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- Batismo de adulto no Mosteiro
No último dia 15 de setembro, festa das sete dores de Nossa Senhora, o jovem advogado Felipe F. de Oliveira, de 23 anos, de São Paulo, teve a graça de receber, em nosso mosteiro, o santo bastimo sob condição das mãos de S. Exa. Revma. D. Tomás de Aquino. Tendo nascido em uma família protestante batista, há cerca de um ano começou a converter-se a nossa santa religião, após ter contato com o pensamento de Santo Tomás de Aquino, doutor da Igreja e o mais ilustre de todos os teólogos. #Atualidades #fotos
- Livros para devotos marianos
Salve Maria! Aqui se encontram dois livros sobre Nossa Senhora para baixar: Meditações sobre a vida e virtudes de Nossa Senhora, em português e espanhol, de D. Ildefonso Rodriguez Villar e Consagração a Nossa Senhora, de D. Antônio Maria de Siqueira. n_sa_abby rodriguez-villar-ildefonso-meditaciones-de-la-santisima-virgen-maria consagracao-n-sra
- Ajude-nos – Help us Aidez-nous – Ayudenos
+ PAX ENGLISH Dear friends and benefactores, Ave Maria Purissima! Last month, thanks to God and your generosity, we didn’t have any financial difficulties and all was well. This month, however, we are going to make a new appeal, in particular, so that we can finish the reform and expansion of our guest area (see the photos attached), which will serve the purpose of being able to receive not only our visitors but also the students and candidates for the seminary of His Excellency Bishop J.M. Faure in France. These candidates must remain in our monastery for a time as they prepare to enter the seminary. This work is going to cost more than R$ 20,000 (roughly 6 thousand US dollars). We remind you also that we have great expenses with the maintenance of our school Saint Benedict and Saint Scholastica, which costs us nearly R$10,000 monthly (just a little more than 3 thousand US dollars), mostly with the salary of the employees. May God bless and repay you. “For charity covereth a multitude of sins.” (1 Peter 4,8) Bishop Thomas Aquinas, OSB DONATE IN DOLLARS DONATE IN POUNDS PORTUGUÊS Caros amigos e benfeitores, Ave Maria Puríssima! O último mês, graças a Deus e a vossa benevolência, conseguimos passá-lo bem, sem dificuldades financeiras. Este mês, porém, fazemo-vos um novo apelo. Em particular para que possamos terminar a reforma e aumento de nossa hospedaria (vejam fotos em anexo), a qual serve para acolher não só nossos peregrinos mas também os estudantes, candidatos ao seminário de S.E. Dom J.M. Faure, na França. Eles devem permanecer um tempo em nosso mosteiro, preparando-se para entrar no seminário. Esta obra vai custar-nos ainda mais de R$ 20.000,00. Lembramos ainda que temos grandes gastos com a manutenção de nossa escolinha São Bento e Santa Escolástica, que nos custa certa de R$10.000,00 todos os meses, sobretudo com salário dos funcionários. Que Deus vos abençoe e retribua. “A caridade cobre a multidão dos pecados” (I S. Pedro 4,8) Dom Tomás de Aquino OSB CLIQUE AQUI PARA DOAR FRANÇAIS Chers amis et bienfaiteurs, Ave Maria Purissima! Le mois dernier, grâce à Dieu et votre bonne volonté, a été bien passé, sans difficultés financières. Ce mois-ci, cependant, nous vous adressons un nouvel appel . En particulier pour que nous puissions terminer la réforme et l’augmentation de notre hôtellerie (voir les photos ci-jointes), qui sert à accueillir non seulement nos pèlerins, mais aussi des étudiants, qui sont candidats au séminaire de S.E. Mgr J. M. Faure, en France. Ils doivent rester un certain temps chez nous, pour se préparer pour entrer au séminaire. Ce travail va nous coûter encore plus de 5600 euros. Nous rappelons aussi que nous avons beaucoup de dépenses pour l’entretien de notre école Saint-Benoît et de Sainte Scholastique, qui nous coûte environ 2800 euros tous les mois, en particulier pour payer le salaire des employés . Que le bon Dieu vous bénisse et rétribue. «La charité couvre une multitude de péchés» (I S. Pierre 4,8) Mgr Thomas d’Aquin OSB FAIRE UN DON ESPAÑOL Estimados amigos y bienhechores, Ave Maria Purissima! El mes pasado, gracias a Dios y a vuestra buena voluntad, pasamos bien, sin problemas financieros. Este mes, sin embargo, os pedimos vuestra ayuda nuevamente. En particular, para que podamos terminar la reforma y el aumento de nuestra posada (ver fotos adjuntas), que sirve para dar cabida no sólo a nuestros peregrinos, sino también a los estudiantes, candidatos para el seminario de S. E. Mons. J. M. Faure, en Francia. Ellos deben permanecer un tiempo en nuestro monasterio, preparándose para entrar en el seminario. Este trabajo nos va a costar aún más de R $ 20.000 reales (mas de $ 6,000 USD). Recordamos también que tenemos un gran gasto en el mantenimiento de nuestra escuelita de San Benito y Santa Escolástica, que nos costa mas de R $ 10.000 reales (mas de $ 3,000 USD) cada mes, sobre todo con lo salario de los empleados. Que Dios os bendiga y recompense. “La caridad cubre una multitud de pecados” (I San Pedro 4,8) Mons. Tomás de Aquino OSB HACER UNA DONACIÓN EN DÓLARES HACER UNA DONACIÓN EN REALES U.I.O.G.D.
