto de vista espiritual e social, as medidas preventivas que na Itália, na França e em outros países limitam o número de fiéis na missa ou mesmo proibem a celebração desta ou distribuição da comunhão assim como a confissão. Além disso, as perturbações nos transportes, nas escolas parecem aumentar. Em vários lugares as pessoas são obrigadas a ficar em casa, com proibição de sair sem permissão das autoridades civis. Pensamos que se deve obedecer, de maneira geral, a estas disposições e rezar para que sejam liberadas as igrejas, missas, confissões assim como as atividades normais da sociedade. Qual será a consequência deste estado de coisas? Mais uma vez, é difícil responder a esta pergunta. Será a crise do coronavírus um começo dos fatos que nos levam a perguntar se se trata dos acontecimentos anunciados nas Sagradas Escrituras para os fins dos tempos? Nós não ousaríamos afirmá-lo, mas ousamos propor a conduta de uma grande santa que é o modelo por excelência dos cristãos nos tempos futuros de provação: “Se meu pensamento se volta para os inauditos tormentos que serão a partilha dos cristãos no tempo do Anticristo, escreve Santa Terezinha, eu sinto o meu coração estremecer: eu queria que estes tormentos me fossem reservados.” Por ora preparemos simplesmente nossos corações para o futuro, preparemo-nos pela santa missa e pela recitação do santo rosário. Aquela que esmagou a cabeça de serpente no passado e a esmaga no presente e a esmagará no futuro. É junto dela que obteremos a vitória, pois a vitória depende de uma só palavra dela. Ela é toda a nossa esperança. Sem ela tudo está perdido, mas com ela a vitória está assegurada, como em Lepanto e em tantos outras batalhas. Que Nossa Senhora de Fátima nos obtenha esta vitória para Santa Igreja e para casa um de nós. 21 de março de 2020, festa de São Bento + Tomás de Aquino, OSB FATIMA UMA NOVA CRUZADA PELA RECITAÇÃO ININTERRUPTA DOS QUINZE MISTÉRIOS DO ROSÁRIO [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”https://youtu.be/_POxcCGCiC0″][/vc_column][/vc_row] #Atualidades
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- O SÍNODO DA AMAZÔNIA E A INTRODUÇÃO DA IDOLATRIA NA SANTA IGREJA
Pelo Prof. Carlos Bezerra No dia de São Francisco de Assis, às vésperas da abertura do Sínodo da Amazônia, um estranho ritual ocorreu nos jardins do Vaticano, com a presença do Papa Francisco: um grupo de pessoas, incluindo um frade franciscano, prostrou-se diante das imagens de algumas mulheres nuas feitas de madeira sobre a grama. O culto evidentemente idolátrico foi apresentado oficialmente como sendo à imagem de Nossa Senhora da Amazônia, porém depois ficou comprovado que se tratava de um ritual pagão feito a uma divindade inca, a Pachamama. O que isso tem a ver com a Amazônia? Nada! A Pachamama, ou Mãe-Terra, é uma divindade cultuada na região dos Andes, representa o eterno feminino, a fertilidade, em suma, um culto ao próprio demônio que macaqueia assim a Virgem que seria a Mãe do Redentor. Esse eterno feminino pode ser visto também em outras falsas religiões: no Egito, era chamada Ísis; na Mesopotâmia, Ishitar; entre os cananeus, Astarte; e na Cabala, Shekinah. Também no mundo Greco-romano era cultuada como Afrodite; Clemente de Alexandria, no Protréptico, afirmou: “Estes são também ateus, porque adoraram, com certa sabedoria indouta, a madeira, certamente divinizaram a Terra como mãe de tudo, e embora não fabricassem um Poseidon, não obstante, tornaram-se súplices da água”. Nos Andes, sacrificavam-se crianças, para aplacar a fúria da “Mãe-Terra”. Portanto, o que vimos nos jardins do Vaticano foi a introdução, depois repetida na própria Basílica de São Pedro, de um culto idolátrico com ofertório e símbolo fálico diante daquele que deveria ser o Vigário de Cristo: “Não adorarás outros deuses diante de mim”. Na mesma semana de encerramento do Sínodo, dentro do Coliseu em Roma, foi exposta a estátua de demônio cananeu, também cultuado pelos fenícios, cretenses e cartagineses: Molok, para o qual crianças eram sacrificadas em uma fornalha no ventre do ídolo de bronze. Em uma época de institucionalização do infanticídio praticado pelos yanomamis da Amazônia (bem representados no dito Sínodo) e via aborto, praticado na maioria dos países que outrora foram católicos, a presença de Pachamama e de Moloc em Roma prefigura um futuro aterrador para uma humanidade neopagã, cujo crime não passará despercebido aos olhos de Deus, pois se o paganismo dos antigos ao menos ansiava pelo Redentor, o neopaganismo dos modernos O rejeita.