- Esclarecimentos sobre a Resistência
Arsenius Aquilo que se passou a designar com o nome de Resistência parece-me que nem todos têm uma ideia precisa da noção real do que ela consiste. Parece-me que muitos pensam que é um grupo de bispos, padres e leigos que se afastaram voluntariamente da Fraternidade São Pio X na qualidade de “livres atiradores”. A isso convém opor os seguintes fatos esclarecedores: alguns padres da Fraternidade começaram a fazer críticas públicas a seu superior pela posição pró-acordo que este começou a manifestar. Outros membros da Fraternidade (inclusive três bispos) fizeram o mesmo, ou em particular ou em público. Comunidades religiosas amigas também manifestaram seu desacordo. O resultado foi que, mantendo-se Dom Fellay no seu propósito acordista, expulsou da Fraternidade aqueles que o criticaram publicamente (de modo especial um dos bispos sagrados por Dom Lefebvre) e rejeitou aqueles que, não pertencendo à Fraternidade, também levaram a público seu repúdio. Entre estes menciono de modo especial os Mosteiros de Nossa Senhora da Fé e o da Santa Cruz. Assim, o que deu nascimento à “Resistência” foi a “foice” de Dom Fellay, e não a vontade explícita dos “resistentes” de se separarem. Agora, poder-se-ia perguntar se essa oposição pública não foi imprudente e/ou desrespeitosa. Respondo que não, apoiado na doutrina da Igreja e na história, mestra da vida. Sabemos que um superior pode e, às vezes, deve ser arguido publicamente se ele põe em perigo a fé e a salvação das almas. Sabemos, igualmente, que assim o fez São Paulo com São Pedro; Dom Lefebvre com Paulo VI e João Paulo II, para não citar muitos mais exemplos que poderia aduzir. E a atitude de Dom Fellay põe em perigo a fé e a salvação das almas? Certamente, pois o exemplo do que já aconteceu com as comunidades que se uniram com a Roma modernista mostra o perigo que essa aproximação significa: aumento progressivo de uma nova mentalidade, que não é de Deus. Em outras palavras, estamos diante de um problema de grave importância, o qual não é para ser tido em pouca conta. Poder-se-ia ainda levantar uma outra objeção: depois das primeiras reações, houve outras que não tiveram como resultado a expulsão dos que se opuseram à “nova política de Menzingen”. Penso que a resposta a isso seria uma semelhança entre as atitudes de Paulo VI e João Paulo II com relação à Tradição, e as de Dom Fellay com relação aos “resistentes”. Explico-me: Paulo VI para impor as reformas conciliares, usou da punição, pois os membros da Igreja ainda tinham a cabeça bem tradicional. Mas no pontificado de João Paulo II, em que o Concílio Vaticano II já era bem aceito, pôde-se tentar “absorver” os “do contra”, sem perigo para a estabilidade da Igreja Conciliar. Assim, agora que Dom Fellay deve estar sentindo-se seguro no prosseguimento de seu intento, ele não expulsa um ou outro que se levante contra ele na Fraternidade. Resta ainda deixar bem claro que a legitimidade da causa da “Resistência” não exime de haver membros da mesma que não honrem como deviam o “movimento” ao qual pertencem. Nosso Senhor mesmo já nos advertira que em Sua Igreja sempre haveria o joio. Por isso, a existência de dissensões e coisas semelhantes não é argumento contra a atitude que julgamos ser a mais correta a ser tomada na situação crítica em que passa a família da Tradição, ou seja, opor-se publicamente ao que Dom Fellay está fazendo. Ainda uma reflexão: se a “regularização” da Fraternidade se fizer de um modo “unilateral”, sem nenhuma assinatura da mesma, isso não implica consequências diferentes; o perigo continua: a aproximação com os progressistas. E a presença de reações sem, no entanto, serem públicas e/ou consequentes nos fatos, está destinada ao desaparecimento total: a diplomacia vaticana conhece bem a eficácia do fator tempo: aos poucos ele fará calar todas as vozes discordantes, pela morte, gradual mas infalível… Queira Deus se utilizar dessas pobres palavras do último dos filhos Seus para ajudar alguma boa alma que procurava se esclarecer sobre esses pontos. Mãe de misericórdia, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei!
- Mudança brusca e inesperada
Arsenius Como sabemos, o Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X, realizado em 2006, decidiu que esta só faria um acordo prático com Roma, quando houvesse um acordo doutrinário. Sabemos, outrossim, que em 2012 o novo Capítulo Geral julgou de modo diferente: deu as bases para um acordo prático, sem exigir primeiramente da Roma modernista uma mudança de sua doutrina modernista. Neste ano de 2016 houve um “semi-capítulo geral”, se assim o podemos chamar, no mês de junho passado, acerca do qual as previsões mais lógicas eram de que o mesmo iria no mesmo sentido das decisões tomadas em 2012, pois as declarações ainda recentes de altas personalidades da Fraternidade, como os padres Schmidberger e Pfluger, assim o faziam. No entanto, o que é que lemos na declaração do Superior Geral, no encerramento da sobredita reunião deste ano? Um texto que o próprio Dom Lefebvre assinaria, no qual se afirma, entre outros, a supremacia da doutrina sobre um acordo prático. A que se deve tamanha mudança de rumo no modo de considerar a posição conveniente a se tomar na crise atual? Cremos que podemos levantar duas suposições. Teriam as ações e palavras grandemente (e cada vez mais) escandalosas do Papa Francisco aberto os olhos da maioria esmagadora dos membros do “semi-capítulo geral”, fazendo-os chegar à conclusão que continuar a intentar um acordo com a Roma modernista na situação atual seria um inevitável suicídio, e que essa sua apreensão teria levado Dom Fellay, muito diplomata, a ceder perante tão grande número de oposições àquilo que até ontem ele julgava o mais acertado? Talvez. Corrobora essa suposição o fato de que os católicos tradicionais principalmente da Europa costumam ser muito leais e sinceros em suas palavras e que, ademais, sendo publicado o sobredito texto da declaração, o mesmo traria uma recusa de Roma em continuar o processo de “regularização” da Fraternidade, visto que no mesmo se diz que o Papa é uma das causas principais da crise pela qual atravessamos. A segunda suposição seria: Visto que, como diz Alex Curvers, “a grande arte da subversão sob todas as suas formas é falar veementemente em um sentido e agir tanto mais energicamente no sentido oposto”, teria essa declaração a intenção de tão somente acalmar os espíritos inquietos (por serem clarividentes), provavelmente cada vez mais numerosos, diante do rumo desastroso que estavam tomando os dirigentes da Fraternidade? Talvez. Corrobora essa suposição as diversas declarações contraditórias anteriores do Superior Geral. Não tomamos posição por nenhuma das duas suposições. Julgamos ser melhor esperar o futuro, com os fatos, para nos dizer se devemos crer ou não na sinceridade das palavras da declaração. Se virmos que toda tentativa de acordo houver desaparecido, se Dom Fellay se mostrar arrependido de suas declarações anteriores, se reabilitar os membros expulsos da Fraternidade justamente por haverem defendido a boa causa (nomeadamente Dom Williamson), e outras coisas semelhantes, veremos que a primeira suposição era certamente a verdadeira. Se, pelo contrário, apesar do que foi dito na declaração, as ações e palavras permanecerem no mesmo sentido das anteriores, infelizmente deveremos constatar que a segunda suposição era a mais verossímil. Queira Deus que todos nos unamos num mesmo combate contra o inimigo comum, o modernismo e seus fautores, sem ceder neste ou naquele ponto. Virgem Santíssima, rogai por nós.
- Suplemento português 11
SOLUÇÃO DIVINA Ir ao céu em 20 quadradinhos – é pouco! Todo católico que o recusa é louco! Os últimos dois artigos destes “Comentários” concluíram que na confusão atual na Igreja Universal, que parte dos papas possuídos por ideais revolucionários, os católicos devem voltar-se a Deus, para Sua própria solução, porque Ele não pode abandonar as almas que não tenham primeiro O abandonado. Essa solução existe, não é complicada, é acessível a todos, garante a eterna salvação, e requer somente um pouco de fé, humildade e esforço. É a Devoção ao Doloroso e Imaculado Coração de Maria pela prática dos Cinco Primeiros Sábados, num espírito de reparação pelos insultos, blasfêmias e ultrajes cometidos contra a Mãe de Deus. Por que reparação à Bem-aventurada Virgem Maria? Porque Deus, conhecendo desde a eternidade o quão perverso o mundo se tornaria em seu fim, deu à Sua Mãe, como São Luís Maria Grignion de Montfort previu no século XVIII, um papel material especial para desempenhar do levante da Revolução Francesa (1789) em diante. Através do século XIX, ela de fato foi capaz, como por exemplo em Lourdes, de atingir uma multidão de almas que o liberalismo e o cientificismo teriam, por outro lado, condenado. Mas no século XX muitas almas ainda estavam desdenhando de seu cuidado maternal. Assim, como Deus deu à Sua Igreja no século XVII a Devoção ao Seu Sagrado Coração, no século XX Ele deu a Devoção ao Coração Imaculado de Sua Mãe, com a advertência à humanidade de que esta seria Sua última dádiva antes do fim do mundo. E, considerando piores os insultos feitos à Sua Mãe que a Ele mesmo, então o desprezo dos homens pelos esforços especiais dela para salvá-los requereria uma reparação especial. Ela mesma, de maio a outubro de 1917, em Fátima, Portugal, apresentou seu Coração como o remédio para as doenças da humanidade, que estavam para se tornar piores por causa do estouro da Revolução Russa, no mesmo mês. E, como o mundo se precipitou ladeira abaixo nos anos de 1920, até o ponto (os dias atuais) em que incontáveis católicos se mantêm presos à sua fé somente pelas pontas dos dedos, ela deu a cada alma um meio seguro e fácil de garantir sua salvação eterna, contanto que se desse a um pequeno trabalho, uma vez em sua vida, em nome dela: o de fazer reparação nos cinco primeiros sábados do mês, sucessivamente, pelos ultrajes cometidos contra 1) sua Imaculada Conceição; 2) sua Virgindade perpétua; 3) sua Maternidade universal e espiritual; 4) suas imagens e estátuas e 5) as pequenas crianças que são impedidas de chegar a Ela. (Vide abaixo um meio de ajuda para fazê-lo) A oferta da bem-aventurança eternal em troca de um esforço relativamente pequeno é incrível, mas como o panfleto diz, faz sentido. Deus soube desde a eternidade de todo o caos que se fecha sobre nós agora que a Quinta Idade da Igreja está chegando ao seu fim. Estamos perdendo nossa saúde, nossas famílias, nossa liberdade, nossos países, nossos padres, nossos sacramentos, nossa Igreja, e, em breve, muito possivelmente nossas vidas. Nosso mundo está afundando num caos organizado pelos inimigos de Deus para exterminar Seus últimos vestígios. Tudo isso, é claro, Ele sabe, inclusive a crescente dificuldade, até aparentemente impossibilidade, de levar uma vida católica. Assim, Ele nos oferece a garantia de salvação se fizermos apenas um pequeno esforço para fazer reparação à Sua Mãe. Depois disso, poderíamos enlouquecer, ir à prisão, aproximarmos da morte, mesmo perder a fé, mas no momento mesmo de nossa morte temos a promessa de Deus de que Ela estaria lá com todas as graças necessárias para a salvação. Como pode um católico que crê não aceitar esta oferta? Há certamente sacerdotes em todas as partes da Igreja que farão o melhor para ajudar. Mas o mínimo que podemos fazer, de nossa parte, é preencher exatamente o que o céu pede, notavelmente as cinco distintas intenções de reparação, e é aqui que o panfleto ajuda. Seja pedindo-o em grande quantidade, em papel, ao Fatima Center no Canadá, ou baixando-o, ele apresenta 20 quadradinhos para marcar, para a subida diagonal da tormenta moderna até a calma celestial. As crianças adoram marcar quadradinhos. Não faz mal para os adultos. Todos a bordo rumo ao céu! Kyrie eleison. Comentários Eleison – por Dom Williamson CDLVI (456) – (9 de abril de 2016) OS CINCO PRIMEIROS SÁBADOS Primeiro sábado do primeiro mês data: intenção: reparação pelas blasfêmias contra a Imaculada Conceição. Confissão Comunhão Terço Meditação Primeiro sábado do segundo mês data: intenção: reparação pelas blasfêmias contra a Virgindade perpétua de Maria. Confissão Comunhão Terço Meditação Primeiro sábado do terceiro mês data: intenção: reparação pelas blasfêmias contra a Maternidade Divina e espiritual de Maria. Confissão Comunhão Terço Meditação Primeiro sábado do quarto mês data: intenção: reparação pelas ofensas daqueles que ultrajam as sagradas imagens de Maria. Confissão Comunhão Terço Meditação Primeiro sábado do quinto mês data: intenção: reparação pelas blasfêmias dos que procuram publicamente infundir, no coração das crianças, a indiferença, o desprezo e até o ódio para com nossa Imaculada Mãe. Confissão Comunhão Terço Meditação #Suplementos
- Boletim da Santa Cruz 52
+ PAX 28 de agosto de 2016 festa de Santo Agostinho Doutor da Igreja Caros amigos e benfeitores, Nosso boletim estava prestes a partir, quando recebemos a declaração de D. Fellay do último 29 de junho. Essa declaração nos fez suspender o envio deste boletim. Será que a Fraternidade estava mudando de parecer sobre a questão dos acordos? Foi preciso um certo tempo de espera. As declarações que se seguiram ora da parte de Roma, ora da Fraternidade mostraram-nos que não se tratava disso. A análise feita por D. Williamson (conf. Com. Eleison 474) da declaração de D. Fellay de 28 de junho (publicada após a do dia 29) mostra-nos que a questão doutrinária não havia sido resolvida nem mesmo no interior da Fraternidade São Pio X. Apresentar a Pascendi como denunciando antes de tudo a independência é um erro revelador. O coração do Modernismo, como diz São Pio X, é o agnosticismo, isto é, um erro do pensamento que atinge a fé, mas por meio de uma falsa filosofia. A inteligência em perigo de morte, disse Marcel de Corte. É a inteligência que é tocada em primeiro lugar pelos modernistas, a inteligência que é sede da virtude sobrenatural da fé. É a “total