- DECLARAÇÃO SOBRE O SÍNODO DA AMAZÔNIA
Diante dos escândalos do Sínodo da Amazônia, vemo-nos na obrigação de denunciar os pecados ali cometidos contra o 1º mandamento de lei de Deus. Damos, igualmente, nosso apoio a todos os que tomaram iniciativa semelhante antes de nós. Entre as palavras e cerimônias que compuseram o Sínodo muitas são verdadeiras blasfêmias e contribuem para a perda da fé dos fiéis, além de serem pecados contra o 1º mandamento. A principal causa destes males é o Concílio Vaticano II, maior desastre da história da Igreja desde sua fundação, como dizia Dom Marcel Lefebvre. O Concílio afirma, em seu documento Unitatis Redintegratio, que as falsas religiões são “meios” de salvação. Se as falsas religiões são “meios” de salvação, a conversão daqueles que as professam não é necessária. Se essas religiões são “meios” de salvação, então o culto idolátrico a Pachamamma também o é. Daí resulta que os pagãos podem continuar a cultuar seus ídolos e não precisam se converter à verdadeira Fé nem se tornarem membros da Igreja Católica, o que é contrário à doutrina da Igreja: “Fora da Igreja não há salvação” (Extra Ecclesiam nulla salus). A Amazônia verá assim sua verdadeira evangelização travada por uma doutrina oposta ao catolicismo, evangelização que será uma união ecumênica entre a verdade e o erro, entre Cristo e Belial. Que Nossa Senhora Aparecida proteja os nossos índios e os conduza ao seu divino Filho. Nova Friburgo, 16 de novembro de 2019 + Tomás de Aquino, OSB
- Missas pelos defuntos – Messes pour les défunts – Masses for the holy souls
+ PAX Português Caros amigos e benfeitores, Aqueles que desejarem poderão enviar para nosso e-mail sua lista de falecidos, pois, como de costume, um sacerdote do mosteiro celebrará uma missa cada dia por essas intenções durante o mês de novembro. O mosteiro não exige espórtula para estas missas. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Favor colocar no assunto do e-mail: LISTA DE FALECIDOS Français Cher amis et bienfaiteurs, Ceux qui le souhaitent peuvent nous envoyer leur liste de fidèles défunts, car un prêtre de notre monastère dira une messe chaque jour de novembre à ces intentions. Le monastère ne demande pas d’honoraire pour ces messes. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Veuillez mettre ceci comme sujet du courriel: LISTA DE FALECIDOS English Dear friends and benefactors, Those who wish can still send us to their list of deceased, because one of the priests of our monastery will offer a mass each November day in these intentions. The monastery does not request a stipend for these Masses. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Put this in the e-mail subject, please: LISTA DE FALECIDOS Español Queridos amigos y benefactores, Aquellos que deseen pueden enviarnos su lista de difuntos, porque uno de los sacerdotes de nuestro monasterio rezará una misa cada día de noviembre por estas intenciones. El monasterio no pide estipendio para estas misas. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Poner esso, por favor, en el asunto del correo electrónico: LISTA DE FALECIDOS Deutsch Liebe Freunde und Wohltäter , Wer möchte, kann uns noch senden ihre Liste der Seelen, weil einer der Priester unseres Klosters werden sagen, Messe jeden Tag des Monats November in diesen Absichten. Es ist nicht zwingend ein Stipendium für diese Heiligen Messen zu senden. E-mail: mostsantacruz@gmail.com Setzen in der E-Mail-Betreff: LISTA DE FALECIDOS U.I.O.G.D.
- FESTA DA SANTA CRUZ 2019
† PAX Dia 14 de setembro – Solenidade da Santa Cruz Santa Missa às 10h00 Almoço – 13h00 Apresentações – 15h00 Conferência – 16h00 Bênção com a relíquia da Santa Cruz – 17h Dia 15 de setembro – Profissão perpétua do Ir. João da Cruz na Santa Missa das 10h U.I.O.G.D.