perversão do espírito”, disse D. Lefebvre. Realizada essa perversão, todo o resto se segue. O Modernismo destrói todo o conjunto: a natureza e a graça, a inteligência e a fé. São Pio X ergueu-se para proteger a fé. D. Lefebvre ergueu-se pela mesma razão. A Resistência o faz igualmente. Se a Fé é abalada, é todo o edifício que desmorona. A questão da independência é muito importante, mas a da fé a precede. É preciso, primeiramente, a submissão da inteligência a Nosso Senhor tanto pela submissão ao real acessível à razão, quanto pela submissão à fé, à Revelação, que nos dá a conhecer o real inacessível à razão por si mesma. A submissão a nossos superiores é condicionada a esta dependência fundamental. Ela vem depois e se funda sobre a primeira. O golpe de mestre de Satanás foi o colocar todos os católicos na desobediência à Tradição por obediência, disse D. Lefebvre. Importa não repetir o mesmo erro. Enviamo-lhes, portanto, o texto que já estava pronto para ser enviado em junho, assim como um artigo de Arsenius sobre a declaração de 29 do mesmo mês e recomendamos vivamente a leitura do Comentário Eleison 474. Rezamos pela Fraternidade, e de nenhum modo desejamos sua perda. Mas se ela arrasta seus membros e seus fiéis para uma diminuição da fé católica, nós não podemos segui-la, nem aprová-la, nem tampouco deixar de alertar seus fiéis. Que São Pio X e D. Lefebvre nos venham em socorro. + Tomás de Aquino OSB MUDANÇA BRUSCA E INESPERADA Arsenius Como sabemos, o Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X, realizado em 2006, decidiu que esta só faria um acordo prático com Roma, quando houvesse um acordo doutrinário. Sabemos, outrossim, que em 2012 o novo Capítulo Geral julgou de modo diferente: deu as bases para um acordo prático, sem exigir primeiramente da Roma modernista uma mudança de sua doutrina modernista. Neste ano de 2016 houve um “semi-capítulo geral”, se assim o podemos chamar, no mês de junho passado, acerca do qual as previsões mais lógicas eram de que o mesmo iria no mesmo sentido das decisões tomadas em 2012, pois as declarações ainda recentes de altas personalidades da Fraternidade, como os padres Schmidberger e Pfluger, assim o faziam. No entanto, o que é que lemos na declaração do Superior Geral, no encerramento da sobredita reunião deste ano? Um texto que o próprio Dom Lefebvre assinaria, no qual se afirma, entre outros, a supremacia da doutrina sobre um acordo prático. A que se deve tamanha mudança de rumo no modo de considerar a posição conveniente a se tomar na crise atual? Cremos que podemos levantar duas suposições. Teriam as ações e palavras grandemente (e cada vez mais) escandalosas do Papa Francisco aberto os olhos da maioria esmagadora dos membros do “semi-capítulo geral”, fazendo-os chegar à conclusão que continuar a intentar um acordo com a Roma modernista na situação atual seria um inevitável suicídio, e que essa sua apreensão teria levado Dom Fellay, muito diplomata, a ceder perante tão grande número de oposições àquilo que até ontem ele julgava o mais acertado? Talvez. Corrobora essa suposição o fato de que os católicos tradicionais principalmente da Europa costumam ser muito leais e sinceros em suas palavras e que, ademais, sendo publicado o sobredito texto da declaração, o mesmo traria uma recusa de Roma em continuar o processo de “regularização” da Fraternidade, visto que no mesmo se diz que o Papa é uma das causas principais da crise pela qual atravessamos. A segunda suposição seria: Visto que, como diz Alex Curvers, “a grande arte da subversão sob todas as suas formas é falar veementemente em um sentido e agir tanto mais energicamente no sentido oposto”, teria essa declaração a intenção de tão somente acalmar os espíritos inquietos (por serem clarividentes), provavelmente cada vez mais numerosos, diante do rumo desastroso que estavam tomando os dirigentes da Fraternidade? Talvez. Corrobora essa suposição as diversas declarações contraditórias anteriores do Superior Geral. Não tomamos posição por nenhuma das duas suposições. Julgamos ser melhor esperar o futuro, com os fatos, para nos dizer se devemos crer ou não na sinceridade das palavras da declaração. Se virmos que toda tentativa de acordo houver desaparecido, se Dom Fellay se mostrar arrependido de suas declarações anteriores, se reabilitar os membros expulsos da Fraternidade justamente por haverem defendido a boa causa (nomeadamente Dom Williamson), e outras coisas semelhantes, veremos que a primeira suposição era certamente a verdadeira. Se, pelo contrário, apesar do que foi dito na declaração, as ações e palavras permanecerem no mesmo sentido das anteriores, infelizmente deveremos constatar que a segunda suposição era a mais verossímil. Queira Deus que todos nos unamos num mesmo combate contra o inimigo comum, o modernismo e seus fautores, sem ceder neste ou naquele ponto. Virgem Santíssima, rogai por nós. BOLETIM DA SANTA CRUZ JUNHO DE 2016 – Nº 52 Caríssimos amigos e benfeitores, Nos momentos trágicos em que vivemos, a misericórdia divina se torna mais presente e mais solícita. Não a falsa, que chama bem ao que é mal e mal ao que é bem, mas a verdadeira misericórdia que diz: “Vai e não peques mais”. O Papa Francisco infelizmente prega a falsa e não a verdadeira misericórdia e acelera a crise atual. Para tornar menos difícil a salvação nos tempos em que vivemos, Nossa Senhora nos deu a devoção reparadora dos cinco primeiros sábados. Usemos deste meio, pois esta devoção ao Imaculado e Doloroso Coração de Maria Santíssima é a última dádiva dada às almas pela misericórdia divina. Na confusão que reina hoje nas fileiras dos que desejam servir a Deus, fixemos nossos olhares na Estrela do Mar, na Virgem Imaculada, e nós encontraremos o caminho da salvação. Alguns dizem que nós, da Resistência, não temos ou que perdemos o amor e o sentido da Igreja. Quem somos nós para afirmar que a caridade brilha em nossas vidas? Não podemos proclamá-lo, mas podemos dizer sinceramente que nossa preocupação constante é a de seguir não somente os passos dos que nos precederam no combate atual, mas também os avisos e pedidos de Nossa Senhora. Cremos que isto é ter o sentido e o amor da Santa Igreja. Tendo os cinco primeiros sábados como devoção e tendo as encíclicas dos Papas que condenaram os erros modernos como objeto de nossos estudos, nós queremos unir sempre a ciência à piedade: scientia cum pietate, divisa do Seminário Francês de Roma, onde se formou Dom Lefebvre. Se a Fraternidade acha por bem ser regularizada canonicamente, nós achamos por bem não fazê-lo, pela simples razão de que uma normalização canônica na hora atual é uma temeridade. Como estar sob a autoridade daqueles que não professam a integridade da fé católica? Mas nos dirão: “E o Papa? O que os senhores fazem da obediência ao Papa?” Nós rezamos pelo Papa. Nós reconhecemos a dignidade de sua função, mas constatamos que ele não age como devia e que ele participa na destruição da Santa Igreja e da sociedade civil. Mas o Papa precisa de nossa ajuda, insistirão alguns. Nós o ajudamos mais recusando um acordo mesmo unilateral do que estabelecendo uma falsa paz com as autoridades romanas. “Mas não haverá falsa paz! A luta continuará! O combate vai, na verdade, começar agora e será mais decisivo do que nunca!” insistirão alguns. Não podemos deixar de pensar que isto é pura ilusão. Campos pensava o mesmo. A ilusão de Campos dura até hoje. Que a Fraternidade não siga o mesmo caminho que eles. Que acordem enquanto é tempo. Dom Prior OS CINCO PRIMEIROS SÁBADOS Condições para receber a graça prometida: “Olha, Minha filha, o meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos Me cravam com blasfêmias e ingratidões. Tu, ao menos, vê de me consolar e diz que, todos aqueles que: durante cinco meses [seguidos] no primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um terço e Me fizerem quinze minutos de companhia, meditando nos quinze mistérios do Rosário com o fim de Me desagravar, Eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas.” As cinco razões de consolar e desagravar o Imaculado Coração de Nossa Senhora; são as cinco principais ofensas que ele recebe, a saber: As blasfêmias contra a Imaculada Conceição; As blasfêmias contra a Sua Virgindade perpétua; As blasfêmias contra a Sua Maternidade Divina, recusando, ao mesmo tempo, recebê-La como Mãe dos homens; As blasfêmias dos que procuram publicamente infundir, no coração das crianças, a indiferença, o desprezo e até o ódio para com esta Imaculada Mãe; As ofensas daqueles que a ultrajam diretamente nas Suas sagradas imagens. CRÔNICA 15 de março Chegada de Sua Exa Dom Williamson. Aproveitando a ocasião, nós lhe pedimos uma conferência sobre a Pascendi, conferência que poderíamos resumir em duas palavras: “Primazia do objeto”. No Céu nós veremos até que ponto esta primazia é todo o nosso bem, pois Deus visto face a face fará toda a nossa beatitude. Negar o objeto de nossa inteligência, como faz Kant, é, de certa forma, recusar a visão beatífica. Eles têm olhos e não vêem, eles têm ouvidos e não ouvem. 16 de março Chegada de Sua Exa Dom Faure, que passou antes por Minas Gerais, para reconfortar os fiéis abalados pelos últimos acontecimentos. 19 de março – Festa de São José Nova Sagração, motivada pela situação da Igreja e a necessidade dos fiéis. A missão dos bispos é a guarda do depósito da fé e a administração dos sacramentos da Confirmação e da Ordem. Estavam presentes à cerimônia vários sacerdotes, entre eles o Rev. Pe. Jahir Britto FBMV, o Rev. Pe. Rafael OSB, o Rev. Pe. Joaquim FBMV, o Rev. Pe. Trincado, o Rev. Pe. Zendejas, o Rev. Pe. Beltran, o Rev. Pe. Marcelo Masi, o Rev. Pe. Ângelo. 21 de março Partida de Dom Faure, seguida da partida de Dom Williamson poucos dias após. 2 de abril Partida de Dom Tomás para Contagem, onde celebra a Missa no sábado à noite e no domingo de manhã. 3 de abril Ida a Ipatinga, onde celebra a Missa à tarde. 4 de abril Partida para Vitória, onde quatro crianças fazem a sua primeira Comunhão. 5 de abril Missa em Vitória, com a oblatura da Sra. Alícia Henriques Coan Delazari, cujo nome de oblata reúne a Rainha dos Anjos e aquela que São Pio X saudou como a maior santa dos tempos modernos, uma obscura carmelita que em vida foi conhecida apenas por suas irmãs de hábito e seus familiares. Belo exemplo da fecundidade da vida da graça que dispensa a propaganda tão procurada pelo mundo. 6 de abril Partida para Teixeira de Freitas, onde um grupo de generosos fiéis já suscitaram duas vocações religiosas. Rezemos pela sua perseverança. 15 de abril Chegada do Sr. Daniel Leroux. 16 de abril Oblatura de Daniel Leroux, que recebe o nome de irmão Tomás Maria. 17 de abril Conferência de nosso irmão Tomás Maria sobre a crise atual e sobre o seu livro “Pedro, tu me amas?” que ele autografa para os presentes. 24 de abril Conferência do Sr. Paul Rousseau sobre a situação política do mundo atual. NOTA DO CELEIREIRO O celeireiro deve ter cuidado de toda a parte material do mosteiro. No exercício de sua função, ele deve ser como um pai para toda a comunidade, pois o monge, não tendo nada de próprio, depende inteiramente dos seus superiores e particularmente do celeireiro para tudo o que diz respeito à saúde, vestimenta, alimentação, ferramentas de trabalho, etc.. Mas o pobre celeireiro só pode dar o que tem e o que ele tem é, frequentemente, um cofre vazio. Por esta razão, ele lhes vem mendigar uma ajuda para poder cumprir sua missão, que se assemelha à de São José no seio da Sagrada Família. Nossas orações na Missa e nos Ofícios intercedem sempre por nossos amigos e benfeitores. ir. Celeireiro Endereço e contas bancárias para correspondência e para quem quiser nos ajudar: Soc. C. Mant. do Mosteiro da S. Cruz Banco Itaú S.A. Agência 0222 – conta 29186-6 ou 47957-8 (escola) Nova Friburgo – RJ Soc. C. Mant. do Mosteiro da S. Cruz Banco do Brasil S.A. Agência 0335-2 – conta 5055-5 Nova Friburgo – RJ Sociedade Civil Mantedora do Mosteiro da Santa Cruz Caixa Postal 96582 Nova Friburgo – RJ 28610-974 VENDA DE LIVROS: http://livraria.beneditinos.org.br #BoletimdaSantaCruz
- O USO DO VÉU E MODÉSTIA NO VESTIR – por D. Antônio de C. Mayer
As senhoras comunguem de cabeça coberta Ainda sobre a recepção da Sagrada Comunhão mantenha-se o costume tradicional que manda às senhoras e moças que se apresentem com a cabeça coberta. Outro hábito imemorial, fundado na Sagrada Escritura (cf. 1 Cor. 11, 5 e SS.), que não deve ser modificado. São Paulo recorda a veneração e o respeito aos Anjos presentes na igreja, que as senhoras significam com o uso do véu. Nada mais belo, mais ordenado, mais encantador do que a mulher cristã que reconhece a hierarquia estabelecida por Deus, e manifesta externamente sua adesão amorosa a semelhante disposição da Providência. A imodéstia no trajar e a nossa responsabilidade Na mesma ordem de idéias, lembramos aos nossos caríssimos Sacerdotes que devem empenhar-se a fundo por conservar nos fiéis o amor à modéstia e ao recato, que os tornam menos indignos de receber os Santos Sacramentos. Não nos esqueçamos de que, se a sociedade se paganiza, se ela foge da mentalidade cristã, como esta se define nas máximas evangélicas, não o faz sem a conivência e a cooperação das famílias católicas e, portanto, em grande parte, por nossa culpa, de nós Sacerdotes. Ou por comodismo, que em nós cria aversão ao exercício de nossa função de orientadores do povo fiel, ou quiçá – PRO DOLOR! – por condescendência com a sensualidade reinante, somos remissos em declarar, sem rebuços, que as modas de hoje destoam gravemente da virtude cristã, e, mais ainda remissos somos, em usar da firmeza apostólica, ainda que suavemente exercida, para afastar dos Sacramentos a atmosfera sensual atualmente introduzida na sociedade pelas vestes femininas. É com tristeza que sabemos de Sacerdotes na Diocese, e de outras pessoas com responsabilidade de orientação de almas que não tomam a menor medida no sentido de manter em torno dos Sacramentos, especialmente da Santíssima Eucaristia, o ambiente de pureza que Jesus Cristo exige de seus fiéis servidores. Por que todas as igrejas da Diocese não ostentam, em lugar bem visível, as disposições eclesiásticas no sentido de que as senhoras e moças não se apresentem no templo de Deus com vestes ajustadas, decotadas, de saias que não desçam abaixo dos joelhos, ou de calças compridas, estas últimas mais próprias do outro sexo? E por que não tomam todos os Sacerdotes medidas a fim de que com semelhantes trajes, não se apresentem aos Sacramentos as senhoras e moças, ou para recebê-los ou como madrinhas ou testemunhas? Seria o mínimo que se poderia pedir a quem está realmente interessado por que a adaptação de que tanto se fala, não seja uma profanação do Sagrado, com prejuízo pessoal, para o povo fiel e para a sociedade em geral. Caríssimos Sacerdotes. O zelo pela Casa de Deus, bem como a caridade com o próximo pedem, nos tempos atuais, maior atenção à maneira de vestir dos fiéis que o são e querem viver cristãmente. A Sagrada Escritura lembra que “as vestes do corpo, o riso dos dentes e o modo de andar de um homem fazem-no conhecer” (Ecli. 19, 27). E Pio XII comenta: “ A sociedade, por assim dizer, fala com a roupa que veste; com a roupa revela suas secretas aspirações, e dela se serve, ao menos em parte, para construir o seu próprio futuro” (“Disc. e Radiomes.” Vol. 19, p. 578). Ninguém negará o valor objetivo desta observação do Papa Pacelli. Fonte: Excertos da Circular sobre a Reverência aos Santos Sacramentos – Dom Antônio de Castro Mayer – 21 de novembro de 1970 #Modéstia
- Sobre o uso da calça feminina – por D. Williamson
A CALÇA FEMININA É UM ATAQUE À FEMINILIDADE DA MULHER por Dom Williamson Caros Amigos e Benfeitores: O final do Verão pode não parecer ser o mais inteligente momento de optar por escrever sobre o vestuário da mulher. Certamente a chegada, em vez de a partida do clima quente seria o momento para investir contra as roupas indiscretas. No entanto, acontece que várias senhoras neste verão vieram a mim e levantaram a questão das mulheres vestindo calças ou shorts, e o problema é mais amplo e profundo do que apenas imodéstia, embora a imodéstia seja grave. Dom Antônio de Castro Mayer, por exemplo, costumava dizer que as calças em uma mulher são piores do que a minissaia, porque enquanto a minissaia é sensual e ataca os sentidos, as calças são ideológicas e atacam a mente. Pois realmente as calças das mulheres, como as usadas hoje, curtas ou longas, modestas ou imodestas, apertadas ou soltas, claras ou disfarçadas (como os “culottes”), são uma agressão contra a feminilidade da mulher e por isso representam uma revolta profunda e mentirosa contra a ordem querida por Deus. Isto pode ser menos verdadeiro do que os longos “culottes”, calças que mais se aproximam de uma saia, e na melhor das hipóteses confundidos com saias, mas na medida em que os “culottes” estabelecem o princípio da divisão de vestuário exterior da mulher da cintura para baixo, eles simplesmente disfarçam a desordem grave. Que desordem? No princípio, Deus criou o homem e a mulher, ambos humanos, mas bastante diferentes, em primeiro lugar o homem, segundo a mulher (Gênesis I, 27; II, 22); mulher para ajudar o homem como ele próprio (Gênesis II, 18), mulher para o homem, não o homem para a mulher (I Coríntios. XI, 9), pois “o homem não é da mulher mas a mulher é do homem” (I Coríntios. XI, 8). Assim, aconteceu que mesmo antes do pecado original Deus ordenou a distinção entre o homem e a mulher, a desigualdade, e a liderança do homem sobre a mulher com o propósito de viver em sociedade e na família sobre a terra. O pecado original, pelo qual Eva fez Adão pecar e não o contrário (I Tim II, 14), implicou que Eva fosse punida, entre outras coisas, pela manobra da sua subordinação natural e indolor a Adão em uma dominação punitiva dele sobre ela, pois ela tinha mostrado, seduzindo-o, que ela precisava ser controlada… “Estarás sob o poder de teu marido, e ele terá domínio sobre ti” (Gênesis III, 16). Daí para frente, com a transmissão do pecado original a todos os filhos de Adão, passa para todas as filhas de Adão (exceto, é claro, a Santíssima Virgem Maria) esta subordinação punitiva. Tal como acontece com todos os problemas do pecado, a única solução verdadeira é a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Por exemplo, o domínio penoso do homem sobre a mulher é evidente em todas as civilizações e culturas não cristãs e reaparece em nossa atual cultura anticristã. Enquanto que, por outro lado, no matrimônio católico, pela graça sobrenatural, essa subordinação da mulher ao homem se torna cada vez mais, de acordo com sua natureza, proveitosa para os dois, como o era a submissão de Eva antes de ela e Adão caírem. Mas, fora com o Éden e graça! O mundo moderno não aceita nenhuma das soluções de Jesus Cristo para os problemas de Adão e Eva. Fazendo ídolos de liberdade e igualdade, recusando qualquer desigualdade ou subordinação da mulher ao homem, ele irá negar qualquer distinção entre eles, ele nega, claro, qualquer ordem de Deus em Sua criação, qualquer necessidade de Redenção, e ele vai negar, se necessário, a própria existência de Deus. O feminismo hoje está intimamente ligado à feitiçaria e ao satanismo. Essas considerações nos levaram a um longo caminho desde a questão de calças das mulheres. É claro, nem toda mulher vestindo short está conscientemente pensando em desafiar a Deus ou em desafiar os homens. Ela é, no entanto, consciente de algo. Ela tem a clara consciência de que short dividido não é como uma saia não-dividida, e a diferença é que o abandono da saia dá-lhe uma vaga sensação – certamente de desconforto, ou de emancipação, ou ambos … Em que esse sentimento se baseia? A roupa dividida nas pernas, obviamente, libera a parte inferior móvel do corpo para uma série de atividades para as quais a roupa indivisível, como uma saia, é relativamente incômoda. Se Adão teve que ganhar o pão de sua família com o suor de todos os tipos de atividades fora de casa, é perfeitamente normal que o homem use calças, e se uma menina coloca em sua cabeça que deve acompanhá-lo nessas atividades, obviamente as calças da mesma forma emancipam-na para fazê-lo. Shorts são o sinal externo e visível da liberação dela do leque restrito de atividades domésticas. No entanto, ela está desconfortável, porque as calças não são do uso natural de uma mulher. Assim, dom mesmo modo que nas outras espécies, na espécie humana o sexo feminino é concebido para atrair a atenção do sexo masculino muito mais do que o inverso – compare o número de revistas de beleza masculina e feminina no mercado. Agora o pecado original feriu a natureza humana com a concupiscência (desejo ilícito), em especial nos sentidos do tato, visão e imaginação. Segue-se para questões de roupa que o que poderia despertar a concupiscência precisa ser mais disfarçado na mulher aos olhos do homem do que no homem aos olhos da mulher. Portanto, assim como as calças beneficiam a atividade do homem, as saias convém à dignidade e à honra da mulher. Portanto, enquanto está vestindo suas calças emancipadoras, ela se sente desconfortável – pelo menos até que sua consciência fique entorpecida – ao passo em que ela vai se afastando de sua identidade, papel e dignidade como mulher. Em sua consciência está ressoando a voz do Senhor seu Deus, pronunciando na Lei Mosaica: “A mulher não se vestirá com as roupas do homem, nem o homem usará o vestuário de uma mulher: aquele que faz estas coisas é abominável diante de Deus” (Dt . XXII, 5). E as calças são normalmente vestuário do homem, por razões já expostas. É claro que se se nega o pecado original que inflama a concupiscência do homem (Gênesis III, 7) e destrói a subordinação da mulher (Gênesis III, 16), as calças das mulheres não são algo tão insensato, mas veja ao seu redor as consequências absurdas de se negar o pecado original! – a doce Polyanna vai para o escritório vestida de forma a inflamar até mesmo uma pedra, mas ai do pobre colega do sexo masculino no escritório que não reagir como uma pedra, porque com as leis recentes (nos EUA), ela irá atacá-lo no tribunal! Insanidade! Em breve, os locais de trabalho terão de exigir com antecedência das mulheres declarações, sob juramento, sobre se elas querem ou não serem abordadas! Mas o que era de se esperar quando as mulheres foram retiradas de suas casas? Isso tudo serve aos homens liberais certeiros em enganar suas mulheres. Contraste o bom senso de uma avó americana que me disse neste Verão, quando ela estava em retiro aqui em Winona, que olhando para trás em sua juventude californiana ela podia ver que tinha sido muitas vezes induzida a usar calças, e agora ela se arrepende – ela podia ver então que a cada vez [que usava calça] a sua feminilidade tinha sido diminuída. Como disse G.K. Chesterton , não há nada tão oposto ao feminino como o feminismo. As calças das mulheres são uma parte vital, talvez a ruptura essencial, do feminismo. Quanto à verdadeira feminilidade da mulher, sua importância não pode ser exagerada. Tudo gira em torno das mulheres sendo essencialmente concebidas por Deus para a maternidade, para a educação dos filhos neste mundo, para a sua criação, para a doação da vida, do calor, do amor, do cuidado e da nutrição. Tudo representado pelo leite materno. Para isso os homens não são projetados, disso eles são intrinsecamente incapazes, ainda que disso dependam totalmente para que possam tornar-se seres humanos, em oposição aos desumanos. Em um valioso livro, “The Flight from Woman“, um refinado psiquiatra judeu, Karl Stern, conta como ele podia discernir em incontáveis males dos pacientes da cidade grande, vindos ao seu consultório em Toronto após a Segunda Guerra Mundial, um padrão de falta de feminilidade com a qual ele estava familiarizado através das obras de famosos escritores modernos, como Goethe, Descartes, Tolstoi, Ibsen – não uma falta de mulheres, mas a falta de verdadeiras mulheres femininas, porque os homens e mulheres modernos estão igualmente tripudiando sobre as qualidades e virtudes femininas. Shakespeare destilou esse espírito em Lady Macbeth, protofeminista e satanista: “Vinde espíritos, que velais sobre os pensamentos mortais! Retirai-me o sexo e, dos pés à cabeça, enchei-me até transbordar da mais implacável crueldade!…. Vinde a meus seios e convertei meu leite em fel, vós gênios do assassinato” (Ato I, Cena. V). Valha-nos Deus! A feminilidade das nossas mulheres está sendo erradicada e o resultado é um modo de vida fadado à autodestruição, condenado a abortar. Meninas, sejam mães, e, a fim de serem mães, não deixem que cavalos selvagens arrastem-nas em shorts ou calças. Quando as atividades que lhes forem propostas exigirem o uso de calça, se for algo que a sua bisavó fez, então encontre uma maneira de fazê-lo, como ela, usando saia. E se a sua bisavó não fez isso, então esqueça! A geração dela criou seu país, e a sua geração está destruindo-o. É claro que nem todas as mulheres que usam calças abortam o fruto de seu ventre, mas todas ajudam a criar a sociedade abortiva. Antigo é bom, moderno é suicida. Querem parar o aborto? Façam-no pelo exemplo. Nunca usem calças ou shorts. D. Antônio de Castro Mayer estava certo. Muito sinceramente no Sagrado Coração de Jesus, +Richard Williamson Fonte: Tradução (de autor desconhecido) da Carta Pastoral de S.E.Revma.D. Williamson aos amigos e benfeitores de 1º de setembro de 1991. Original em inglês: http://williamsonletters.blogspot.com.br/2009/02/womens-trousers-are-assault-upon-womans.html #Modéstia
- Poderosa oração “Augusta Rainha”
QUEM COMO DEUS?! Ó boa e terna Mãe * Vós sereis sempre * o nosso amor e a nossa esperança! * Ó Mãe de Deus * enviai os santos Anjos * para nos defender * e repelir para longe de nós * o cruel inimigo! * Santos Anjos e Arcanjos, * defendei-nos e protegei-nos! Amém. NOTA HISTÓRICA sobre a oração “Augusta Rainha”, escrita pelo Padre Luiz Eduardo Cestac, Fundador da Congregação das Servas de Maria, na cidade de Anglet (França). “Em 1863, uma alma, habituada a experimentar as ternuras da Santíssima Virgem, foi subitamente como que tocada de um raio da Divina Claridade. Acreditou ver os demônios disseminados pela Terra, e causando horríveis estragos. Ao mesmo tempo elevou seu pensamento à Santíssima Virgem. Esta boa Mãe lhe teria dito que de fato os demônios estavam desencadeados no mundo e que era chegada a hora de invocá-la como Rainha dos Anjos, e de lhe pedir para enviar as Legiões Santas a fim de combater e aterrorizar as potências do inferno.” ‒ “Ó minha Mãe, disse então esta alma, Vós que sois tão boa, não podeis enviá-Las sem que Vo-lo peçamos? ‒ “Não, respondeu a Santíssima Virgem, a oração é uma condição posta pelo próprio Deus para aquisição das Graças. ” ‒ “Pois então, minha Mãe, tornou a alma, quereis Vós Mesma ensinar-me como é preciso pedir-Vos? ” E esta alma acreditou receber da Santíssima Virgem a oração “Augusta Rainha”. Fazendo-se, o Revmo. Padre Luiz Eduardo Cestac depositário desta oração, seu primeiro cuidado foi apresenta-la a D. Lacroix, Bispo de Baiona, que se dignou aprová-la. Depois o mesmo sacerdote mandou imprimir 500 mil exemplares da dita oração e os distribuiu gratuitamente. Convém notar que por duas vezes, nesta primeira impressão, se quebraram as máquinas impressoras. A oração “Augusta Rainha” rapidamente se espalhou, aprovada por diversos Arcebispos e Bispos. O Papa São Pio X a enriqueceu por Rescrito de 8 julho de 1908, com 300 dias de indulgência. Como exatamente há um século, as hostes do inferno recrudescem seu furor contra a Esposa Imaculada de Cristo, a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, julgou-se muito oportuno traduzir novamente do francês a referida oração, na esperança de que muitas almas piedosas e conscientes dos perigos da hora presente, façam uma violência aos Céus conclamando em favor da Igreja e do mundo a Mãe de Deus e Rainha Poderosa dos Anjos. “REZAI O TERÇO TODOS OS DIAS”, disse Nossa Senhora em Fátima. Nihil Obstat Padre Dr. Benigno de Britto Costa Campos, 7 de outubro de 1973 Imprimatur + Antônio, Bispo de Campos Campos, 13 de outubro de 1973 #Espiritualidade #Orações
- Comemoração dos Fiéis Defuntos – 2015
Baixar mp3Epístola (I Cor 15, 51-57)Evangelho (S. João 5, 24-29) 51. Eis que vos revelo um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados, 52. num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta (porque a trombeta soará). Os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 53. É necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que este corpo mortal se revista da imortalidade. 54. Quando este corpo corruptível estiver revestido da incorruptibilidade, e quando este corpo mortal estiver revestido da imortalidade, então se cumprirá a palavra da Escritura: 55. A morte foi tragada pela vitória (Is 25,8). Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão (Os 13,14)? 56. Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 57. Graças, porém, sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo! 25. Em verdade, em verdade vos digo: vem a hora, e já está aí, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão. 26. Pois como o Pai tem a vida em si mesmo, assim também deu ao Filho o ter a vida em si mesmo, 27. e lhe conferiu o poder de julgar, porque é o Filho do Homem. 28. Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que se acham nos sepulcros sairão deles ao som de sua voz: 29. os que praticaram o bem irão para a ressurreição da vida, e aqueles que praticaram o mal ressuscitarão para serem condenados. #Sermões #SermõesMonásticos
- Festa de Todos os Santos – 2015 – D. Tomás de Aquino OSB
Baixar mp3 Epístola (Apocalipse 7, 2-12)Evangelho (S. Mat. 5, 1-12) 2. Vi ainda outro anjo subir do oriente; trazia o selo de Deus vivo, e pôs-se a clamar com voz retumbante aos quatro Anjos, aos quais fora dado danificar a terra e o mar, dizendo: 3. Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos assinalado os servos de nosso Deus em suas frontes. 4. Ouvi então o número dos assinalados: cento e quarenta e quatro mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel; 5. da tribo de Judá, doze mil assinalados; da tribo de Rubem, doze mil; da tribo de Gad, doze mil; 6. da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Neftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; 7. da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; 8. da tribo de Zabulon, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim, doze mil assinalados. 9. Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão, 10. e bradavam em alta voz: A salvação é obra de nosso Deus, que está assentado no trono, e do Cordeiro. 11. E todos os Anjos estavam ao redor do trono, dos Anciãos e dos quatro Animais; prostravam-se de face em terra diante do trono e adoravam a Deus, dizendo: 12. Amém, louvor, glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força ao nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém. 1. Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. 2. Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo: 3. Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! 4. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! 5. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! 6. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! 7. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! 8. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! 9. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! 10. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! 11. Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. 12. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus. pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós. dos quatro Animais; prostravam-se de face em terra diante do trono e adoravam a Deus, dizendo: 12. Amém, louvor, glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força ao nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém. de graças, honra, poder e força ao nosso séculos! Amém. #SermõesMonásticos




